<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4928088434411239410</id><updated>2012-02-11T13:52:25.170-08:00</updated><category term='criação'/><category term='aves'/><category term='artrópodes'/><category term='antropologia'/><category term='evolução'/><category term='acrididae'/><category term='mamiferos'/><category term='pré-história'/><category term='aracnídeos'/><category term='jesus'/><category term='o predatismo e o gênesis'/><category term='A extensão do Dilúvio de Gênesis'/><category term='mantodea'/><category term='teologia'/><category term='gênesis - seria tudo um mito?'/><category term='bíblia'/><category term='espirito'/><category term='A Mentira Por Trás do Criacionismo'/><category term='reis'/><category term='insetos'/><category term='sauropoda'/><category term='profecias'/><category term='estudando a origem do homem'/><category term='juízes'/><category term='Deus'/><category term='dinossauros'/><category term='theropoda'/><category term='gênesis'/><category term='corpo'/><category term='Os Dias da Criação'/><category term='eventos'/><category term='universo'/><category term='parentes dos dinossauros'/><category term='alma'/><category term='Dinossauros na Arca de Noé?'/><category term='coleópteros'/><category term='fósseis'/><category term='darwim'/><title type='text'>Gênesis 1</title><subtitle type='html'>Muita gente acha que o relato bíblico da Criação e a evolução são incompatíveis. SERÁ?
Veja aqui fatos impressionantes sobre a verdadeira relação da evolução com a gênese bíblica, além de mensagens bíblicas, curiosidades sobre a Criação e de discussões sobre as origens.
Paz do Senhor á todos!!!</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://genesisum.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4928088434411239410/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://genesisum.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>gênesis 1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12125497197670078993</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>79</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4928088434411239410.post-6979117913989605363</id><published>2012-01-26T14:59:00.000-08:00</published><updated>2012-02-02T11:22:28.778-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pré-história'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dinossauros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fósseis'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='teologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Deus'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='bíblia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='criação'/><title type='text'>FICHA DE CONSULTA: Os animais pré-históricos na Bíblia</title><content type='html'>Através dos fósseis, hoje nós não temos dúvida de que realmente existiram muitas criaturas no passado que foram extintas, que não existem mais. Sabemos também, graças aos dados que a geocronologia nos oferece, que esses seres viveram em épocas muito diferentes, sendo a maior parte deles do tempo em que Deus ainda estava criando e povoando o nosso planeta (afinal os dias da Criação de Gênesis, conforme o estudo apresentado &lt;a href="http://genesisum.blogspot.com/2010/06/os-dias-da-criacao-parte-1.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;, foram no tempo do Criador e não no nosso tempo). Mas a pergunta, sobre esse assunto, que não quer calar, é: A Bíblia menciona... animais pré-históricos? Ficará surpreso ao saber que a resposta é SIM!&lt;br /&gt;&lt;div style="border: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border: medium none;"&gt;Nesse site já apresentamos alguns estudos que falam sobre alguns animais hoje extintos mas que estão registrados nas páginas das Sagradas Escrituras. Aqui, você poderá ver resumidamente quais animais pré-históricos estão identificados, no momento, na Bíblia. (É importante deixar claro que essa página poderá ser atualizada, conforme novas descobertas surgirem sobre o tema).&lt;/div&gt;&lt;div style="border: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border: medium none;"&gt;&lt;b&gt;Monstros no Gênesis&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border: medium none; clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.infoescola.com/wp-content/uploads/2010/09/periodo-jurassico.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; height: 189px; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em; width: 233px;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://www.infoescola.com/wp-content/uploads/2010/09/periodo-jurassico.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;A Bíblia fala de algum dinossauro? O nome deles não aparece na Bíblia porque foi inventado por Richard Owen recentemente... Porém o&amp;nbsp;primeiro capítulo da Bíblia, no versículo 21, já fala de "grandes monstros do mar" ou "grandes baleias", como constituíntes da Criação do 5º dia. O termo original em hebraico, &lt;i&gt;tanynim&lt;/i&gt;, em seu cerne se refere a&amp;nbsp; criaturas monstruosas similares a dragões; que teriam surgido no planeta juntamente com as aves e com a nossa fauna marinha atual. Curiosamente, na Era Mesozoica existiram répteis com tal aspectos, conhecidos atualmente como "dinossauros", que conviveram com as primeiras aves e com os primeiros peixes dos grupos atuais que existem!&lt;/div&gt;&lt;div style="border: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Um touro magnífico&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border: medium none;"&gt;&lt;a href="http://www.oocities.org/rainforest/8769/extinguidos/uro.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="161" src="http://www.oocities.org/rainforest/8769/extinguidos/uro.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;Por muito tempo pensou-se que o termo hebraico &lt;i&gt;re'ém&lt;/i&gt; se referia aos lendários unicórnios. Porém, o sentido original dessa palavra se refere a um boi selvagem. Mas que boi selvagem seria esse que a Bíblia descreve como sendo forte, veloz, aterrorizante, robusto e de grandes proporções, conforme vemos em Jó 39:9 - 11:&lt;/div&gt;&lt;div style="border: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="border: medium none;"&gt;&lt;i&gt;Quererá o boi selvagem servir-te? ou ficará junto à tua manjedoura?Podes amarrar o boi selvagem ao arado com uma corda, ou esterroará ele após ti os vales? Ou confiarás nele, por ser grande a sua força, ou deixarás a seu cargo o teu trabalho? Fiarás dele que te torne o que semeaste e o recolha à tua eira?&lt;/i&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border: medium none;"&gt;Esse&amp;nbsp;touro magnífico&amp;nbsp;existiu mesmo, e se&amp;nbsp;chamava&amp;nbsp;&lt;b&gt;Auroque&lt;/b&gt; (&lt;i&gt;Bos primigenius&lt;/i&gt;). Esse boi, com dois metros de altura e três de comprimento (pouco menor que um elefante) foi extinto em 1627, porém era muito comum na chamada Era do Gelo e, surpreendentemente, era exatamente do jeito que a Bíblia o descreve!&lt;/div&gt;&lt;div style="border: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border: medium none;"&gt;&lt;b&gt;Cauda grande como o cedro&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border: medium none;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Ux5_RIeSG5s/TynaTK_jvOI/AAAAAAAAAP0/fbqvrXAzMww/s1600/Diplodocus+2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-Ux5_RIeSG5s/TynaTK_jvOI/AAAAAAAAAP0/fbqvrXAzMww/s320/Diplodocus+2.jpg" width="222" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;O Beemote do capítulo 40 do livro de Jó também gerou e continua gerando polêmica. Alguns dizem se tratar de um elefante... ou hipopótamo... Mas não tem como escapar: somente um tipo de animal com a descrição que traz esse capítulo pisou nesse planeta: os dinossauros da família Diplodocidae! Esses seres, com pescoço longo na horizontal, pernas como pilares e caudas tão longas e fortes como o Cedro (igual á descrição bíblica), atingiam até&amp;nbsp;30 metros de comprimento e viveram há 140 milhões de anos, sendo os gêneros mais famosos do grupo o &lt;i&gt;Apatosaurus&lt;/i&gt; e o &lt;i&gt;Diplodocus&lt;/i&gt;. Deus, com sua onisciencia, citou para Jó a respeito desse animal como se ele tivesse ali, do lado dele, dizendo que ele era &lt;i&gt;"uma obra prima dos caminhos de Deus"&lt;/i&gt;. (Confira mais detalhes sobre o Beemote clicando &lt;a href="http://genesisum.blogspot.com/2011/05/quem-foi-o-behemoth-do-livro-de-jo.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Quem pode com o Leviatã?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos teólogos já discutiam muito a respeito de que animal, afinal de contas, era o Leviatã que tanto é mencionado nas escrituras, e descrito com detalhes em Jó 41. Algumas traduções da Bíblia o chama de crocodilo. Claro, o Leviatã tinha placas por todo o corpo mas... a Bíblia diz que o Leviatã cuspia fogo pela boca! Alguns criacionistas argumentaram que seria um dinossauro hadrossauro, mas os hadrossauros eram vegetarianos... Ou então os plessiossauros, mas estes usavam as cavidades cranianas não para guardar elementos químicos, mas para filtrar partículas da água...Possivelmente, então, o Leviatã deve ter sido um dragão cuspidor de fogo. Mas existiu esse animal? Os fósseis recentes e a consideração dos relatos existentes no mundo todo sobre esses seres apontam que sim, existiram, e até em épocas recentes, porém em menor número.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;A ladeira de Ziz&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://milesandhisfavorites.files.wordpress.com/2010/03/teratorn_incredibilis.gif" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img alt="http://milesandhisfavorites.files.wordpress.com/2010/03/teratorn_incredibilis.gif" border="0" height="200" src="http://milesandhisfavorites.files.wordpress.com/2010/03/teratorn_incredibilis.gif" width="189" /&gt;&lt;/a&gt;Uma criatura chamada pelos hebreus de Ziz também faz parte da chamada "mitologia hebraica", juntamente com o Leviatã e com o Behemoth. Aparecendo em muitos artesanatos hebraicos, esse bicho era uma "ave" tão grande que cobria o sol com a envergadura de suas asas. Curiosamente, existiu uma espécie de condor que atingia até 10 metros de envergadura alar, sendo a maior ave do mundo e presente em diversas lendas de vários povos, sendo conhecido cientificamente como Teratornis. Esse provavelmente era o Ziz. Embora não se tenha um relato direto na Bíblia sobre o Ziz, ele é mencionado em "Amanhã descereis contra eles; eis que sobem pela ladeira de Ziz, e os achareis no fim do vale, diante do deserto de Jeruel."(2 Crônicas 20:16)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;A extinção registrada&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabemos que os dinossauros foram extintos há 65 milhões de anos num período de tempo muito rápido. Mas um evento tão significativo não estaria registrado na Bíblia. Surpreendentemente, há um registro de que essa extinção aconteceu e que foi Deus quem a permitiu, no salmo 74:13 e 14:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;"Tu dividiste o mar pela tua força; quebrantaste as cabeças das baleias nas águas.Fizeste em pedaços as cabeças do leviatã, e o deste por mantimento aos habitantes do deserto."&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O texto também fala do Leviatã, mas nesse caso se refere aos monstros similares ao Leviatã, ou seja, é uma referência direta á essa extinção. Porém, o porquê dessa extinção, a Bíblia não declara e até o momento não sabemos qual seria o propósito dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E uma curiosidade: a descrição nesses versículos também faz analogia á ação da mão de Deus quando tirou os israelitas do Egito!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Terrível e muito espantoso&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-BHbKYqsKV8E/TyriGoi-0jI/AAAAAAAAAP8/8w_iVHGrl-Y/s1600/carnotaurus2.PNG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-BHbKYqsKV8E/TyriGoi-0jI/AAAAAAAAAP8/8w_iVHGrl-Y/s320/carnotaurus2.PNG" width="248" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Dentre os quatro animais que Daniel vê na visão registrada em Daniel 7 (sendo cada animal uma simbologia de um reino que viria posteriormente), o quarto deles não é comparado a nada que ele já tenha visto; é descrito como "terrível", "mui espantoso", com dentes e garras afiados e chifres (que na visão são simbolicamente 10 chifres). O único animal com essas características viveu há 100 milhões de anos antes de Cristo, na Patagônia Argentina, e é conhecido cientificamente como Carnotaurus sastrei. Esse dinossauro, com oito metros de comprimento, era diferente dos outros pois tinha focinho curto com dentes afiados, braços atrofiados mas pés com garras afiadas e, além de uma fileira de pequenos calombos nas costas, dois grandes e grossos chifres sobre os olhos... Era uma criatura que metia medo - e a mais próxima da criatura simbólica de Daniel 7:7.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4928088434411239410-6979117913989605363?l=genesisum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://genesisum.blogspot.com/feeds/6979117913989605363/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://genesisum.blogspot.com/2012/01/ficha-de-consulta-os-animais-pre.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4928088434411239410/posts/default/6979117913989605363'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4928088434411239410/posts/default/6979117913989605363'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://genesisum.blogspot.com/2012/01/ficha-de-consulta-os-animais-pre.html' title='FICHA DE CONSULTA: Os animais pré-históricos na Bíblia'/><author><name>gênesis 1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12125497197670078993</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-Ux5_RIeSG5s/TynaTK_jvOI/AAAAAAAAAP0/fbqvrXAzMww/s72-c/Diplodocus+2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4928088434411239410.post-5342494886522479933</id><published>2011-12-15T11:51:00.000-08:00</published><updated>2012-02-06T11:31:21.108-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pré-história'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fósseis'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='bíblia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='evolução'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A Mentira Por Trás do Criacionismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='criação'/><title type='text'>A Mentira Por Trás do Criacionismo 12: Peixe X Anfíbio</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Acredito que o diabo é o pai da mentira. Acredito também que tentar provar uma verdade lançando mão de fraude é erradíssimo. E sem perceber, é isso o que muitos crentes vêm fazendo diante da ameaça que a teoria da evolução pode trazer, segundo eles, á Bíblia. Esse movimento defende a tradução convencional da bíblia e á chamado Criacionismo da Terra Jovem e é fruto do extremamente dogmático Fundamentalismo. A Bíblia está certa no relato de gênesis, mas o problema é que a evolução das espécies também é correta (e como estou mostrando no blog fala á favor da Bíblia), e por não admitirem esse segundo fato, cegamente tentam criar contrargumentos contra essa teoria, e até agora tudo tem se tratado de sofisma. Eles querem provar pela ciência que o universo foi criado em dias que não no tempo de Deus, e que todos os dinossauros, por exemplo, se extinguiram no dilúvio. Pra isso também criam evidências mentirosas cuidadosamente enfeitadas para parecer verdade (isso é sofisma). &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;PEIXE X ANFÍBIO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-cXkweR5QUrI/TwD_WLPfOsI/AAAAAAAAAPY/iqWyvKmVws8/s1600/Sem+t%25C3%25ADtulo.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-cXkweR5QUrI/TwD_WLPfOsI/AAAAAAAAAPY/iqWyvKmVws8/s200/Sem+t%25C3%25ADtulo.png" width="160" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Observe a imagem ao lado. Quem desenhou isso foi um criacionista, que imagina que a transição de peixe para anfíbio, do qual falaremos agora, foi da forma ao lado... Como podemos ver, transição entre peixes e anfíbios é um tema muito polêmico e "explorado" pelo criacionismo. Assim como acontece com os fósseis do Archaeopteryx, do Australopithecus e outros seres, existem fósseis transicionais documentados nessa história que os criacionistas tentam "provar" se tratarem de transicional coisa nenhuma, através de métodos que, digamos, não podem ser chamados de&amp;nbsp;corretos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, este artigo vai mostrar os contrargumentos do criacionismo contra a evolução dos anfíbios, no que eles se fundamentam e o que eles são na realidade. Se você, caro leitor, já leu os outros artigos da série "Mentiras por Trás do Criacionismo", não irá ficar surpreso com o que este artigo irá mostrar. Do contrário, você sem dúvida ficará surpreso com o que o artigo vai revelar sobre essa história...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;PEIXE FORA D'ÁGUA&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Assim como nos outros artigos, começaremos pelos argumentos mais simples e aos poucos partiremos para os complexos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A princípio,&amp;nbsp;sabe-se que&amp;nbsp;a evolução do peixe para o anfíbio ocorreu em um peixe pulmonado que, devido a fatores genéticos, ambientais (e espirituais, conforme a Bíblia), sofreu uma transformação gradual onde suas nadadeiras deram origem a membros dianteiros e traseiros, além de uma somatória de várias outras mudanças, até originar o grupo dos anfíbios. Por parecer algo meio que difícil de ter acontecido, esse estágio evolutivo é sem dúvida um dos mais mal compreendidos pelos leigos e criacionistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A respeito dessa tese, no&amp;nbsp;chat "yahoo!respostas", uma pessoa argumentou da seguinte maneira:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"O peixe pensa??? Que peixe louco foi esse que resolveu sair da agua? Pensou "Vou sair da agua porque lá fora tem Terra,e nesta terra deve ter muito mais alimento que aqui na agua" Tão me entendendoooo????? Há algo de Inteligência aí,seja do peixe,seja da Força da Seleção Natural.... Um peixe que não pensa não ia se arriscar em sair da água, nem que fosse aos poucos, para saber o que tem lá fora."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, sabemos que realmente peixes não pensam. Então o que pode ter ocasionado essa mudança para o ambiente terrestre? &lt;b&gt;Primeiro:&lt;/b&gt; A característica que permitiu o peixe sair da água, somado com fatores comportamentais e ambientais, fez com que as pressões evolutivas favorecessem os animais que ficassem fora dagua e por um acaso, nesse meio termo, achassem comida. Isso é seleção natural e é comprovada. Mas claro, estamos falando de uma seleção natural de milhões de anos. &lt;b&gt;Segundo:&lt;/b&gt; Aceita-se hoje, devido as evidências que os fósseis apontam, que o ambiente onde vivam os peixes pulmonados que sofreriam as transformações era composto de épocas de cheia e de seca. Nas épocas de seca, alguns peixes que sofreram mutãções "aleatórias" se desenvolveram melhor que aqueles que se desenvolviam melhor em época de cheia, ou seja, os peixes não saíram se arrastando para a terra seca. &lt;b&gt;Terceiro e último&lt;/b&gt;, Deus é o Criador e isso eu não contesto, por isso também que acredito que quem elaborou as mutações que favoreceriam os peixes em terra seca, por exemplo, foi o próprio Deus, pois a Bíblia deixa claro que Ele participou ativamente de cada momento de sua Criação; logo não é absurdo imaginar que&amp;nbsp;Deus, pela sua Palavra, foi&amp;nbsp;conduzindo esse processo para criar um ser vivo novo: o anfíbio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;O DILEMA DO&amp;nbsp;CELACANTO&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Os cientistas estão certos de que os anfíbios tiveram origem no grupo dos peixes sarcopterígios, ou peixes pulmonados, no Devoniano Médio, há uns 370 milhões de anos aproximadamente. E as contraevidências a respeito dos fósseis transicionais começam justamente com eles. Comumente, os criacionistas citam como fraude do tema o peixe Celacanto. Confira o argumento abaixo, retirado de um texto criacionista:&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"O celacanto é um peixe que aparece em estratos de 300 milhões de anos atrás. Conhecem-se fósseis desse peixe até em estratos do começo da era cenozóica, isto é, até 60 milhões de anos atrás. Pensava-se que o celacanto tivesse existido durante esse intervalo de tempo de 240 milhões de anos. Acontece que de 1938 para cá, vários espécimes, vivos e saudáveis, foram pescados no Oceano Índico. Quer dizer: esse peixe atravessou 300 milhões de anos até nossos dias, enquanto que, de acordo com os evolucionístas, ao longo dessa duração houve evoluções de peixes em anfíbios, anfíbios em répteis, e répteis em mamíferos."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem, vamos explicar o&amp;nbsp;que aconteceu no caso do Celacanto:&amp;nbsp;&amp;nbsp;A verdade é que o peixe fóssil e o encontrado em 1938 não são dois peixes iguais! Eles não são da mesma espécie, nem do mesmo gênero, e nem da mesma família...&lt;br /&gt;O celacanto pescado em 1938 é o &lt;i&gt;Latimeria chalumnae&lt;/i&gt;, da família &lt;b&gt;Latimeriidae&lt;/b&gt;. Ele não possui registro fóssil, portanto não pode ser considerado um “fóssil vivo”. Os celacantos fossilizados são de outra família, em sua maioria &lt;b&gt;Coelacanthidae&lt;/b&gt;, foram extintos há 100 milhões de anos, e são significantemente diferentes do que foi encontrado vivo. São diferentes no tamanho, cabeças, espinhas dorsais, barbatanas, órgãos internos, entre outros. As diferenças são estudadas a fundo por Peter Forey em seu livro “A História dos Celacantos”. Uma figura extraída de seu livro mostra isso:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="" 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GK1WiFebm1thaHr8vKyVCq9e/cuakwSiUSn0xER6e/vX19f73K5SktLQ0NDrVZrT09PXl4ekUi02Wwmk4nBYDQ0NJjN5rKyssjIyLq6OofDMTc3J5PJ0LUeGRmpr69PSEg4e/YsNi50Ov3MmTMUCgVusRKJ5Mc//nFoaGhvb29XV1dsbGxERATcnZhMJpVK9dgWZmZmFhQU8Pl8IO/Vq1d5PF5XV1dxcXF2djayfWFCi/EZRKbx+XwikWgwGMbHx1tbW0tKSpRKZVVVVU9PD4KMkTcPj5HBwcHJycmRkZHZ2VnPCur5Up6B15471LvE/v+B196Q/bngNUqJE0iN4y/A66d5lb8Arz1/uPOna+Pz4jWeBLtmxAw2NjZWVVVhhrCgoAD29gaDAUNW6IZ5xhk86xnegIdR8dyr+/v7brcb5fb2sV2R0yv/bOvYuQKUMTi+0dFRlPNzc3MdHR24M7FmYGS5v79/amqqr6+vtbUVja+3337bz8/ParW2t7d3d3e3t7d7UrdR+Pf391dXV5tMpqqqKpST+/v7drvd4XDseeXjbf6plevnhdculwvRKjMzM4uLi/Pz8zDz29vb2zgOwN09Ft6tH2eoO51OtVr91a9+FUJmjUbT09MzNTXlPPaq39nZ2drampqaQoW1sbFxcHDw5MkTt9vd3t5uNpunpqZcx8JEwOW9e/cODw89n/fg4ADdzqOjo5WVld3jCAVcfp7FFauyRzXvcfNADwDg7na7UQE8ePDAG8Q3vFoCzwBr6GRWV1fr6uoEAoFer9/c3MzMzCQQCCMjI6Ojo0FBQWq1+v79+/Hx8cXFxWhy0On0oaGhlpYWPz8/JK5xudzo6OiOjo61tbWYmBihUGi32xsaGvz8/Hp7e9fW1vLz8+Pj4yH1IxKJk5OTGBaPj4/v6+sDJ1NeXu7n51ddXe1wOIaGhjgczsWLF+vr69vb2wkEwtmzZzMzM3t6erhc7rVr186dO6dQKOB3ePHixejoaLSCo6OjYQDS0dERFBR069YthULR2dmJLOOtrS24p1IolPT09KqqKq1WCxuWtra22trasrIyOp1eX1/PZrMxxCSXy0UiUU1NzeDgYHd3t8FgqK2tbW5u7u3thfkMLBPGxsbA1CNKFN+jB7g/Fa89YP3/Fa+fPp4XT5/3fez+aTm//5Qi0PtdPkPP6L0HweMfPnz45MmTzeMwp/1j2nF7exuyyp1jsfPDhw93dnbwfUDaBVNN3DmeSgf/hPbO6XROTk6CpoTPOoyMMS7R2dk5MjIyOTkJXNs4tpfbfH7/kOc9lpeXq6urMViB5onNZpudnQWFPTIyArej3t7egYGBgYEBi8UyNjZmNBr1ej0GQHp6esbGxtrb20F8d3V1DQ0NDQwMVFZWmkymmZkZhUIBuMFYNkRj66ccf0Hd/al9tmc83u12Y6sBcMSQ8f3793d3d9fX1xUKRUxMjFKphKzYk/ro2bLs7u4+fPjw3r17YDn39/dnZ2ch3ZmcnKyrq5uenl5ZWYEQ02q1Hh0d4Qs94TvxqW/4xMc5bSlC0e1yuTwn88GDBwcHBy6XC+JfD/Rj77WwsLC7u7u/vw//qb29vaWlpZ2dHbvdLpfL2Wz25OTk4uIii8UKDw+32+0tLS2oWO/fv8/hcLhcrtVqBW2NLVdoaKhIJMLpCgkJaWxs3NnZyc7ODgsLczgcvb29gYGB+fn56+vrGo0mISFhampqeHjYz8/PYDBMTU1VVVWFhYUZDIadnZ3FxcXc3FwikVhbW+t2u61Wa3JyclpaWl9f39raWmJi4ocfflhXV/fw4cOUlJRvfetbCQkJCwsLJpOJzWa///77CoViZWWltLT0zp07JpNpeXm5rKwsMDAwLS2ts7MzJyfnypUrAQEBRqOxu7u7oKAgOTkZhgFZWVl8Pr+vr6+5ubmmpiYtLc1sNsvl8srKyra2tsLCQrgBV1VVORwOZImVlJS0tbXhBzhlw1kMKQdWq9VqtS4tLXnqJO96zhu48fvtY4GZ507HV+OpC73hzu0lLDmBfvvHG2tvmPasDXj8c+ftnnachqfPePzngte4nfb29nC+NjY2wEscHR1tb2/jHtjf38d9iGYR2r4ohbBCorDy1DiogNzHfmz37t3DLqyioqKwsJDFYlVVVVVVVcGjcn5+fnl52VNGedfI217H/zReHx0dYZ745ZdfRlBIcXGxTqdDCFNPT8/Q0NDk5CS8OKanp4eHhxcXF6enp6enp1dXV8EDsFgshMaCOujt7TWZTPDzdLlceXl5DQ0NWCMxTOjxQX36eAZOPRdeP+PY2tpaP05Z3N7eBg29trbmdrttNltSUhJytlpaWlZWVoCJzmNF89YxR7G9vb20tAQz6+1j67GVlZXh4WFMxNjtdsh4MPeIs32iB/gMvD7t+9r1svLxVGqu454EeBWcak/OzuTk5MHBAT6L2+2ura0dGhra2dmZnZ3lcDhQbnR3dzMYDCqVOjo62tPTk5KSIpPJnE6nTCYLCgoaHR2trq7GYI7FYlEoFGw2e2lpqbKyMiIigs/nr6+v63S6Tz75pLGxcWxsjEAgKBSK9fV15A3BgwUN3sHBwfb29oSEBK1W63A49vf3+Xx+UlJSR0cHQibh47GwsDA5Ocnn8xMSEkAfU6nUl156icfjDQ4O1tbW3rp16+rVq3D3ViqVFArFZrNtbW1xuVwymZyVlVVZWZmZmXn16tXU1NTp6enS0tK33nrr8uXLsM3Kycnp6Ohob28XCoV8Ph8ZPTU1NX" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O celacanto de cima é o atual, &lt;i&gt;Latimeria chalumnae&lt;/i&gt;, com 1,8 metros de comprimento. O segundo é o celacanto do perído Cretáceo, &lt;i&gt;Macropoma lewesiensis&lt;/i&gt;, com 59 centímetros de comprimento. Notou como são peixes diferentes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E mesmo que eles fossem iguais, isso não seria nenhum problema para a evolução. A Teoria da Evolução não diz que os organismos são obrigados a evoluir. Em um ambiente que não muda, a seleção natural tende a manter as coisas morfologicamente iguais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;PEIXES QUE OS CRIACIONISTAS ESQUECERAM&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;As informações sobre o celacanto com relação a esse tema é que, realmente, a princípio se pensava que ele teria feito parte da transição peixe-anfíbio, mas os fósseis mais recentes desse peixe e os exemplares em vida mostrou-se que ele seria um parente dos verdadeiros ancestrais dos tetrápodes (animais de quatro pés) Mas e esses verdadeiros peixes ancestrais dos tetrápodes? Existem fósseis? Existem. Nesse caso começaremos citando o Eusthenopteron. Esse peixe ainda não era um misto de peixe com anfíbio, mas a dentição, o formato da cabeça, os ossos das suas nadadeiras e os pulmões eram algumas similaridades que essa criatura tinha com os tetrápodes. E o que os criacionistas dizem dele?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;No livro "A vida - Qual a sua origem?", publicado pelas Testemunhas de Jeová, na sessão que trata do tema peixe para anfíbios, mostra a ilustração de um peixe caminhando parcialmente em terra, chamado Eusthenopteron, alegando queela foi retirada de um livro e que é fictícia, como se o animal retratado não existisse. A ilustração é esta aqui:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-8rS5rVanYqs/TwDxNJNzMsI/AAAAAAAAAPM/JUXAz-3zG-A/s1600/Foto0210.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="302" src="http://4.bp.blogspot.com/-8rS5rVanYqs/TwDxNJNzMsI/AAAAAAAAAPM/JUXAz-3zG-A/s320/Foto0210.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas&amp;nbsp;o problema é que o Eusthenopteron&amp;nbsp;existiu mesmo, e igualzinho a esta ilustração,&amp;nbsp;como os fósseis abaixo mostram:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.miguasha.ca/mig-img/mig_eusthenopteron-livre_orange_g.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="206" src="http://www.miguasha.ca/mig-img/mig_eusthenopteron-livre_orange_g.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://evolbiol.ru/vertebrates2/eusthenopteron1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://evolbiol.ru/vertebrates2/eusthenopteron1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: left;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.geol.umd.edu/~jmerck/honr219d/images/l10/skull5.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://www.geol.umd.edu/~jmerck/honr219d/images/l10/skull5.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;Abaixo veja duas reconstituições dele em vida, baseadas em seus fósseis:&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://devonianlife.com/Eusthenopteron%202.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="177" src="http://devonianlife.com/Eusthenopteron%202.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;img src="http://universe-review.ca/I10-72-Eusthenopteron.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Uma "saída" para o caso abaixo é afirmar que ele era apenas um peixe, e não uma mistura de peixe e anfíbio... Mas o problema é que ele tinha característica de anfíbio...&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: left;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Mas enfim, vamos para o próximo peixe pré-histórico. O segundo, o Panderychthis, é pouco questionado pelos criacionistas, e na verdade, se os criacionistas querem derrubar a teoria da evolução, este é um que deveria ser questionado...&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Observe algumas imagens dele, e entenda o porquê:&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: left;"&gt;&lt;img height="640" src="http://www.nature.com/nature/journal/v438/n7071/images/nature04119-f1.2.jpg" width="416" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img height="165" src="http://devonianlife.com/Panderichthys%204.jpg" width="400" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/_m6sVhskT_Fs/STfvCePj88I/AAAAAAAADOE/AG1r3yUY1cI/s400/20499655.JPG" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Sim, esse animal é um peixe, mas que possui características de anfíbio que são notáveis. Uma delas era seu espiráculo, um tubo vertical usado para respitar água pelo topo da cabeça, enquanto o corpo estivesse submerso em lama. Este espiráculo é um órgão transicional que levou ao desenvolvimento do estribo, um dos três ossos do ouvido médio humano. Além disso, estudos recentes utilizando tumografia computadorizada mostraram que os ossos radiais de sua barbatana mais se assemelhavam a dedos do que barbatanas em si.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E que argumentação existe contra o Panderichthys? Nenhuma, quer dizer, ele é simplesmente ignorado ou tratado como um peixe comum...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Aí você pode estar se perguntando: "ora, então os argumentos estão escassos".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Bom, agora é que a "artilharia pesada" começa. E a desonestidade também. E o desrespeito (por parte dos criacionistas)&amp;nbsp;também...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;CAÇOANDO DE UM TIKTAALIK&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;A descoberta dos fósseis de um certo peixe pulmonado, chamado Tiktaalik, chamou muito a atenção dos evolucionistas - e dos criacionistas. Essa criatura era realmente aquilo o que se esperava entre o Panderychthis e o Ventastega (uma outra espécie originalmente nomeada como anfíbio), pois ele&amp;nbsp;era uma mistura impressionante de peixe pulmonado com tetrápode primitivo. Ele tinha artelhos, ombros, cotovelos, pulso, pescoço, cabeça plana similar a dos anfíbios, dentre outros aspectos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi&amp;nbsp;a partir desse fóssil que a desonestidade do Criacionismo da Terra Jovem começou a entrar em ação, de novo (para a vergonha de quem é evangélico, como eu, afinal 99 por cento dos criacionistas dessa categoria são evangélicos), pois antes deste fóssil os contrargumentos contra tal evolução não passavam de falta de informação e omissão dos fatos, como já vimos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;O blog "Sete Antigos Heptá", evangélico e defensor do Criacionismo da Terra Jovem, apresentou um artigo fraudulento (você não leu errado, é "fraudulento" mesmo) que aos olhos de um leigo parece revelador, mas que na realidade é um dos artigos mais &lt;u&gt;desonestos e desrespeitosos &lt;/u&gt;que existem do tema Criação X Evolução. O referido texto se encontra neste link: &lt;a href="http://seteantigoshepta.blogspot.com/2009/09/tiktaalik-roseae-mais-uma-fraude-dos.html"&gt;http://seteantigoshepta.blogspot.com/2009/09/tiktaalik-roseae-mais-uma-fraude-dos.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Neste artigo (onde ele chama os&amp;nbsp;cientistas que estudaram o&amp;nbsp;achado&amp;nbsp;de mentirosos, enganadores, "caras de pau", etc...) ele faz comparações de fotos e argumenta de uma forma sarcástica e desrespeitosa. Abaixo vamos ver os argumentos usados e simplesmente desbancar cada um deles...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;A princípio ele mostra as fotos dos fósseis do Tiktaalik e diz que seus fósseis são muito "pobres" (de uma forma sarcástica) a reconstrução feita dele em vida é uma piada. Bom, vamos analisar&amp;nbsp;uma foto de outro fóssil deste mesmo peixe, que foi achado, para ver o&amp;nbsp;que ele diz ser uma piada:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;img height="340" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/6/63/Tiktaalik_roseae.jpg" width="640" /&gt;&lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/6/63/Tiktaalik_roseae.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Consegue reparar nas escamas e no formato da cabeça? Observe as nadadeiras também...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Claro, o fóssil sofreu uma certa erosão. Mas mesmo assim dá para se imaginar como esse bicho era em vida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Agora compare a reconstrução dele em vida (abaixo) com&amp;nbsp;a foto do fóssil acima:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;img class="CSS_LIGHTBOX_SCALED_IMAGE_IMG" closure_uid_x1y7a="172" height="290" src="http://4.bp.blogspot.com/_4jCJsRzxVo0/SrAyPnxHEqI/AAAAAAAADFI/Qm7KjcBVnoQ/s1600/Tiktaalik+f%C3%B3ssil+8.jpg" style="height: 290px; width: 400px;" width="400" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Observe que não há nada de "piada" na reconstrução deste fóssil. Paleoarte não é algo que é feito de qualquer jeito. Essa réplica, no caso, é um protótipo da espécie, e não algo feito pela Nature; sendo que este protótipo, para ser concebido, precisou de muito estudo em cima do fóssil, ou seja, não foi algo do tipo "opa, vamos imaginar que ele tenha sido assim!", diferente do que aquele artigo quer fazer com que pareça, tendenciosamente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Mas essa não é a pior parte.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;O autor do texto, chamado "Bruno Guerreiro", após tentar mostrar que o fóssil é uma piada, mostrou uma lista com vários "peixes-gato" e afirmou que todos eles podem ser considerados "Tiktaaliks", tentando provar que aquele fóssil é de um peixe gato apenas. E ainda o faz de uma forma terrivelmente sarcástica, dizendo "olha aí mais um Tiktaalik" e fazendo "piadinhas" com isso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Pra começar, nenhum dos peixes mostrados são Tiktaaliks. Todas as espécies apresentadas pertencem a espécies, gêneros e famílias diferentes das do Tiktaalik que, segundo estudos anatômicos do fóssil, foi um sarcopterígio, um peixe pulmonado da mesma família que o Panderychthis. Dentre as espécies apresentadas como "Tiktaaliks vivos", foi mostrado o Pirarara (&lt;i&gt;Phractocephalus hemioliopterus&lt;/i&gt;), a Pirambóia (&lt;i&gt;Lepidosiren paradoxa&lt;/i&gt;) , o Peixe-sapo (&lt;i&gt;Pseudopimelodus raninus&lt;/i&gt;), etc...&lt;br /&gt;Enfim, só nessa citação temos três peixes de três ordens diferentes: o primeiro é da ordem dos Siluriformes, o segundo é da ordem dos Batrachoidiformes, e dos Lepidosireniformes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Logicamente deles são Tiktaalik roseae, que pertenceu á ordem dos Panderictídeos (a mesma do Panderichthys); além disso o Tiktaalik tinha características próprias de Sarcopterígio, como as nadadeiras lobadas (observe-as na foto do fóssil e compare com as do Panderychthis), e ainda tem mais: o tiktaalik tinha algumas características exclusivas do gênero, como a presença de um pescoço móvel, que o permitia rotacionar a cabeça sem com isso precisar fazê-lo com o corpo. Nenhum peixe gato e nenhum peixe pulmonado moderno apresenta essas características.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;portanto, o artigo é simplesmente uma &lt;b&gt;fraude criacionista&lt;/b&gt;. Das piores, eu diria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, não existe somente esta argumentação contra o Tiktaalik. Em um artigo do site Darwinismo, foi dito o seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;"Três biólogos europeus estudaram o fóssil (alegadamente) transicional e chegaram à conclusão que, se este fóssil é um elo na evolução de peixe para animal terreste, as suas características estão fora de sequência e todas misturadas.&lt;/i&gt;"&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;No site &lt;i&gt;creation.com&lt;/i&gt;, é mostrado o estudo desses europeus parcialmente e é dissertado em cima, mostrando as falhas na interpretação do Tiktaalik. Na realidade, o nível da argumentação apresentada é o mesmo dos argumentos contra o Archaeopteryx... Acontece que realmente alguns fatos a respeito do Tiktaalik enquanto transicional ainda estavam ausentes, como a questão das nadadeiras, por exemplo. Essas questões, surpreendentemente, foram respondidas com o fóssil que veremos a seguir...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;DELIRANDO COM O VENTASTEGA&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://scienceblogs.com/pharyngula/2008/06/27/ventastega.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="195" src="http://scienceblogs.com/pharyngula/2008/06/27/ventastega.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;Depois do Tiktaalik, foi anunciado a "descoberta" de outra espécie de peixópode (tradução de Fishapod, como esses peixes são conhecidos popularmente em inglês) que estaria um estágio depois do Tiktaalik, chamado &lt;i&gt;Ventastega curonica&lt;/i&gt;. A conservação dos ombros, do crânio e da pélvis do novo achado explicava muitas coisas "pendentes" np Tiktaalik. E, claro, o alarde sobre ele, no mundo do&amp;nbsp;criacionismo, também foi similar ao que aconteceu com o Tiktaalik, porém dessa vez encontramos as argumentações contra este fóssil em outro site: A lógica do Sabino.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Este site possui exelentes estudos bíblicos, de fato, porém em relação aos estudos que envolvem criacionismo e evolucionismo, o site é tão sarcástico e&amp;nbsp;falacioso quanto aquele artigo sobre o Tiktaalik que vimos. E por que com o Ventastega seria diferente?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Analisemos as conclusões que o autor Marcos Sabino (um Criacionista da Terra Jovem formado em jornalismo)&amp;nbsp;tirou sobre o Ventastega,&amp;nbsp;uma a uma:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;- O autor disse que&amp;nbsp;o texto alegava que o&amp;nbsp;Ventastega&amp;nbsp;tinha sido&amp;nbsp;um “beco sem saída evolutivo”.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Esse termo realmente foi utilizado pelo autor da descoberta, porém ele quer dizer que o Ventastega já era mais preparado para a terra anatomicamente do que para a água. Não é algo que contraria estudo nenhum...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;- O autor afirmou que o&amp;nbsp;Ventastega foi colocado antes do Tiktaalik, no entanto, este último é uma forma mais primitiva;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Não. O Ventastega não foi colocado antes do Tiktaalik, mas sim depois, exatamente como a data dos fósseis aponta (380 milhões de anos para o Tiktaalik, 365 milhões de anos para o Ventastega). Basta olhar a esquematização feita dos fósseis para ver quem vem primeiro e quem vem depois:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img height="148" src="http://scienceblogs.com/pharyngula/2008/06/27/ventastega_skull_comp.jpg" width="400" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é dito no texto que conta a descoberta recente sobre o Ventastega, porém, é que o Ventastega não é um anfíbio completo, mas sim uma forma mais primitiva. Literalmente, um peixe-anfíbio.&amp;nbsp;Como Ahlberg, o autor da descoberta, mesmo disse:&amp;nbsp;&lt;i&gt;"O&amp;nbsp;Ventastega preenche a lacuna entre o Tiktaalik e os primeiros mamíferos terrestres.".&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Á propósito, é importante deixar claro a questão das lacunas também. A evolução é um fato comprovado diante das centenas de transicionais já encontrados, que indicam que realmente houve esse fenômeno no passado que deu origem ás espécies de hoje (fenômeno este pode ser comprovado que foi conduzido por um agente externo inteligente, que para mim foi Deus). O que ainda encontra-se em estudo é a respeito dos detalhes de como esse processo aconteceu nos seres vivos. Quando diz-se que o Ventastega preencheu uma lacuna, é que ele por si só esclareceu com detalhes quais transformações&amp;nbsp;o gênero&amp;nbsp;Tiktaalik pode ter sofrido com o tempo para que seus descendentes fossem classificados no grupo dos anfíbios. Ou seja, o Ventastega não é O elo perdido, mas sim apenas mais um "pra entrar na coleção".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;- O autor alegou que o fóssil do Ventastega resume-se ao crânio, ombro e parte da pelvis, logo a reconstrução do animal como transicional é tendenciosa.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Aí é que mora a desinformação. A espécie &lt;i&gt;Ventastega curonica&lt;/i&gt; foi divulgada na mídia recentemente mas outros fósseis de Ventastega e de&amp;nbsp;criaturas similares ao mesmo (que podem ser aliás&amp;nbsp;do mesmo gênero)&amp;nbsp;&lt;b&gt;já haviam sido encontrados antes&lt;/b&gt;, em&amp;nbsp; 1977 (uma única mandíbula, sendo o animal também chamado de &lt;i&gt;Metaxygnathus&lt;/i&gt;) e em 1994&amp;nbsp;(veja &lt;a href="http://palaeos.com/vertebrates/sarcopterygii/metaxygnathus.html#Metaxygnathus"&gt;aqui&lt;/a&gt;).&amp;nbsp;No entanto&amp;nbsp;os cientistas originalmente o classificaram como anfíbio. Veja abaixo uma ilustração que mostra os fósseis encontrados em 1994:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://www.nhm.ac.uk/science/intro/palaeo/project5/" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img align="right" alt="Ventastega skull" border="2" class="rightalign" height="239" src="http://palaeos.com/vertebrates/sarcopterygii/images/VentastegaSkull.jpg.pagespeed.ce.ZtxAZJ7O-D.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="background-color: #ffcc99;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Os fósseis encontrados recentemente na Letônia&amp;nbsp;e os estudos mais recentes em torno&amp;nbsp;do &lt;i&gt;Ventastega curonica&lt;/i&gt;,&amp;nbsp;no entanto, lançaram uma luz enorme sobre&amp;nbsp;este gênero, comprovando que o animal foi um peixe e (graças aos estudos em torno dos&amp;nbsp;ossos da pélvis e dos ombros) comprovou-se que o animal conseguia ter locomoção e como deu-se a transformação da bacia de peixe para anfíbio. Além disso, em fósseis anteriores já haviam sido encontrados as "nadadeiras". O Ventastega tinha vários dedos nas patas.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;- O autor alegou que restos fósseis do Ventastega foram descobertos em areia que, apesar de supostamente terem 365 milhões de anos, por alguma razão, não solidificaram em rocha;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Errado. Os fósseis do Ventastega não foram encontrados em areia "atual". Ela estava compactada em rocha mas devido a algum agente natural (possivelmente chuva) umedeceu, e como o descobridor do fóssil disse, poderia ser escavada com uma&amp;nbsp;faca de manteiga.&amp;nbsp;E a perfeita conservação dessa areia ao longo de todo esse tempo se deve ao local onde os fósseis foram achados: um lugar muito calmo, que&amp;nbsp;foi desse jeito desde o final do Devoniano. Justamente por isso, o resto de seus fósseis foram muito bem conservados, sem estar achatado ou coisa parecida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- No texto, o autor diz o seguinte: "&lt;i&gt;Vejamos… este fóssil foi encontrado em rochas do período Devoniano (entre 416 e 359 milhões de anos atrás), logo a sua “idade” tinha de estar compreendida entre este período. Quando o evolucionista procura restos fósseis em X camada com idade compreendida entre Y e Z, todos os restos fósseis que lá estejam só podem ter entre Y e Z idade, caso contrário algo não está certo, não é? Por sua vez, quaisquer restos fósseis encontrados em estratos geológicos com 300 ou 400 milhões de anos só podem provar uma de duas coisas: evolução ou evolução… não há outra hipótese. Uma vez que a Evolução 'está mais que provada', só o podem fazer, não é?&lt;/i&gt; ”&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div align="left"&gt;﻿A lógica proposta aqui, na verdade, não faz sentido. Ora, claro que um fóssil em determinada camada com determinada idade radiométrica terá aquela idade, afinal não tem como um fóssil mais recente estar envolto em camada mais velha. Mas veja bem: estava se prevendo que seriam encontrados em estratos geológicos com 300 ou 400 milhões de anos formas transicionais entre peixes e anfíbios. Até aí tudo bem. Mas e se ao invés de se achar essa criatura (Ventastega) fosse encontrado um dinossauro, por exemplo, que não tem nada a ver com a evolução peixe-tetrápode? Bom, se a evolução não aconteceu e a Terra tem apenas 6 mil anos de&amp;nbsp;idade então&amp;nbsp;seria altamente provável que algo assim&amp;nbsp;acontecesse, ou&amp;nbsp;seja, a chance de no&amp;nbsp;substrato aparecer&amp;nbsp;exatamente um animal com características mestiças entre peixe e anfíbio, nesse caso,&amp;nbsp;seria de 1 em 1000000. Mas foi o que aconteceu? o&amp;nbsp;Ventastega foi achado e o estudo com base na evolução simplesmente acertou em cheio. O que seria coincidência demais caso a evolução e o modelo&amp;nbsp;geocronológico fossem farsas, como o autor do artigo criacionista afirma,&amp;nbsp;não é mesmo?&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;IGNORANDO MAIS ALGUNS FÓSSEIS&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Os primeiros anfíbios catalogados, muito conhecidos na paleontologia, foram o Acanthostega e o Ichtyostega. Estes seriam os antepassados diretos de toda a fauna de anfíbios que já esteve neste planeta. Eu mesmo achava eles muito interessantes quando criança, e continuo achando. E por quê? Pela semelhança desses gêneros com os peixes pulmonados, que aliás, é impressionante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-k7oio4HJkLA/TwEAAc5-WfI/AAAAAAAAAPk/VKJeim_OoM8/s1600/Sem+t%25C3%25ADtulo2.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="153" src="http://2.bp.blogspot.com/-k7oio4HJkLA/TwEAAc5-WfI/AAAAAAAAAPk/VKJeim_OoM8/s320/Sem+t%25C3%25ADtulo2.png" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;O mais antigo, Acanthostega, viveu na América do Norte e apresentava semelhanças anatômicas incríveis com os peixes pulmonados; suas patas inclusive eram ainda primitivas, com oito dígitos. Já o Ichthyostega, contemporâneo do Acanthostega, tinha um aspecto mais de anfíbio do que de peixe, mas ainda lembrava em muitas coisas os peixes pulmonados (obs: as patas dianteiras do Ichthyostega não foram encontradas mas pode-se ter uma noção de como seriam com base no Acanthostega).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas... existe algum argumento contra esses transicionais?&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Não. É dito que eles eram apenas "anfíbios incomuns". Mas então por que justamente eles possuem essas características, e pior, apontam uma evolução notável se colocados perto com os fósseis do Tiktaalik e do Acanthostega? Em outras palavras, esses fósseis, que evidenciam a origem dos tetrápodes a partir de peixes pulmonados, não foram até hoje refutados pelos criacionistas. Apenas são &lt;b&gt;ignorados&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;O TETRÁPODE (?) DA POLÔNIA&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recentemente, porém, uma matéria publicada pela FAPESP fez com que os criacionistas proclamassem a crise do Darwinismo e declarassem com voz firme que o Tiktaalik e o Panderichthys não são transicionais de jeito nenhum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O artigo diz o seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2010/01/imagens/pegadastetrapode02.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2010/01/imagens/pegadastetrapode02.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;i&gt;Agência FAPESP – Uma descoberta feita na Polônia acaba de virar de cabeça para baixo a história evolutiva dos vertebrados terrestres de quatro membros, ou tetrápodes.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Um grupo de cientistas concluiu que pegadas encontradas em uma montanha no sudeste do país têm cerca de 395 milhões de anos, ou seja, foram feitas 18 milhões de anos antes do que se estimava ter sido a origem dos tetrápodes. A descoberta foi publicada na edição desta quinta-feira (7/1) da revista Nature.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Per Ahlberg, da Universidade de Uppsala, na Suécia, e colegas da Universidade de Varsóvia descrevem no artigo rastros de tamanhos e características variadas, bem como um número de registros isolados de até 26 centímetros de largura, o que indica que os animais teriam cerca de 2,5 metros de comprimento.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Os rastros do Devoniano Médio têm marcas distintas de membros superiores e inferiores e não trazem evidência de marcas do corpo. Ou seja, o animal era quadrúpede e não rastejava.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Os cientistas estimam que os tetrápodes tenham evoluído dos peixes por meio de um estágio intermediário, conhecido como elpistostege, cujos representantes tinham cabeça e corpo de quadrúpede, mas com características de peixes, como nadadeiras no lugar das patas.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;As marcas fossilizadas encontradas na Polônia têm pelo menos 10 milhões de anos a mais do que os mais antigos fósseis de elpistostege até hoje descobertos.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;De acordo com os autores do novo estudo, a descoberta sugere que os exemplares de elpistostege encontrados não eram as formas de transição entre peixes e tetrápodes como se imaginava. Segundo eles, isso mostra o pouco que ainda se sabe sobre a história primordial dos vertebrados terrestres.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;O artigo Tetrapod trackways from the early Middle Devonian period of Poland (Vol 4637 January 2010 doi:10.1038/nature08623), de Per Ahlberg e outros, pode ser lido por assinantes da Nature em www.nature.com. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, esse artigo é na verdade muito tendencioso... Pegando os textos originais em sua fonte (que você acha &lt;a href="http://cienciaxreligiao.blogspot.com/2010/01/alarde-criacionista-quanto-suposta.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;), a conclusão é outra: os cientistas não estão certos de que esses fósseis pertenceram a tetrápodes, justamente porque não&amp;nbsp;foi encontrado esqueleto nenhum. E mesmo que se encontre o esqueleto de quem deixou o rastro, a história da evolução dos tetrápodes apenas será reformulada, ou seja, por enquanto o Tiktaalik e o Panderichthys continuam válidos. E ainda, ajustes na escala evolutiva são comuns e conforme novos fósseis são achados é normal que esta seja ajustada, afim de entendermos melhor como ela aconteceu, pois, os estudos iniciais no tema já deixam claro que o processo existe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há muito a ser estudado ainda a respeito destas pegadas, e tem um detalhe: Essas pegadas podem muito bem ter pertencido a um peixe pulmonado da família do Tiktaalik, ou mesmo ao próprio Tiktaalik!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo&amp;nbsp;os descobridores do Tiktaalik a&amp;nbsp;respeito das pegadas na polônia:&amp;nbsp;“A anatomia do esqueleto, e muito menos as relações evolutivas do animal que fez as trilhas é difícil de interpretar através das impressões.” Ele diz que um modelo de esqueleto Tiktaalik iria produzir uma impressão muito semelhante à do traçado descrito no artigo. Assim “não há nada na anatomia descrita Tiktaalik que sugere que não tinha um passo”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concluindo: provavelmente foi um Tiktaalik ou parente do mesmo que deixou estes rastros, &lt;b&gt;e não um tetrápode como o Ichthyostega.&lt;/b&gt; E mais uma vez toda a argumentação criacionista sobre o tetrápode da polônia&amp;nbsp;se mostra equivocada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;ANIMAIS MOSAICOS?&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Estamos diante de alguns fatos agora:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- O Eusthenopteron apresenta traços, realmente, de anfíbio;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- O Panderichthys apresenta um misto de características de peixe com anfíbio;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- O Tiktaalik realmente apresenta um misto de características de&amp;nbsp;peixe com anfíbio mais ainda que o Panderichthys;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- O Ventastega apresenta ainda mais essa mistura, mas parece mais com anfíbio do que com peixe&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- O Acanthostega já é anfíbio mas tem característica de peixes,&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- O Ichthyostega já é anfíbio mas tem característica de peixes;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- As pegadas na polônia foram feitas por um animal provavelmente semelhante ao Tiktaalik,&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de tudo isso, ainda falta mais algum contrargumento criacionista? Sim, existe uma "carta na manga" pra esse caso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os criacionistas, diante de tudo isso, interpretaram esses fósseis como sendo de "criaturas-mosaico", ou seja, que possuem características encontradas em vários tipos de animais, mas que em si mesmo não são transicionais, como é o caso do Ornitorrinco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa seria uma boa escapatória. Mas há alguns fatos que desqualificam esses tetrápodes e peixes basais como simplesmente mosaicos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ornitorrinco é classificado como "animal mosaico" por parecer uma mistura de mamífero (corpo) com ave (bico). O problema é que a aparência de mistura de duas espécies é externa, ou seja, não diz respeito a sua estrutura interna. Ou seja, todo o seu esqueleto possui apenas características de mamífero,&amp;nbsp;e de ave teria apenas o "bico", mas nem assim pode ser considerado porque o bico dele é diferente do das aves. Basta comparar o crânio do Ornitorrinco com o de um pato para ver a diferença:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.boneclones.com/images/bc-026-lg.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="148" src="http://www.boneclones.com/images/bc-026-lg.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.dappercadaver.com/product_images/a/547/Domestic_Duck_Skull_30__29310_zoom.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="135" src="http://www.dappercadaver.com/product_images/a/547/Domestic_Duck_Skull_30__29310_zoom.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;O mesmo ocorre com o dinossauro Psittacosaurus. A sua cabeça parece a de um papagaio, porém quando comparamos os seus fósseis com o crânio de um papagaio, vemos que são parecidos mas logicamente são de grupos diferentes no que diz respeito aos traços anatômicos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://farm7.static.flickr.com/6044/6222156595_30fa5faaa4.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="209" src="http://farm7.static.flickr.com/6044/6222156595_30fa5faaa4.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E por que o Tiktaalik, por exemplo, é diferente? É que se compararmos os ossos dele com o do Acanthostega veremos que a semelhança vai além da aparência. Ela chega a adentrar na questão anatômica e filogenética. A mesma coisa acontece&amp;nbsp;com o&amp;nbsp;Eusthenopteron, o Panderichthys, o Ichtyostega e o Ventastega. Além disso, há também outro fator que desqualifica o Tiktaalik e o Acanthostega, por exemplo, como mosaicos: Acontece que o Acanthostega também possui características "únicas" do Tiktaalik, e o Tiktaalik, por sua vez, possui características "únicas" do Acanthostega. Por fim, as características desses fósseis é exatamente o que se esperava a respeito da evolução desses seres, ou seja, era exatamente isso que deveria ser encontrado no registro fóssil segundo estudos de anatomia comparada entre peixes e anfíbios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E tem mais um detalhe: todos esses fósseis foram datados radiometricamente do período do qual acredita-se que os primeiros anfíbios tiveram&amp;nbsp;origem, ou seja, o Devoniano. Seria muita coincidência todos eles serem dessa época, caso fossem apenas mosaicos, uma vez que estes aparecem somente nas camadas do Devoniano, não é mesmo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, tudo indica que esses fósseis não são categorizados como o Ornitorrinco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;TEM MAIS?&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Por incrível que pareça, ainda, existem outros fósseis de peixes metade anfíbio que os criacionistas jamais mencionaram ou contrargumentaram:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Gogonasus&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.portalciencia.net/images/gogonasus.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://www.portalciencia.net/images/gogonasus.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;O Gogonasus nunca foi criticado por nenhum criacionista. a cabeça desse peixe parece um misto da do&amp;nbsp;Eusthenopteron com a do Panderichthys, ou seja, algo que realmente se esperava encontrar no registro fóssil. Ele data da mesma época do Panderichthys, o que indica que possivelmente ele pode ter um parentesco próximo como este, uma vez que a evolução ocorreu nas populações de espécies, por meio de "micro-evoluções", e não ocorreu de forma linear.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Hyneria&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Hyneria foi um peixe da mesma família que o Eusthenopteron, mas muito maior. No entanto, era uma espécie que foi contemporânea dos primeiros anfíbios, ou seja, um "fóssil vivo" para a época. Os seus fósseis são muito escassos, temos apenas alguns ossos, seus dentes e as suas barbatanas. Seus fósseis indicam que suas barbatanas eram tão potentes quando as do Eusthenopteron.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Tulerpeton e Hynerpeton&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas duas criaturas, conhecidos por poucos fósseis, tinham ossos muito parecidos com os do Ichtyostega. Possivelmente, pertenceram á mesma família que ele e se pareciam com ele.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;CONCLUSÃO&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Tudo o que foi mostrado aqui indica apenas uma coisa: a transição do peixe para o anfíbio está sim bem documentada e toda a argumentação criacionista contra isso é distorcida. Eu fico realmente admirado com estas espécies e como Deus foi conduzindo suas transformações; é algo realmente espetacular. Mas por outro lado fico muito desapontado em ver criacionistas evangélicos agirem desta forma. Que testemunho de cristão é esse?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com essa ação dos criacionistas, a imagem da população evangélica fica cada vez mais manchada para aqueles que conhecem a Deus, ou seja, quanto mais o criacionismo age assim, mais difícil será de um ateu vir conhecer a Cristo, uma vez que o criacionismo usa mentiras para defender a Bíblia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como eu já disse em outro texto, a existência de transicionais no passado e da ligação evolutiva entre grupos distintos de animais não coloca o Gênesis no lixo, aliás muito pelo contrário: esses estudos e essas descobertas nos ajudam a compreender melhor como foi que Deus criou as espécies de animais, ou seja, como é que as coisas se formaram pela Sua Palavra. O cristão não deve se abalar com as evidências da evolução, mas sim entendê-las e tentar estabelecer qual paralelo tais evidências possuem com o que a Bíblia nos revela. É isso o que deve-se fazer, mas tem poucos atualmente, infelizmente, que assim o faz.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;BIBLIOGRAFIA&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20100712172002AAmVc44"&gt;http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20100712172002AAmVc44&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://cienciaxreligiao.blogspot.com/2010/01/alarde-criacionista-quanto-suposta.html"&gt;http://cienciaxreligiao.blogspot.com/2010/01/alarde-criacionista-quanto-suposta.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://designinteligente.blogspot.com/2010/01/o-falhanco-evolucionista-do-tiktaalik.html"&gt;http://designinteligente.blogspot.com/2010/01/o-falhanco-evolucionista-do-tiktaalik.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://alogicadosabino.wordpress.com/2008/07/18/ventastega-outro-delirio-evolucionista/"&gt;http://alogicadosabino.wordpress.com/2008/07/18/ventastega-outro-delirio-evolucionista/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://seteantigoshepta.blogspot.com/2009/09/tiktaalik-roseae-mais-uma-fraude-dos.html"&gt;http://seteantigoshepta.blogspot.com/2009/09/tiktaalik-roseae-mais-uma-fraude-dos.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://yourwebapps.com/WebApps/mail-list-archive.cgi?list=65673;newsletter=1358"&gt;http://yourwebapps.com/WebApps/mail-list-archive.cgi?list=65673;newsletter=1358&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://darwinismo.blogs.sapo.pt/424066.html"&gt;http://darwinismo.blogs.sapo.pt/424066.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://creation.com/tiktaalik-roseae-a-fishy-missing-link"&gt;http://creation.com/tiktaalik-roseae-a-fishy-missing-link&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://criacionistaconsciente.blogspot.com/2010/11/serie-criacionismo-fosseis-v.html"&gt;http://criacionistaconsciente.blogspot.com/2010/11/serie-criacionismo-fosseis-v.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://cienciaxreligiao.blogspot.com/2010/01/alarde-criacionista-quanto-suposta.html"&gt;http://cienciaxreligiao.blogspot.com/2010/01/alarde-criacionista-quanto-suposta.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://ceticismo.net/search/sabino/feed/rss2/"&gt;http://ceticismo.net/search/sabino/feed/rss2/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://ceticismo.net/search/sabino/feed/rss2/"&gt;http://ceticismo.net/search/sabino/feed/rss2/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://calaabocadarwin.blogspot.com/2010/07/tiktaalik-e-panderichthys.html"&gt;http://calaabocadarwin.blogspot.com/2010/07/tiktaalik-e-panderichthys.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.missaojovem.org/noticias/48/comentario-da-scb-sobre-o-novo-elo-perdido.html"&gt;http://www.missaojovem.org/noticias/48/comentario-da-scb-sobre-o-novo-elo-perdido.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Panderichthys"&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Panderichthys&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img height="43" src="http://devonianlife.com/Eusthenopteron%202.jpg" style="filter: alpha(opacity=30); left: 363px; mozopacity: 0.3; opacity: 0.3; position: absolute; top: 2629px; visibility: hidden;" width="96" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4928088434411239410-5342494886522479933?l=genesisum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://genesisum.blogspot.com/feeds/5342494886522479933/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://genesisum.blogspot.com/2011/12/mentira-por-tras-do-criacionismo-12.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4928088434411239410/posts/default/5342494886522479933'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4928088434411239410/posts/default/5342494886522479933'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://genesisum.blogspot.com/2011/12/mentira-por-tras-do-criacionismo-12.html' title='A Mentira Por Trás do Criacionismo 12: Peixe X Anfíbio'/><author><name>gênesis 1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12125497197670078993</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-cXkweR5QUrI/TwD_WLPfOsI/AAAAAAAAAPY/iqWyvKmVws8/s72-c/Sem+t%25C3%25ADtulo.png' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4928088434411239410.post-6219484748598438557</id><published>2011-12-01T02:34:00.001-08:00</published><updated>2012-01-06T10:46:00.134-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='teologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Deus'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='bíblia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='evolução'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='criação'/><title type='text'>A Teoria da Evolução segundo a Bíblia</title><content type='html'>Atualmente, muitos pastores e teólogos procuram frizar muito com&amp;nbsp;que a teoria da evolução é totalmente contrária a Bíblia. Não obstante, muitos também afirmam que a Bíblia, em algumas de suas passagens, consegue se antecipar á alguns fatos descobertos pela ciência. Em outras palavras, a lei da gravidade, o ciclo hidrológico, a paleontologia, a arqueologia, a esfericidade da Terra, etc, todos esses assuntos são apoiados e antecipados na Bíblia - todos menos a Teoria da Evolução. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por causa da negligência a Deus por parte do naturalista inglês Charles Darwin, a evolução tem sido a bandeira principal do ateísmo e também uma teoria totalmente contrária a Bíblia e a idéia de Deus. Alguns chegam a usar até o slogam "Deus versus Darwin", como se a Palavra de Deus e a Teoria da Evolução fossem verdadeiros opostos um do outro. Mas será que um é realmente o oposto do outro? Será que ambos não possuem algum ponto em comum? Poucas pessoas pararam para fazer esse paralelo. A idéia, então, consiste em pegar as principais leis da Teoria da Evolução e confrontá-las minuciosamente com o que a Bíblia diz, da mesma forma que já foi feito com algumas leis da Física. Dá a impressão de que encontraremos muitos erros... Mas na verdade, não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afirmar que a Bíblia está de acordo com a macroevolução das espécies, também, para muitos deve ser igual a dizer que dá para acender um fósforo dentro de uma piscina cheia de água. Pensar assim, porém, se deve á imagem que o criacionismo, especialmente o da Terra Jovem, tem pintado da evolução, como uma tese maligna, atéia,&amp;nbsp;mentirosa, anticientífica&amp;nbsp;e fruto de uma conspiração contra a tese bíblica. Mas a coisa não é bem assim; na realidade essa imagem degenerada que é passada da evolução é basicamente falsa. Isso acontece porque não se sabe diferenciar "Neodarwinismo" de "Evolução". O Neodarwinismo é uma tese que tenta explicar como e por quê a evolução acontece nas espécies (sendo assim, ela pode conter alguns&amp;nbsp;erros também), mas que geralmente é defendida por ateus justamente por não levar em conta a questão espiritual; já a evolução, em si, é apenas o mecanismo evidenciado pelos fósseis, pelo DNA, pela anatomia comparade, etc que gera novas espécies, sendo que a respeito desse mecanismo sabemos que realmente acontece, não é fictício.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por incrível que pareça, os fatos e leis que permeiam a evolução são evidenciados na Bíblia também, tal como a descrição da Terra redonda e a Gravidade. Veja algumas delas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;LEI DA ORIGEM COMUM UNIVERSAL&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Muitos criacionistas afirmam que a teoria da evolução é "apenas uma teoria", que não foi comprovada, diferentemente de uma lei. Afirmar isso é um erro crasso, pois a teoria da evolução é uma teoria científica composta de várias leis, todas elas comprovadas (teoria científica é diferente de teoria popular). Uma das mais citadas é a Lei da Origem Comum Universal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa lei postula que todos os organismos na Terra descendem de um ancestral comum ou de um pool de genes ancestral.Ela foi, a princípio, formulada por Charles Darwin e todos os biólogos são unânimes a respeito dela, á excessão, claro, dos criacionistas. Dentre as evidências científicas dessa lei temos a universalidade do código genético, a possibilidade de se traçar uma árvore filogenética com base nas similaridades do DNA, dentre outras. Uma das mais relevantes evidências é pela estatística. Em 2010, Douglas L. Theobald publica um estudo na Nature avaliando a probabilidade de que toda a vida descendia ou de vários organismos ou de um único, tendo em conta a possibilidade de transferência horizontal de genes e sem partir do pressuposto que semelhança nas sequências de aminoácidos implique relação de parentesco genético. O investigador estudou 23 proteínas diferentes de 12 espécies dos três domínios da vida, incluindo o &lt;i&gt;Homo sapiens&lt;/i&gt;, a levedura, o bacilo da tuberculose e o &lt;i&gt;Archaeoglobus fulgidus&lt;/i&gt;. Os seus resultados indicam que a probabilidade de uma origem comum universal é 10&lt;sup&gt;2860&lt;/sup&gt; maior do que a hipótese de haver mais do que um ancestral comum. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seu livro A origem das espécies, Darwin chegou a alegar que quando pensava nos seres vivos não como criações especiais, mas como descendentes diretos de seres primordiais, estes lhe pareciam "mais nobres". Essa afirmação do naturalista inglês pode nos fazer pensar que essa lei é contrária ao que diz a Bíblia. Aliás, para muitos criacionistas essa lei é absurda. Mas o mais surpreendente é que a Bíblia já falava de Origem Comum Universal muito antes de Darwin publicar seus estudos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em &lt;strong&gt;Eclesiastes 3:20&lt;/strong&gt;, Salomão diz o seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&lt;i&gt;Todos vão para um lugar; &lt;b&gt;todos foram feitos do pó&lt;/b&gt;, e todos voltarão ao pó.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Essa afirmação atesta claramente que tanto o corpo físico do homem quanto o de&amp;nbsp;todos os outros animais, ao término da vida, retornam para onde vieram, ou seja, o pó da terra. Não precisa forçar muito a mente para percebermos que nesse trecho já está explíscito a Origem Comum Universal: todos os seres vivos, incluindo o homem, tiveram uma mesma origem - o pó da terra. Essa lei, sendo assim, está em conformidade com o que diz na Bíblia, e para completar, os estudos mais recentes sobre o tema indicam que a argila foi um dos principais componentes do pool de genes ancestral que deu origem á toda nossa diversidade. Claro, a Bíblia deixa claro também que o autor dessa origem da vida e seu desenvolvimento foi Deus. Outras passagens relacionadas são &lt;strong&gt;Gênesis 2,7, Gênesis 2,19 e Gênesis 3,19&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;A POSIÇÃO DO SER HUMANO&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Não obstante, em &lt;strong&gt;Eclesiastes 3:18 - 21&lt;/strong&gt; o autor deixa claro algo que foi afirmado por Darwin e que chocou o clero daquela época: o homem é um animal. Muitos cristãos, se escandalizando com essa afirmação bíblica, dizem que esse trecho da Bíblia não foi inspirado por Deus, contrariando a idéia da inerrância bíblica. Mas basta analisar seu contexto com atenção para percebemos que essa passagem diz respeito á parte física do homem apenas, e não da parte espiritual, a parte que conforme &lt;strong&gt;Gênesis 2:7&lt;/strong&gt; Deus soprou nas narinas do primeiro homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A origem dos seres humanos de acordo com os estudos da evolução é outro ponto que possui muita coisa a ver com a Bíblia. A Palavra de Deus especifica que o homem foi criado a partir do barro, mas não explica como Deus fez "barro virar gente". para alguns judeus e teólogos atuais, a teoria da evolução é a melhor explicação científica de como isso aconteceu, visto que a Bíblia, em Gênesis 2, não diz quanto tempo Deus usou para criar o homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como aponta a teoria da evolução, o homem, de acordo com a Bíblia, foi uma das mais recentes espécies a aparecer na Terra. E assim como apontam os primeiros capítulos de Gênesis, existiram outras raças humanas na terra no princípio, sendo que apenas a nossa espécie sobreviveu (a Bíblia afirma que a extinção das espécies anteriores foi por conta do Dilúvio). Tal relato é muito parecido com o que as pesquisas mais recentes apontam com relação ao&amp;nbsp;convívio entre Neanderthais e Homo Sapiens.&amp;nbsp;Mais detalhes sobre esse ponto você pode ler &lt;a href="http://genesisum.blogspot.com/2011/02/estudando-origem-do-homem-parte-1.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;O GRADUALISMO EVOLUTIVO&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Outro ponto que podemos notar uma relação com o que ensina a teoria da evolução e a Bíblia é com relação ao gradualismo. Ao contrário do que muitos podem pensar, uma análise bem minuciosa - e um pouquinho mais literal - do texto do livro de Gênesis aponta mais para uma criação gradual do que para uma que aconteceu num "puf" (criação especial).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra começar, o texto de Gênesis 1 deixa claro que tudo foi criado gradualmente: primeiro a Terra, depois os vegetais, depois os tipos modernos de animais, e o homem. Se considerarmos os dias de gênesis como dias terrenos ainda pode-se notar essa gradualidade. Mas quando consideramos que os dias de Gênesis foram no tempo de Deus (o que é mais provável), o gradualismo fica ainda mais destacado. Claro, é de conhecimento que fora o gradualismo existem também outros "ritmos evolutivos" comprovados que podem ter atuado no passado, como por exemplo a tese do Equilíbrio Pontuado. A Bíblia, contudo, não nega o gradualismo e nenhum ritmo evolutivo, porém alega que foi Deus quem conduziu todo esse processo. E conduzir, nesse caso, não é exatamente apenas "dar o ponto de partida", mas sim conduzir passo-a-passo, selecionando os genes para que novos seres sejam criados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma prova bíblica de que provavelmente foi dessa forma que a criação se desenvolveu está no &lt;strong&gt;Salmo 139&lt;/strong&gt;, onde diz que Deus forma os ossos do ser humano no ventre de sua mãe. Ora, se hoje com a ciência moderna sabemos que os ossos e todo o organismo é formado por leitura do código genético, nada mais justo que admitir que&amp;nbsp;Deus é quem "molda" nosso DNA, e isso é algo que não se pode provar cientificamente mas também não se pode contradizer cientificamente, pois já parte para uma questão mais espiritual do que científica. E juntando isso com o fato de que a Bíblia diz que Deus formou todos os seres vivos a partir do pó, como vimos anteriormente, temos nada mais nada menos que a evidência bíblica de transformação nas espécies ("desenhadas geneticamente" por Deus) e da lei do gradualismo evolutivo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;LEI DO ANCESTRAL COMUM&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Por fim, temos a lei do ancestral comum. Esta última, inclusive, muitos criacionistas não negam que exista e alegam que sim, a Bíblia fala de ancestralidade comum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa lei diz que todo grupo de organismos descende de um ancestral comum. Os&amp;nbsp;dinossauros e as aves, por exemplo, divergiram de um mesmo ancestral (isso está documentado por não um, mais vários fósseis). Já os lobos e os cachorros, por sua vez, também divergiram de um mesmo ancestral. Enfim, se pegarmos todas as transições ancestral-descendente teremos uma árvore da vida dos seres vivos. E isso não é nem um pouco antibíblico. Em &lt;strong&gt;Gênesis 1:21&lt;/strong&gt;, por exemplo, Deus cria os seres marinhos e aves do céu segundo as suas espécies. Esse termo, "segundo a sua espécie", na sua raiz hebraica original &lt;em&gt;Bara&lt;/em&gt;,&amp;nbsp;remete a espécie no sentido de "tipo básico", "modelo básico de animal", o que aponta para espécies possuindo uma origem comum&amp;nbsp;a partir de um tipo básico, ou como é dito cientificamente, um ancestral comum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma boa parte dos criacionistas da Terra Jovem, nos dias de hoje, entendem que o termo "espécie" em Gênesis tem esse exato significado (o de uma origem por um ancestral comum)&amp;nbsp;contudo eles dizem que há limitações na evolução das espécies, sendo possível apenas a microevolução. No entanto, &lt;u&gt;a Bíblia não fala de limitação genética nenhuma&lt;/u&gt;, e também diversos estudos comprovam que a lei do ancestral comum diz respeito á macroevolução também, ou seja, existem provas da macroevolução. Uma delas, pouco mencionada pelos criacionistas, é uma experiência que o paleontólogo Jack Horner fez com um embrião de galinha, onde ao reativar o seu "DNA lixo" (genes antes ativos em espécies ancestrais) fez com que o embrião adquirisse características encontradas em espécies que tinham parentesco próximo com os dinossauros, como dentes no bico por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Com tudo isso, vemos que&amp;nbsp;a Bíblia indica que toda a variedade de espécies teve origens comuns, ou seja, várias "arvorezinhas da vida", que estariam interligadas biblicamente por terem uma mesma origem - pó da terra -&amp;nbsp;e também um código genético universal (que aponta também um único Criador), o que por sua vez coloca todos os seres vivos em uma única árvore da vida, cuja raiz é a matéria primordial do qual a Bíblia fala. Coincidentemente ou não, esse é o perfeito e exato contexto da teoria da evolução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Basta um pouco de bom senso e questionamento acerca daquilo que nos é oferecido como "verdade inquestionável" tanto no campo científico como no campo "religioso", e solicitar orientação a Deus, para que possamos ver que toda a briga que o criacionismo faz contra o conceito da evolução não traz melhoria nenhuma, nem para a ciência, pois&amp;nbsp;os próprios postulados&amp;nbsp;da teoria da evolução estão de acordo com a Bíblia (como acabamos de ver) nem para o campo espiritual, pois tentar pregar o evangelho usando postulados falsos (como o criacionismo vem fazendo direto, infelizmente) é fundar&amp;nbsp;o alicerce de&amp;nbsp;sua "casa" na areia, pois basta uma simples enchurrada e a casa desaba inteira. Mas se nós nos firmarmos na Verdade, e na Verdadeira Rocha (Jesus, que é o caminho, a verdade e&amp;nbsp;a vida), pode vir a enchurrada que for que a casa permanecerá em pé!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BIBLIOGRAFIA:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.evo.bio.br/LAYOUT/FAQ.HTML"&gt;http://www.evo.bio.br/LAYOUT/FAQ.HTML&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Origem_comum"&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Origem_comum&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://www.passeiweb.com/saiba_mais/voce_sabia/2_darwin_teoria_evolucao"&gt;http://www.passeiweb.com/saiba_mais/voce_sabia/2_darwin_teoria_evolucao&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://www.mundoeducacao.com.br/biologia/gradualismo-equilibrio-pontuado.htm"&gt;http://www.mundoeducacao.com.br/biologia/gradualismo-equilibrio-pontuado.htm&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Evolu%C3%A7%C3%A3o_humana"&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Evolu%C3%A7%C3%A3o_humana&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4928088434411239410-6219484748598438557?l=genesisum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://genesisum.blogspot.com/feeds/6219484748598438557/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://genesisum.blogspot.com/2011/12/teoria-da-evolucao-segundo-biblia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4928088434411239410/posts/default/6219484748598438557'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4928088434411239410/posts/default/6219484748598438557'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://genesisum.blogspot.com/2011/12/teoria-da-evolucao-segundo-biblia.html' title='A Teoria da Evolução segundo a Bíblia'/><author><name>gênesis 1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12125497197670078993</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4928088434411239410.post-818578454174926040</id><published>2011-10-26T17:13:00.000-07:00</published><updated>2012-01-06T10:45:29.430-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gênesis'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='teologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='bíblia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='evolução'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A Mentira Por Trás do Criacionismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='criação'/><title type='text'>A Mentira Por Trás do Criacionismo 11: A bíblia defende o Movimento Terra Jovem?</title><content type='html'>Acredito que o diabo é o pai da mentira. Acredito também que tentar provar uma verdade lançando mão de fraude é erradíssimo. E sem perceber, é isso o que muitos crentes vêm fazendo diante da ameaça que a teoria da evolução pode trazer, segundo eles, á Bíblia. Esse movimento defende a tradução convencional da bíblia e á chamado Criacionismo da Terra Jovem e é fruto do extremamente dogmático Fundamentalismo. A Bíblia está certa no relato de gênesis, mas o problema é que a evolução das espécies também é correta (e como estou mostrando no blog fala á favor da Bíblia), e por não admitirem esse segundo fato, cegamente tentam criar contrargumentos contra essa teoria, e até agora tudo tem se tratado de sofisma. Eles querem provar pela ciência que o universo foi criado em dias que não no tempo de Deus, e que todos os dinossauros, por exemplo, se extinguiram no dilúvio. Pra isso também criam evidências mentirosas cuidadosamente enfeitadas para parecer verdade (isso é sofisma). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large; font-weight: bold;"&gt;A BÍBLIA DEFENDE O MOVIMENTO TERRA JOVEM?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É dito, geralmente pelos próprios criacionistas, que eles defendem a Bíblia. Bom, isso de certo modo é verdade, ainda que sendo com métodos nada corretos. Porém a forma que muitas vezes essa alegação nos apresenta é que aparentemente a Bíblia é muito dependente dessa defesa para se sustentar, do contrário ela não se sustentaria. Mas isso não deve ser verdade, pois a Palavra de Deus é absoluta, e cremos que pode passar céus e terra, mas a palavra do Senhor permanece (Lucas 21:33). Sendo assim, existe uma pergunta esquisita que podemos fazer, que é o inverso da constante alegação criacionista mencionada: &lt;strong&gt;será que a Bíblia defende o Criacionismo da Terra Jovem??&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na batalha entre criacionistas e evolucionistas (alguns podem dizer que trata-se de uma briga do tipo ciência versus fé ou então bíblia versus ciência, sendo que o criacionismo logicamente sempre está ao lado da Bíblia). Percebe-se forma que o Criacionismo da Terra Jovem se apresenta parece indicar que a Bíblia é totalmente contra a teoria da evolução. Mas, e&amp;nbsp;se fizéssemos um "filtro" para tentar descobrir se os postulados mais polêmicos do Criacionismo da Terra Jovem são defendidos na Bíblia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse artigo, iremos descobrir quais são os pontos do Criacionismo da Terra Jovem que contrariam a evolução das espécies, mas que não são especificamente, digamos, "bíblicos"; aliás, parece esquisito alegar isso mas muita coisa do Criacionismo da Terra Jovem nem é exatamente bíblica. Enfim, iremos verificar o que no Criacionismo da Terra Jovem provém não da Palavra de Deus, mas sim da palavra do homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Só um detalhe: preste atenção aos &lt;u&gt;asteriscos&lt;/u&gt; que aparecerão em alguns parágrafos. Eles não estão aí á toa...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A BÍBLIA DIZ COMO DEUS CRIOU?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O Criacionismo da Terra Jovem alega que a Bíblia diz que as espécies de Gênesis foram criadas individualmente, ao contrário da Evolução, que diz que as espécies tiveram origem a partir de um ancestral comum universal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como exemplo, o teólogo Edvaldo Braz Junior afirma, em seu site, o seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"A Bíblia ensina a doutrina de uma criação especial, que significa que Deus fez cada criatura “segundo sua espécie”. Ele criou as várias espécies e então as deixou para que se desenvolvessem e progredissem segundo as leis do seu Ser." &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos alegam que o termo espécie no livro de Gênesis&lt;i&gt; &lt;/i&gt;significa que&lt;em&gt; &lt;/em&gt;as espécies foram criadas individualmente, e que o termo "espécie" no Gênesis indica que os animais só se reproduziam segundo a sua espécie, o que comprovaria por tabela que Deus criou cada animal individualmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas qual é a realidade bíblica? O que a Bíblia fala realmente a respeito das "espécies" de Gênesis?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[*]A realidade é que a Bíblia não diz &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;nada&lt;/span&gt; acerca das "espécies do livro de Gênesis". Nada? Sim, nada. Nela a expressão "segundo a sua espécie" é usada para descrever a variedade de plantas e animais que Deus criou (Gênesis 1), ou aquelas que foram salvas na arca (Gênesis 6:20), ou aquelas que são limpas ou impuras para se comer (Levíticos 11). Muitos criacionistas têm mantido a tradição de que Deus mandou que os animais se reproduzissem apenas "segundo a sua espécie", mas um estudo minucioso do texto original mostra que a reprodução não é o assunto em discussão. A realidade é que a Bíblia não estabelece nenhuma regra sobre os animais se reproduzirem segundo a sua espécie. Sendo assim, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;a Bíblia não fala, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;em lugar nenhum&lt;/span&gt;, que as espécies foram criadas individualmente&lt;/span&gt;, uma a uma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[*]Sendo assim, o termo "espécies do livro de Gênesis" foi um termo inventado por criacionistas para se referir à idéia de que Deus criara originalmente muitos grupos separados de indivíduos que podiam cruzar entre si, dos quais resultou a diversidade de plantas e animais que vivem hoje (nesse caso o termo "linhagem" pode ser usado no lugar de "espécie", com a compreensão de que pode haver considerável flexibilidade genética dentro de qualquer linhagem dada). Mas isso é apenas uma tese criacionista, que não está de acordo com as últimas descobertas cientificas e também não é algo que está declarado&amp;nbsp;na Palavra de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso não quer dizer que a Bíblia não diga nada a respeito da criação dos seres vivos, como pode ser visto aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A BÍBLIA DIZ QUE HÁ LIMITAÇÕES NA EVOLUÇÃO DE ESPÉCIES?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Os criacionistas dizem constantemente que existem limitações genéticas nas transformações das espécies. Sendo assim, afirmar que as espécies podem ser transformar, que podem evoluir em um novo ser vivo, seria algo totalmente contra a Bíblia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cientificamente falando, aumentos de informação no código genético é algo que já foi observado, e sabemos que esses acúmulos não possuem limitação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Aumento da variabilidade genética em uma população (Lenski 1995; Lenski et al. 1991);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Aumento de material genético (Alves et al. 2001; Brown et al. 1998; Hughes and Friedman 2003; Lynch and Conery 2000; Ohta 2003);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Desenvolvimento de novo material genético (Knox et al. 1996; Park et al. 1996);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Desenvolvimento de novas habilidades, reguladas geneticamente (Prijambada et al. 1995);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Poliploidia é comum na natureza, onde o número de cromossomos aumenta dentro da célula (Newton and Pellew 1929).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um mecanismo onde é mais comum de ocorrer aumento de informação é a duplicação genética, onde um longo pedaço de DNA é copiado, seguindo por mutações pontuais que mudam uma ou ambas as cópias. Sequenciamento genético tem mostrado vários casos onde isso fez surgir novas proteínas. Por exemplo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Duas enzimas na síntese da histidina foram formadas, evidências sugerem, via duplicação genética e fusão de duas seqüências ancestrais (Lang et al. 2000).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· RNASE1, um gene para uma enzima pancreática, foi duplicada, e em macacos langur uma das cópias sofreu mutação para RNASE1B, que funciona melhor no intestino mais ácido do macaco (Zhang et al. 2002);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Levedo foi colocado em um meio com pouco açúcar. Após 450 gerações, genes que transportam hexose duplicaram várias vezes, e muitas das versões duplicadas sofreram ainda mais mutações (Brown et al. 1998).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns pesquisadores criacionistas alegam que a variação genética chega ao fim quando esta atinge o ponto de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;crossing over&lt;/span&gt;. Crossing over é a impossibilidade de duas espécies diferentes se cruzarem ou mesmo de produzirem um descendente fértil (é o caso da mula, por exemplo). Porém,a unidade da evolução não é o indivíduo, e sim a população. Ou seja, não&amp;nbsp;é o indivíduo que evolui, e sim vários deles, ao mesmo tempo, gradualmente, ou até mesmo em determinados tempos, conforme indica o Equilíbrio Pontuado. É um erro bem grande achar que uma mãe jacaroa&amp;nbsp;vai de repente dar&amp;nbsp;à luz uma pomba, por exemplo. Portanto, o crossing over só ocorre quando uma população de uma nova espécie aparece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo assim, cientificamente falando o processo não é tão inviável assim. No entanto o site "estudos da bíblia" faz a seguinte explanação acerca da macroevolução:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Se a teoria da macro-evolução for um fato comprovado, a Bíblia seria absolutamente falsa, pois ela afirma que Deus criou o universo e tudo que nele há (Atos 17:25-28; Hebreus 11:3). A nossa fé seria vazia e sem valor, pois a teoria da evolução contraria os princípios fundamentais das Escrituras e até nega a existência de Deus."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acontece que os versículos acima apenas dizem que Deus é o criador e mantenedor da vida, e que formou a sua criação de forma espetacular, zelando por ela até hoje (conforme vê-se em Atos 17:25-28), mas não nega que esse processo espetacular seja a macro-evolução (Aliás, mais adiante, veremos que Hebreus 11:3 na verdade faz uma referência positiva sobre a macro-evolução, embora poucos teólogos se aperceberam disso até hoje). Mas se a Bíblia tratasse do assunto diretamente, então, o Criacionismo da Terra Jovem ganharia muitos pontos e realmente&amp;nbsp;todo o evolucionismo&amp;nbsp;seria contra a Bíblia, mas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[*]A realidade é que a Bíblia &lt;b&gt;se omite&lt;/b&gt; a essa questão. Ela não fala &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;nada &lt;/span&gt;contra as variações genéticas nas espécies, e jamais falou que elas são limitadas. Não existe nem no Gênesis nem em nenhum outro livro na Bíblia a alegação de que a evolução jamais pode ter acontecido. O que a Bíblia diz, tão somente, é que a evolução ateísta (guiada ás cegas pela seleção natural) não pode ter ocorrido, visto que a Bíblia declara que Deus é o verdadeiro Autor da Criação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Corrigindo a alegação criacionista que apresentamos: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Se a teoria da macro-evolução for um fato comprovado, o Criacionismo da Terra Jovem seria absolutamente falso. A Bíblia continuaria verdadeira."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O PREDATISMO É UMA MALDIÇÃO?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Os Criacionistas da Terra Jovem alegam também que o predatismo e as espécies venenosas são advindas da maldição que caiu na Terra em Gênesis. Essa concepção é uma das alegações que encontramos apenas nessa doutrina, e para estes é como um dogma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ellen G. White, considerada uma grande profeta contemporânea pelos adventistas e uma das mais famosas vozes do criacionismo da terra jovem, cria que, por em Gênesis 1:30 dizer que Deus daria a erva verde como alimento para a sua criação, isso indicaria que, como ela mesmo disse, “um animal não devia destruir outro para sua manutenção”. Ela especulou então que desde o começo não haviam predadores na terra, e que isso veio por meio da maldição do pecado, ou seja, o predatismo seria fruto do caos, fruto do pecado de Adão e Eva. Porém, apenas Gênesis 1:30 não é o suficiente para se tirar essa conclusão, pois os animais carnívoros se alimentam de herbívoros, logo os carnívoros necessitam indiretamente da "erva verde", e com isso a lógica de Ellen só ganharia mais validade se a Bíblia falasse disso diretamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a Bíblia fala que o predatismo teve essa origem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[*]Não, ela não fala &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;nada&lt;/span&gt; da origem do predatismo. Nada mesmo. A Bíblia diz que Adão perdeu o controle que possuía sobre a Criação, e assim Satanás adquiriu o controle do mundo (João 12:31; Jó 1:6,7; Jó 2:1,2); daí o fato da humanidade dominar o planeta causando destruição á natureza e também o fato das espécies, desde que o homem se tornou "mortal", irem desaparecendo do planeta numa velocidade nunca antes vista. Mas a Bíblia não diz que foi por causa do pecado, ou por causa de Satanás, que o predatismo surgiu. Muito pelo contrário, o próprio Deus exalta as propriedades predatoriais do leão, por exemplo, em diversas passagens, como em Jó 38:37-40.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabemos também que a ação predatória mantém o equilíbrio na natureza. Ora, se não existiam predadores antes do primeiro pecado, então como seria o equilíbrio na Criação antes do pecado? A bíblia fala como era esse método ou se ele era diferente do atual? Não. Num texto criacionista, inclusive, foi mencionado o seguinte sobre essa questão:&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Pela fé cremos que Deus tinha um método, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;não revelado na Escritura&lt;/span&gt;, para manter o equilíbrio que não requeria a morte de Suas criaturas no Éden."&lt;/span&gt; (grifo nosso)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, alegar que o predatismo é originário do pecado de Adão nos traz mais dois problemas:&lt;br /&gt;- Não seria possível com isso admirarmos hoje&amp;nbsp;a criação, pois essa teria-se corrompido através de Satanás, segundo a tese explanada. Sendo assim, teríamos que riscar da Bíblia Romanos 1:20 e Jó 12:33.&lt;br /&gt;-Isso colocaria em Satanás um título que a Bíblia apenas atribui a Deus (especialmente em Apocalipse): o título de Criador. A Bíblia não fala que Satanás também criou ou gerou seres vivos; apenas diz que Deus os criou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, tenta-se comprovar que assim era o estado inicial da Criação com base em algumas citações do profeta Isaías, que disse que na nova terra o leão comerá palha como o boi, por exemplo (Isaías 11:7), porém:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Essa pasagem fala de uma nova criação que haverá no futuro, numa nova terra, mas não fala em passagem nenhuma que no início também era assim.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Essa passagem é uma profecia, e como todos os teólogos sabem, muitas profecias não são literais; tanto é que muitos teólogos acreditam que termos relacionados á predadores comendo plantas venham a ser uma metáfora com o propósito de representar a paz e tranquilidade que será a Nova Terra.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outras palavras, a alegação de que a ação predatória da natureza foi advinda do pecado não é vista em momento nenhum na Bíblia e também não é sustentada pela biologia, portanto essa parte do criacionismo da Terra Jovem também se sustenta apenas pela "fé".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A BÍBLIA DÁ UMA IDADE PARA A TERRA?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os criacionistas da Terra Jovem são totalmente enfáticos a respeito da idade da terra; daí o nome da doutrina: "Terra jovem".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Incessantemente, eles alegam que os milhões de anos são na verdade uma mentira criada pelos evolucionistas, e que os métodos de datação estão todos errados. A alegação abaixo exemplifica o imaginário criacionista sobre a questão: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O problema é quando os evolucionistas querem colocar isso&amp;nbsp;[a evoluçao]&amp;nbsp;em grandes dimensões, e para isso tomam por base o falso conceito de que a Terra tem milhões de anos."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observe que parece que os criacionistas atribuem os "milhões de anos" á teoria da evolução, mas isso não é verdade. Já se estimava a idade da terra como muito maior que 6 mil anos bem antes do livro "A origem das Espécies" de Charles Darwim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas essa questão, da idade da&amp;nbsp;Terra,&amp;nbsp;é tão importante assim? Se fosse, a Bíblia mencionaria alguma coisa sobre a idade da Terra. E diz alguma coisa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;[*]Nada&lt;/span&gt;. O tempo estabelecido pelos Criacionistas da Terra Jovem é tomado por base numa somatória das cronologias do Gênesis e da consideração de que os dias de Gênesis foram dias no tempo terreno e não no de Deus (quando até mesmo, em outros planetas, um dia pode durar anos...).&amp;nbsp;Mas intenção do Gênesis não é estabelecer uma data para o universo, mas sim declarar que a origem de todas as coisas criadas, inegavelmente, está no mesmo Deus de Abraão, Isaque e Jacó.&amp;nbsp;Da mesma forma, existem muitas teses teológicas que vão contra a essa interpretação da idade da Terra apresentada pelo Criacionismo da Terra Jovem (um exemplo bem interessante é a Teoria da Lacuna, discutida aqui nesse site). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E mais&amp;nbsp;um detalhe: para o Criacionismo da Terra Jovem, a idade da Terra como sendo de milhões de anos descartaria a maior parte do registro fóssil como oriunda do dilúvio e, consequentemente, comprometeria o modelo de um dilúvio global, algo que é diferencial também dessa mesma tese. Mas os fatos é que a Bíblia não fala diretamente que o dilúvio de Gênesis foi global (confira &lt;a href="http://genesisum.blogspot.com/search/label/A%20extens%C3%A3o%20do%20Dil%C3%BAvio%20de%20G%C3%AAnesis"&gt;aqui&lt;/a&gt; sobre essa questão) e também não fala &lt;b&gt;absolutamente nada&lt;/b&gt; da convivência de dinossauros com humanos. A única referência que poderia ser utilizada seria a do livro de Jó, onde é mencionado a respeito do &lt;a href="http://genesisum.blogspot.com/2011/05/quem-foi-o-behemoth-do-livro-de-jo.html"&gt;Beemote&lt;/a&gt;, que se analisado indica que se trata de um dinossauro da familia Diplodocidae (como o Apatosaurus ou o Diplodocus); porém quem descreve essa criatura não é Jó, mas o próprio Deus, que é onisciente e que, justamente devido a alguns aspectos do texto, pode estar se referindo a um animal que existiu no passado e que no tempo de Jó estava presente apenas na mitologia hebraica (fomentada possivelmente pelos fósseis de saurópodes encontrados no passado, que fez as pessoas da época pensarem que o animal havia morrido há pouco tempo). Ou seja, essa referência, se analisada minuciosamente, não serve como base de que os dinossauros conviveram com o homem. Essa idéia foi criada pelos criacionistas apenas para tentar encaixar os fósseis no modelo de 6 mil anos dessa tese, ou seja, não é uma conclusão que foi tirada por estudos paleontológicos mas sim de uma doutrina atribuída&amp;nbsp;á Bíblia (atribuída não quer dizer que seja realmente bíblica, mas sim que é dito que a Bíblia diz isso).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas e as datações? O criacionismo consegue explicar por quê as datações apontam a idade da Terra como antiga?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[*]Na realidade, os criacionistas &lt;b&gt;NÃO&lt;/b&gt; têm uma explicação adequada. Claro, algumas possibilidades têm sido propostas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - Hipótese dos dois estágios da criação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira possibilidade proposta é a de que as rochas da Terra sejam muito velhas porque o planeta foi formado bem antes de a vida ter sido criada nela. Esta teoria propõe que o Gênesis se refere apenas à criação da vida no planeta e não à criação do planeta em si. O problema com essa tese é que muitos fósseis são encontrados dentro das camadas que datam de milhões de anos, e pela lógica, se um fóssil se encontra dentro da rocha, isso significa que a rocha se formou depois do ser vivo fossilizado e não o contrário (afinal como o ser vivo faria pra entrar ali dentro da rocha, se ela não se formar depois dele?). Assim sendo, não teria como as rochas serem antigas e a criação, contida nela, recente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - Hipótese da criação da Terra madura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda&amp;nbsp;possibilidade proposta&amp;nbsp;é que Deus tenha criado um planeta maduro, com árvores crescidas, animais adultos e seres humanos adultos também. Portanto,&amp;nbsp;seria razoável que as rochas teriam sido criadas para aparentarem idade também. O problema com essa hipótese é que, se for assim, então todo estudo da Criação por si só seria enganoso, pois estaríamos analisando uma Terra com uma "idade falsa", sem falar que a Bíblia não fala que o estudo da ciência é enganoso, aliás, ela o incentiva (Provérbios 18:15). Além disso, novamente temos o problema dos fósseis encrustado nas rochas de idade antiga: teriam as rochas já sido criadas com os fósseis dentro dela??&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 - Hipótese da alteração dos elementos radioativos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma terceira possibilidade é a de que haja alguma razão funcional para que certos materiais radioativos não devessem ser abundantes, daí a alteração da datação radiométrica. Essa tese não explica a razão funcional disso, e também não explica também a respeito de outros métodos de datação que apontam grandes idades, como a contagem dos anéis dos troncos de árvores fóssil, encrustadas na rocha de cabeça para baixo,&amp;nbsp;por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;A SURPRESA...&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Por fim, agora vem a grande "surpresa".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembram que, no início deste artigo, eu pedi para que o leitor se&amp;nbsp;atentasse aos asteriscos que apareceriam entre colchetes em alguns parágrafos? Pois bem...&amp;nbsp;Acontece que &lt;strong&gt;a maior parte das informações contidas nesses artigos assinalados foram retirados do site da &lt;u&gt;Sociedade Cracionista Brasileira&lt;/u&gt;!!!&lt;/strong&gt; Duvida? Veja o link:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.scb.org.br/"&gt;http://www.scb.org.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outras palavras, as evidências das falhas apresentadas aqui, que ocorrem de forma oculta dentro do criacionismo, foram alegadas pelos próprios criacionistas... Parece brincadeira ou coisa parecida, mas essa é a verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma vez a Bíblia sai "inocentada" da questão, pois não é a Bíblia que se opõe ao estudo da evolução ou da geocronologia, mas sim o Criacionismo da Terra Jovem. Pode-se ver, depois do estudo apresentado, que toda a parte do Criacionismo que bate de frente com os estudos científicos na área é algo deles mesmos, enquanto que a Bíblia normalmente se omite a essas questões. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso porque, ao contrário do que&amp;nbsp;o criacionismo tenta fazer parecer,&amp;nbsp;a Bíblia não é um livro científico, mas sim a Palavra de Deus; a intenção dela na realidade é revelar quem é Deus, o que é a realidade&amp;nbsp;espiritual&amp;nbsp;e o que esse Deus nos proporciona (como a salvação por meio de Cristo). O resto é apenas o "glacê do bolo". Portanto, convém que nós, cristãos, venhamos nos guiar pela palavra e não gerar contendas e mais contendas por uma coisa que por vezes nem mesmo está na Bíblia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BIBLIOGRAFIA:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://ceticismo.net/comportamento/tipicos-erros-criacionistas/parte-06-%E2%80%93-teoria-da-evolucao/"&gt;http://ceticismo.net/comportamento/tipicos-erros-criacionistas/parte-06-%E2%80%93-teoria-da-evolucao/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://ceticismo.net/comportamento/tipicos-erros-criacionistas/parte-08-%E2%80%93-genetica/"&gt;http://ceticismo.net/comportamento/tipicos-erros-criacionistas/parte-08-%E2%80%93-genetica/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.estudosdabiblia.net/bd107.htm"&gt;http://www.estudosdabiblia.net/bd107.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://criacionismoevidencias.blogspot.com/2009/05/respostas-perguntas-frequentes-sobre-o.html#links"&gt;http://criacionismoevidencias.blogspot.com/2009/05/respostas-perguntas-frequentes-sobre-o.html#links&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://dialogue.adventist.org/articles/08_3_baldwin_p.htm"&gt;http://dialogue.adventist.org/articles/08_3_baldwin_p.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.batistaestoril.org/leitura_past_ler.php?codigo=421"&gt;http://www.batistaestoril.org/leitura_past_ler.php?codigo=421&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4928088434411239410-818578454174926040?l=genesisum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://genesisum.blogspot.com/feeds/818578454174926040/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://genesisum.blogspot.com/2011/10/mentira-por-tras-do-criacionismo-12.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4928088434411239410/posts/default/818578454174926040'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4928088434411239410/posts/default/818578454174926040'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://genesisum.blogspot.com/2011/10/mentira-por-tras-do-criacionismo-12.html' title='A Mentira Por Trás do Criacionismo 11: A bíblia defende o Movimento Terra Jovem?'/><author><name>gênesis 1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12125497197670078993</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4928088434411239410.post-3190098766164625072</id><published>2011-09-02T11:20:00.000-07:00</published><updated>2011-10-04T10:01:40.092-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='teologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Deus'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='bíblia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jesus'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='profecias'/><title type='text'>Um estudo sobre o profeta Jonas</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;Ao estudar o livro de Jonas, percebemos que ele foi escrito com o propósito de lembrar o alto valor da pregação missionária. Deus não quer que ninguém se perca, mas deseja que todos venham ao arrependimento (2Pd 3: 9).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nome Jonas significa “pomba”. Nasceu em Gate-Hefer, perto de Nazaré. Portanto, Jonas era galileu, bem como Naum, Malaquias e Jesus. Profetizou no Reino do Norte durante a época de Jeroboão II, rei de Israel, no séc. VIII a.C. Predisse a expansão territorial conseguida por esse soberano (2Rs 14: 25-27).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A historicidade do livro de Jonas se comprova com 2Rs 14: 25 e pela referência a Jonas feita pelo próprio Jesus em Mt 12: 39-41. Pelas características, o livro é de autoria do próprio Jonas que, à semelhança de Moisés, relata os acontecimentos com minúcias, procurando a glória de Deus e não a sua. Seu livro difere consideravelmente dos outros livros proféticos do Antigo Testamento, visto que é inteiramente composto de narrativa. A "baleia" a qual tragou Jonas também existe, e pode ser um exemplar de Tubarão-baleia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jonas foi chamado para pregar a Palavra de Deus em Nínive. Mas, a princípio fugiu. A fuga de Jonas não é diferente da atitude de muitos hoje. Israel tinha se afastado muito de seu chamado missionário original, pois deveria estar sendo uma luz de redenção para os povos (Gn 12: 1-3; Is 49: 6). Este livro é um sério apelo para a ação evangelística e missionária da Igreja, que foi chamada para proclamar a palavra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O MUNDO CLAMA POR PROFETAS   (Jn 1: 1-2: 10)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Nossa cidade, nosso país e o mundo clamam por pessoas que estejam dispostas a anunciar a Palavra e Deus quer levantar pregadores. Foi isso que ocorreu com Jonas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;a) O chamado (Jn 1: 1-2) -&lt;/span&gt; O livro começa com um veemente chamado a Jonas e uma clara ordem para levar a Palavra à cidade de Nínive: “Levanta-te”. Nínive era uma grande cidade, capital da Assíria, às margens do rio Tigre, com uma população de mais de 120 mil pessoas (Jn 4: 11) conhecida pela sua corrupção (Jn 1: 2).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que desagradou o Deus de toda terra foi a “malícia que subiu” até Ele (Jn1: 2). Essa maldade  incluía a idolatria e a extrema brutalidade contra prisioneiros de guerra além de forte imoralidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;b) Um missionário desobediente (Jn 1: 3)&lt;/span&gt; - Desobedecendo ao chamado, em vez de ir a Nínive,  Jonas fugiu em direção a Társis. Como pode um homem imaginar poder escapulir dos planos do Senhor que tudo vê? (Hb 4: 13).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;c) Consequências da desobediência (Jn 1: 4-17) -&lt;/span&gt; Obviamente a atitude de Jonas não ficaria sem retribuição:  Causou pavor e desespero aos marinheiros (Jn 1: 4-11), provocou uma situação suicida (Jn 1: 12-16), e ainda produziu o estranho acontecimento do grande peixe (Jn 1: 17).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;d) O clamor durante a calamidade (Jn 2: 1-9) - &lt;/span&gt;A eficácia da oração tem sido comprovada nas mais diversas situações e Deus tem respondido a homens e mulheres que têm clamado dos mais variados lugares na face da terra, mesmo dentro do “ventre de um peixe”’ (Jn 2:  1). Deus miraculosamente manteve Jonas vivo por três dias no estômago do peixe. Por ser um fato verídico Jesus, usou o incidente do peixe que engoliu Jonas para ilustrar sua própria  morte, sepultamento e ressurreição (Mt 12: 39-41).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;e) O arrependimento de Jonas (Jn 2: 10) -&lt;/span&gt; Jonas viu que estava fazendo tudo errado, v. 9. Arrependeu-se, percebeu que agia como um idólatra (ou ateu) e retomou o caminho da obediência, 1Sm 15:  23.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;JONAS E A BALEIA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O relato do incidente do "grande peixe", que é de grande importância para a história de Jonas, para os céticos é considerado algo mítico, pois como é que poderia um ser humano ser engolido inteiro por um peixe e sair com vida?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;1 - Tubarão Branco&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="width: 199px; height: 148px;" alt="http://www.achetudoeregiao.com.br/animais/gif_animal/peixes/tubarao_branco2.jpg" src="http://www.achetudoeregiao.com.br/animais/gif_animal/peixes/tubarao_branco2.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A princípio, sabe-se que realmente existem peixes de grande porte, com dimensão suficiente para engolir um humano inteiro, como por exemplo o Tubarao branco. Mas a grande questão é a sobrevivência do profeta no ventre do peixe. Só este fato é suficiente para descartar o Tubarão Branco como o peixe que engoliu Jonas, pois o Tubarão branco costuma dilacerar o que quer comer com os seus dentes afiados, e nesse caso poderia causar uns bons estragos no profeta. Além disso, Jonas seria dissolvido pelos sucos gástricos do estômago do bicho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;2 - Tubarão Baleia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="width: 197px; height: 128px;" alt="http://meioambiente.culturamix.com/blog/wp-content/gallery/tubarao-baleia/tubarao-baleia-4.jpg" src="http://meioambiente.culturamix.com/blog/wp-content/gallery/tubarao-baleia/tubarao-baleia-4.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas então quem poderia ser o peixe de Jonas? Uma análise do texto do Novo Testamento no original Grego pode ajudar-nos nessa compreensão. Lá está a afirmação de Jesus que Jonas passou três dias e três noites no ventre de um “kêtos” (“kêtos” é palavra grega que designa os cetáceos, ou seja, a família das baleias: cachalotes, baleias-azul, orcas, etc, e também pode referir-se a animais de aspecto similar aos cetáceos). Logo está correto traduzir por “baleia”, sem especificar qual tipo da espécie.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De todos os cetáceos e peixes que se parecem com cetáceos, apenas dois se encaixam perfeitamente ao texto bíblico, podendo ser realmente qualquer um dos dois: o Cachalote e o Tubarão Baleia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Tubarão Baleia pode atingir 20 metros de comprimento e pesar 70 toneladas. Mas apesar do tamanhão, o bicho não é nenhum predador, mas sim um ser que se alimenta de Krill. A boca dele, porém, é enorme. Não seria difícil, portanto, imaginar Jonas sendo sugado para dentro da cavernosa boca desse animal. Mesmo um tubarão-baleia jovem conseguiria acomodar dois seres humanos tranquilamente dentro de seu ventre. Além disso, pelo fato do Tubarão Baleia alimentar-se de seres minúsculos, Jonas não correria o risco de ser digerido pelo suco gástrico do ventre do peixe (informações retiradas da revista National Geographic, edição de 12/1992).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;2 - O Cachalote&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="width: 202px; height: 141px;" alt="http://2.bp.blogspot.com/_abB1wbwBjac/TBnSYQx1b4I/AAAAAAAABQA/GVabgXHlEZo/s1600/cachalote.jpg" src="http://2.bp.blogspot.com/_abB1wbwBjac/TBnSYQx1b4I/AAAAAAAABQA/GVabgXHlEZo/s1600/cachalote.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o animal que mais se encaixa com o relato de Jonas, sem dúvida, é o cachalote. Só esse bicho consegue botar por terra toda a contrargumentação contra a veracidade dessa história.&lt;br /&gt;Uma revista alemã publicou: “Entre todos os animais conhecidos só o cachalote poderia ter conseguido tal façanha. Normalmente ele transporta os bebês doentes dele na boca, que é grande como um pequeno quarto, e leva-os à tona. Nesta época cachalotes povoavam o mar mediterrâneo, o lugar deste conto. Resgates de seres humanos por cachalotes são, porém, pouco documentados”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          A Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia traz o caso do marinheiro inglês, chamado James Bartley. Em fevereiro de 1891, ao arpoarem um cachalote, o animal ferido despedaçou o bote em que estavam Bartley e outros marinheiros, que desapareceram no mar. Antes do pôr-do-sol, a baleia moribunda flutuou na superfície. A tripulação do baleeiro arrastou a baleia, e começaram a operação de corte para a conservação da carne. Às 23 horas, estavam abrindo as vísceras, e encontraram James Bartley, inconsciente, mas ainda vivo. Depois, ele contou do que lembrava-se. Quando o seu bote foi atingido, e ele atirado ao mar e, ao cair, foi engolfado pela enorme boca da baleia. Lembrava-se que em pânico passou por fileiras de minúsculos e afiados dentes, percebendo que estava escorregando por um tubo liso, e estão desapareceu na escuridão. De nada mais se lembrava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          Muitos médicos de vários países o examinaram. Sua pele ficou com uma desnatural coloração esbranquiçada. Ele viveu mais dezoito anos após essa experiência, mas nunca mais pôs o pé num baleeiro. Na lápide de seu túmulo foi escrito um breve relato de sua história, além de suas datas: 1870 – 1909.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          Sendo assim, não há nada de fantasioso na história de Jonas, mas a sobrevivência do marinheiro, assim como foi a de Jonas, foi um milagre. E o próprio Jesus contou que o que aconteceu com Jonas foi um milagre de Deus. Assim como a Sua própria ressurreição. Sendo assim, temos que ter em mente que, por mais que existam explicações científicas, mmilagre não se explica, apenas se crê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;UM MUNDO CLAMANDO POR MISSÕES&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Voltando para a história do livro, nos deparamos com a segunda parte, onde Jonas foi vomitado pelo "grande peixe". Vemos aí, então, um novo Jonas, arrependido e disposto a cumprir o mandado missionário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;a) O novo chamado (Jn 3: 1-2) -&lt;/span&gt; Pela segunda vez o Senhor diz a Jonas “levanta-te”. Ele estava na praia, por certo ainda meio confuso com tudo que ocorrera, mas percebendo que não adianta fugir da obrigação de entregar mensagens duras. Os pregadores do Evangelho são semelhantemente convocados a proclamar todo o conselho de Deus (At 20: 27; 2Tm 4: 2)  Devem pregar tanto a misericórdia quanto a ira de Deus; ou seja, o perdão e a condenação. Devem pregar de tal forma que as pessoas se voltem de seus pecados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;b) O missionário obediente (Jn 3: 3-4) -&lt;/span&gt; Nínive era importante por abrigar mais de 120 mil almas; essa era a preocupação e o seu valor para Deus (Jn 4: 11). A submissão de Jonas pode ser vista por expressões significativas, tais como:  “Levantou-se, ... e foi” (Jn 3: 3) “começou Jonas a percorrer a cidade... e pregava”(Jn3: 4).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;c) Consequências da obediência (Jn 3: 5-10) -&lt;/span&gt; A pregação de Jonas produziu resultados e os moradores de Nínive arrependeram-se de seus pecados. Houve, por um certo período, um retorno ao monoteísmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa fase aconteceram duas grandes pragas, nos anos 765 e 759 a.C., e um eclipse solar, em 763 a.C. Esses acontecimentos podem ter sido interpretados como sinais de julgamento divino e, portanto, preparado a cidade para receber a mensagem profética de Jonas. Como expressão visível de seu verdadeiro arrependimento, “eles jejuaram, vestiram-se de pano de saco” (Jn 3: 5).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;d) Lição e censura a Jonas (Jn 4: 4-11) -&lt;/span&gt; Quando Deus agiu, salvando ninivitas, Jonas ficou contrariado (versículo 8), porque pensou na segurança política de Israel. É como se o pregador colocasse seus interesses pessoais à frente dos interesses do reino de Deus. Foi preciso que Deus o levasse a sentir o valor de uma alma. Se Jonas creu ser razoável irar-se por uma planta com a qual não contribuiu em nada para sua existência, como não dar lado para compreender o tão grande e poderoso amor de um Deus-Criador, que fízera com carinho e doçura cada criatura que estava naquela metrópole?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;e) Deus expressa seu amor por Nínive:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O amor do Criador por seus filhos, embora tenham eles vivido em pecado e rebelião contra suas Leis, vai além de qualquer amor ou sentimento humano (Rm 5: 8).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O amor de Deus pela humanidade estende-se para além de qualquer fronteira, até às pessoas perdidas em qualquer lugar. Esta verdade foi plenamente vista:  a) quando Deus enviou seu Filho Jesus para morrer por todas as pessoas(Jo 3: 16) e b) quando Jesus enviou os discípulos a todo o mundo para pregar o Evangelho e fazer discípulos de todas as nações (Mt 28: 18-20).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;FONTE:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://www.cristoevida.org.br/ibfcv.asp?url=koinonia&amp;amp;codigo=109"&gt;http://www.cristoevida.org.br/ibfcv.asp?url=koinonia&amp;amp;codigo=109&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://cristaojovem.wordpress.com/2010/09/24/jonas-e-a-baleia/"&gt;http://cristaojovem.wordpress.com/2010/09/24/jonas-e-a-baleia/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.iprb.org.br/estudos_biblicos/estudos_1-50/est03.htm"&gt;&lt;br /&gt;http://www.iprb.org.br/estudos_biblicos/estudos_1-50/est03.htm&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4928088434411239410-3190098766164625072?l=genesisum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://genesisum.blogspot.com/feeds/3190098766164625072/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://genesisum.blogspot.com/2011/09/um-estudo-sobre-o-profeta-jonas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4928088434411239410/posts/default/3190098766164625072'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4928088434411239410/posts/default/3190098766164625072'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://genesisum.blogspot.com/2011/09/um-estudo-sobre-o-profeta-jonas.html' title='Um estudo sobre o profeta Jonas'/><author><name>gênesis 1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12125497197670078993</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_abB1wbwBjac/TBnSYQx1b4I/AAAAAAAABQA/GVabgXHlEZo/s72-c/cachalote.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4928088434411239410.post-955259270660738726</id><published>2011-08-19T07:27:00.000-07:00</published><updated>2011-12-15T06:58:40.501-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pré-história'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fósseis'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Deus'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='bíblia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='evolução'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A Mentira Por Trás do Criacionismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mamiferos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='criação'/><title type='text'>A Mentira Por Trás do Criacionismo 10: entre o arqueoceto e a baleia</title><content type='html'>&lt;div&gt;Acredito que o diabo é o pai da mentira. Acredito também que tentar provar uma verdade lançando mão de fraude é erradíssimo. E sem perceber, é isso o que muitos crentes vêm fazendo diante da ameaça que a teoria da evolução pode trazer, segundo eles, á Bíblia. Esse movimento defende a tradução convencional da bíblia e á chamado Criacionismo da Terra Jovem e é fruto do extremamente dogmático Fundamentalismo. A Bíblia está certa no relato de gênesis, mas o problema é que a evolução das espécies também é correta (e como estou mostrando no blog fala á favor da Bíblia), e por não admitirem esse segundo fato, cegamente tentam criar contrargumentos contra essa teoria, e até agora tudo tem se tratado de sofisma. Eles querem provar pela ciência que o universo foi criado em dias que não no tempo de Deus, e que todos os dinossauros, por exemplo, se extinguiram no dilúvio. Pra isso também criam evidências mentirosas cuidadosamente enfeitadas para parecer verdade (isso é sofisma).&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://lafora.com.br/conmark/14_02_08/baleia.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://lafora.com.br/conmark/14_02_08/baleia.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 133px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 254px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ENTRE O ARQUEOCETO E A BALEIA&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Deus criou as baleias. Isso é declarado na Bíblia e todo cristão, como eu, assim acredita. Agora como Deus criou a baleia já é outros quinhentos... Se fosse por evolução, deveríamos ter provas fósseis e na anatomia comparada de que as baleias tiveram sua origem genética de outro grupo de mamíferos; entretanto o Criacionismo da Terra Jovem afirma que essas evidências não existem. E existem? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, e por mais que os criacionistas neguem, existem. Uma boa quantidade de fósseis encontrados colocam a evolução da baleia não como suposição, mas como um fato incrivelmente bem documentado. E tão bem documentado, que tem criacionista que não se limita só a negar a existência de tais evidências, mas distorcem, forjam os fatos para que se pareça que toda a documentação da evolução da baleia é só "fruto da imaginação evolucionista", sem base na realidade. Como assim? Afirmando que os fósseis de tais animais mencionados não eram da forma que são retratados. Que em outras palavras, os chamados "arqueocetos" seriam tão credíveis de existência quanto o Papai Noel... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse artigo iremos avaliar não só os fósseis considerados transicionais entre ungulados (os parentes mais próximos hoje das baleias, geneticamente falando) e cetáceos (grupo das baleias e golfinhos) mas também avaliaremos toda a argumentação criacionista disponível atualmente sobre esse tema. É surpreendente e preocupante... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;PAKICETUS: O ESTÁGIO MAIS ANTIGO&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Um dos estágios mais antigos da evolução da baleia encontra-se no grupo dos ungulados carnívoros chamados Mesoniquídeos. Esses seres estão bem documentados pelos fósseis, como é o caso do gigante Andrewsarchus (imagem ao lado). A origem dos mesoniquídeos ainda é incerta; apenas o que sabemos é que eles possuem parentesco com os artiodáctilos, especialmente com os hipopótamos e os extintos entelodontes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais antigo arqueoceto é um mesoniquídeo com traços de cetáceo; trata-se de uma criatura conhecida como Pakicetus, que ainda hoje é considerado um ancestral dos cetáceos. Mas é claro que os criacionistas não admitem que ele tal seja. No site da Sociedade Criacionista do Piauí, um breve comentário a respeito do Pakicetus parece desqualificar essa criatura como fóssil transicional. Veja: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="caption" style="font-style: italic;"&gt;"No desespero de encontrar um elo na suposta evolução da baleia, os evolucionistas inventaram um animal aquático a partir de um crânio. Mais tarde foram descobertos os ossos que falatavam, mas o pakicetus era terrestre. Menos um elo para a baleia.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;É triste dizer isso mas a alegação que vimos está errada. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O Pakicetus até agora não foi descartado como arqueoceto&lt;/span&gt;. Como assim? Vamos corrigir a afirmação criacionista. Desde a descoberta do Pakicetus já se traçou um animal muito similar ao que os ossos que faltavam apresentavam. Hoje apenas está confirmado o que se supunha sobre os hábitos do Pakicetus: ele era terrestre entre aspas, pois sabia nadar muito bem também. Não era como uma baleia, mas chegava próximo aos habitos de um urso-pardo, por exemplo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes do pakicetus já se desconfiava que as baleias tinham origem no grupo já documentado pelos fósseis chamados Mesoniquídeos, mas não havia sido encontrado um "elo" entre mesoniquídeos e cetáceos até então. Aos poucos, foram encontrados esses elos, a começar pelo nosso amigo Pakicetus. O crânio desse animal foi achado pelo cientista Philip Gingerich em 1979, em depósitos superficiais no Paquistão. O animal realmente possuía a estrutura do crânio similar ao dos cetáceos e ao mesmo tempo muitos aspectos de mesoniquídeo, como os dentes. Todo o aspecto que foi "desenhado" em cima do Pakicetus foi incrivelmente confirmado quando quase todo o resto de seu esqueleto foi achado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas também, ao contrário do que o texto criacionista sobre o Pakicetus acerca de sua crença original por parte dos evolucionistas quer fazer parecer, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;sempre soube-se que ele &lt;span style="font-style: italic;"&gt;não&lt;/span&gt; era um cetáceo em definitivo&lt;/span&gt;. Além do seu corpo, que era típico de mesoniquídeo (o que foi confirmado ao ser achado o resto dos ossos da criatura), o pakicetus carece de duas importantes adaptações presentes nas baleias modernas. Nas baleias de hoje, os ouvidos possuem grandes cavidades que podem encher-se de sangue, o que permite ao animal manter a pressão enquanto estão submersas. As baleias modernas também transmitem vibrações sonoras ao ouvido interno utilizando uma "almofadinha de gordura", que lhes permite escutar debaixo d'água de maneira direcional. Os pakicetus não possuiam nenhum desses traços, indicando que não era capaz de mergulhar em regiões muito profundas e de que não escutavam bem quando submersos. E estas pistas anatômicas se encaixam bem com seu hábitat, já que os ossos do pakicetus foram encontrados em depósitos que foram deixados na foz de um rio na costa de um mar raso, onde as oportunidades de mergulho profundo estavam limitadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abaixo, temos as ilustrações do animal e o seu fóssil que foi exibida junto com o trecho criacionista. As fotos foram cuidadosamente arranjadas para ter-se a impressão de que o texto relatava uma realidade: a primeira representação artística do Pakicetus não é tão bem feita assim (engordaram muito ele no desenho) e mostra ele mergulhando, a segunda mostra como ele era com exatidão, com um corpo mais delgado mas sem deixar o aspecto de mesoniquídeo do bicho. Mas preste atenção: é a representação do mesmo animal, no entanto uma é mais específica que a outra, e enquanto uma foto mostra ele nadando a outra mostra ele em terra. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left" style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://3.bp.blogspot.com/_EZU8tvyOIVM/Se5WXFoya9I/AAAAAAAAAYc/AtYbv3uL_h4/S240/Imagem1.png" src="http://3.bp.blogspot.com/_EZU8tvyOIVM/Se5WXFoya9I/AAAAAAAAAYc/AtYbv3uL_h4/S240/Imagem1.png" style="height: 224px; width: 300px;" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro, essas não são as únicas representações artísticas do Pakicetus, nem as únicas imagens de seus fósseis: &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left" style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://skywalker.cochise.edu/wellerr/students/whales/whales_files/image005.jpg" src="http://skywalker.cochise.edu/wellerr/students/whales/whales_files/image005.jpg" style="height: 203px; width: 369px;" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://www.achetudoeregiao.com.br/ANIMAIS/gif_animal/pakicetus.jpg" src="http://www.achetudoeregiao.com.br/ANIMAIS/gif_animal/pakicetus.jpg" style="height: 184px; width: 246px;" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Mas tem uma coisa que pode nos fazer indagar sobre o Pakicetus: como pode os cientistas terem acertado no design do Pakicetus uma vez que originalmente só foi achado o seu crânio?? Essa pergunta tem uma resposta interessante e que poucos criacionistas sabem, mas vamos deixar para respondê-la mais pra frente, ainda nesse mesmo artigo... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;AMBULOCETUS: QUEM É O FRAUDULENTO?&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Como já dissemos, o Pakicetus ainda carecia de algumas características importantes dos cetáceos. Se parássemos a análise aqui, várias perguntas ficariam no ar a respeito de como se desenvolveram as estruturas de cetáceo ausentes no Pakicetus. A resposta estaria em dois fósseis datados de um tempo um pouco posterior... E o primeiro deles é simplesmente o mais "bombardeado" dentre os fósseis transicionais da baleia, justamente por ser um dos mais famosos. Só seu nome já parece tendencioso e polêmico: &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Ambulocetus&lt;/span&gt;, que em latim significa "baleia ambulante". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse animal possui todas as características que se esperariam de um "elo perdido". Todas mesmo: uma criatura que só escutava debaixo d'água e tinha uma agilidade incrível na água, mas era peluda também e em muitos aspectos lembrava o pakicetus. Uma insólita mistura de Mesoniquídeo com Cetáceo. É certo que o Ambulocetus não é um "elo perdido famoso" entre os criacionistas, mas ele é conhecido por muitos deles, diferentemente dos Terapsidas, que a minoria conhece. E os criacionistas dizem o quê a respeito dessa criatura? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confira o que o site da sociedade criacionista Piauiense : &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="caption" style="font-style: italic;"&gt;"Um outro elo inventado pelos evolucionistas a partir da imaginação do desenhista. Só as partes amarelas foram encontradas, o resto é imaginação evolucionista."&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A imagem mostrada no site, com as partes amarelas referidas, são estas abaixo: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="widget-content"&gt;&lt;img alt="imaginação evolucionista: ambulocetus - o elo perdido" height="216" id="Image12_img" src="http://2.bp.blogspot.com/_EZU8tvyOIVM/Se5Xxg9TtTI/AAAAAAAAAYk/6cPlM2xIlwY/S240/Imagem2.png" width="240" /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Agora, certamente você irá se surpreender com o erro contido na afirmação criacionista apresentada, e ainda por cima vai ficar surpreso ao ver que o Ambulocetus é do jeito exato que descrevemos nesse artigo - e igual á ilustração apresentada acima do animal em vida... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, a fraude do argumento apresentado é que na realidade &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;não foram encontrados somente esses ossos do Ambulocetus! &lt;/span&gt;Na realidade foram encontrados vários ossos de vários indivíduos diferentes. Observe a reconstrução dos ossos achados do esqueleto mais completo do Ambulocetus: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://www.edwardtbabinski.us/whales/ambulocetus.gif" src="http://www.edwardtbabinski.us/whales/ambulocetus.gif" style="height: 174px; width: 405px;" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Note que parte da espinha também foi achada. E por que a espinha não está de amarelo na imagem? Ao menos, deveria estar... A mesma coisa se diz para a bacia do animal. Por quê não está em amarelo? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É complicado alegar isso, mas estamos diante de um texto criacionista fraudulento. Complicado porque estamos falando de argumentos elaborados por cristãos que acreditam na Palavra de Deus. Infelizmente não podemos tampar nossos olhos diante da realidade: a de que dessa vez quem lançou mão de fraude foi o criacionismo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ainda juntando com os ossos mostrados todos os pedacinhos de outros espécimes achados no local, conseguiu-se reconstruir o "elo perdido": &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="" src="file:///C:/Users/Daniel/AppData/Local/Temp/moz-screenshot-3.png" /&gt;&lt;img alt="http://www.philvaz.com/apologetics/Ambulocetus.jpg" src="http://www.philvaz.com/apologetics/Ambulocetus.jpg" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://www.rescast.com/Images/specimens/Ambulocetus_skull.jpg" src="http://www.rescast.com/Images/specimens/Ambulocetus_skull.jpg" style="height: 332px; width: 518px;" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Pra completar, abaixo a reconstituição de como ele seria em vida, com base na anatomia dos ossos do animal: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://collections.tepapa.govt.nz/db_images/objimage.jpg?irn=" src="http://collections.tepapa.govt.nz/db_images/objimage.jpg?irn=65187&amp;amp;width=350&amp;amp;height=270" style="height: 149px; width: 415px;" /&gt; &lt;/div&gt;Simplesmente, é um animal que não deveria existir no universo dos Criacionistas da Terra Jovem; daí a necessidade de tentarem apresentá-lo como uma farsa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, creio que para o cristão, claro, esse fóssil não deve de modo algum ser um "pesadelo". Por mais que tenha existido um animal que é um "elo que não é mais perdido", isso não invalida o que a Bíblia diz sobre a autoria da Criação pertencer a Deus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas apesar disso, sabemos que o esqueleto não foi achado montado; os ossos estavam espalhados no substrato. Pode-se perguntar, então: como conseguiu-se construir um esqueleto completo dispondo apenas de fragmentos desordenados? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe uma área de estudo da biologia, pouco conhecida pelos criacionistas, mas muito importante para o estudo da evolução, chamada "Anatomia comparada". Foi exatamente pela anatomia comparada que os cientistas acertaram em cheio na previsão de como era a aparência do Pakicetus, ao comparar-se o fóssil com os Mesoniquídeos e com os Cetáceos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acontece que quando foram achados os ossos do Ambulocetus, percebeu-se que sua dentição era igual a dos arqueocetos e que ele não possuía ouvidos externos, tal qual os cetáceos. Mas por outro lado ele possuía patas dianteiras e traseiras bem formadas (com unhas!) mas adaptada a um estilo de vida semiaquático. Analisando e reconhecendo os ossos da criatura, chegou-se a reconstituição mostrada do Ambulocetus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, o Ambulocetos também tinha o crânio tipo baleia encontrado nos Arqueocetos, incluindo um ectotimpânico com um longo processo sigmóide, um reduzido arco zigomático, um amplo processo supraorbital e um focinho estreito. Embora essas características também pudesse estar presentes nos Mesoníquidos terrestres, o Ambulocetos possuía também os pequenos protocones e as longas cúspides acessórias que distinguem as baleias dos Mesoniquídeos. Os membros eram longos e fortes, capazes de sustentar o peso do animal em terra. Além disso, e ao contrário do que muitos criacionistas dizem, a forma da sua vértebra lombar mostra que ele conseguia ondular a espinha para nadar, tal qual os golfinhos e baleias fazem hoje; em contrapartida sua cauda, por ser bem longa, não tinha um lobo caudal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas descrições anatômicas do Ambulocetus não foram feitas por especulação, mas por observação, por análise do esqueleto do animal, e por anatomia comparada. Como se costuma dizer, e para a infelicidade do Criacionismo da Terra Jovem, "contra fatos não há argumentos". Como disse o seu descobridor, Thewissen, para a revista Science: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Como tal, o Ambulocetos representa um intermediário crítico entre os mamíferos terrestres e os cetáceos marinhos".&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;RODHOCETUS: CAUDA SEM ALETA, CORPO DE ARQUEOCETO &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;O Rodhocetus é um outro arqueoceto encontrado, aparentado com o Ambulocetus. Seu esqueleto também foi achado bem completo. Ele também tem tudo o que se esperaria em um fóssil transicional, e a disposição de suas patas indicam que ele possuía os mesmos hábitos do Ambulocetus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seria de se esperar uma avalanche de argumentos criacionistas contra o Rodhocetus. Mas o único argumento contra o Rodhocetus é totalmente sem informação. No site "Defending Gênesis", um site em inglês, o seguinte contrargumento apresentado sobre o Rodhocetus é o seguinte: &lt;/div&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Em seguida está Rodhocetus. Dr. Phil Gingerich [director do Museu de Paleontologia da Universidade de Michigan], um dos maiores especialistas sobre a evolução das baleias e descobridor Rodhocetus ", promoveu a idéia de que o Rodhocetus tinha a cauda de uma baleia e nadadeiras. Infelizmente, se você visitar a Universidade de Michigan, você verá que a parte da cauda que nos permitiria determinar se Rodhocetus acaso tinha uma baleia [ou não] está faltando! "Desde então," Gingerich admite, "temos encontrado os membros dianteiros, as mãos e os braços diante de Rodhocetus, e entendemos que ele não tem o tipo de armas que podem ser distribuídos como aletas estão em uma baleia. "[Como citado em Evolução: O Grande Experimento - Volume 1 pelo Dr. Carl Werner, pg 143]. Em outras palavras, em nome de Darwin "cientistas acrescentaram cauda de uma baleia a um animal quando nenhum foi encontrado, e eles adicionaram nadadeiras a este animal terrestre mesmo quando nenhuma foi encontrada." [Werner, pg. 219]&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;É fato que a aleta da cauda do rodhocetus realmente foi um equívoco de seu descobridor. Porém, as patas deles são perfeitas tanto para o nado quanto para uma desajeitada locomoção em terra. Veja abaixo uma imagem do esqueleto do Rodhocetus e observe como o artigo criacionista acima contém tais equívocos:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://www.edwardtbabinski.us/whales/evolution_of_whales/rodhocetus_skeleton.gif" src="http://www.edwardtbabinski.us/whales/evolution_of_whales/rodhocetus_skeleton.gif" style="height: 283px; width: 433px;" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Aqui, uma reconstituição dele em vida (sem a aleta caudal!): &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/1/1a/Rodhocetus.jpg/220px-Rodhocetus.jpg" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/1/1a/Rodhocetus.jpg/220px-Rodhocetus.jpg" style="height: 180px; width: 250px;" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Pior ainda: já reparou a semelhança estapafúrdia do esqueleto do Rodhocetus com o esqueleto do Ambulocetus? Estudando a anatomia dos ossos das duas criaturas, os cientistas não tem dúvida nenhuma de que ambos são parentes (á excessão dos Criacionistas da Terra Jovem, claro).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Para se refutar tanto o Ambulocetus e o Rodhocetus, teria-se que, pelo estudo da anatomia comparada, comprovar que o animal não era do jeito que se pensava. Como vimos, tentaram fazer isso com os dois, mas sem sucesso. Um criacionista chegou inclusive a admitir esse fato, dizendo que o Ambulocetus realmente ondulava a espinha para nadar, mas ele disse que mesmo com as características metade ungulado, metade baleia, isso não quer dizer que ele deu origem ás baleias. Ora, esse argumento, se pensarmos bem, não é um argumento honesto, pois aí por mais que se encontrem mil e trezentas formas transicionais, poderia-se admitir a mesma coisa. Só que é de se admitir: é muita coincidência tantos transicionais comprovando perfeitamente o que se esperava do registro fóssil... Bem, os criacionistas certamente não esperavam que se encontrassem tais fósseis. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;GEORGIACETUS: O ELO DESCONHECIDO&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Apesar do Rhodocetus ser citado por cima em fontes criacionistas, sem muitos argumentos sólidos contra os estudos em torno do fóssil, ele é de alguma forma mencionado. E o que dizer de um fóssil transicional encontrado completo, com tamanho esperado, com todas as características que se esperaria para um sucessor para o Rodhocetus, não ser sequer citado pelos criacionistas? É o caso do Georgiacetus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A descoberta desse fóssil foi uma das mais incríveis da paleontologia, e da história da teoria da evolução, pois comprovou não só a evolução dos cetáceos da maneira que se imaginava como também revelou como os arqueocetus nadavam (nadavam de forma similar á uma lontra). Esse bicho é literalmente uma baleia quadrúpede. Confira as fotos: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://www.georgiaencyclopedia.org/media_content/m-10631.jpg" src="http://www.georgiaencyclopedia.org/media_content/m-10631.jpg" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://blackshadow.up.seesaa.net/image/080911-whale-legs-ff.jpg" src="http://blackshadow.up.seesaa.net/image/080911-whale-legs-ff.jpg" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Além disso, o fóssil foi achado perto do México, o que significa que desde essa época os arqueocetos estavam se expandindo pelo mundo inteiro, uma vez que o Ambulocetus é nativo do Oriente Médio. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;E por que esse fóssil não é mencionado em site criacionista nenhum? Eu quero acreditar que não seja porque se ele for revelado o criacionismo da terra jovem pode mostrar-se ineficiente. Quero crer que seja simplesmente porque eles não conhecem o fóssil, porque ele é um "elo desconhecido"... &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;BASILOSSAURO: TAMANHO É O SEU DOCUMENTO&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O Basilossauro também em tese seria um animal inconcebível para o Criacionismo da Terra Jovem. Isso porque ele possui características intermediárias perfeitas entre o Rodhocetus, que como mostramos está perfeitamente documentado pelos fósseis, e os cetáceos modernos (baleias, golfinhos, narvais, etc.). Porém, os argumentos criacionistas contra a existência de uma criatura como o Basilosaurus, por incrível que pareça, são verdadeiras fraudes... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Destes argumentos citaremos dois. O primeiro diz respeito ao tamanho do Basilosaurus. Observe o texto abaixo retirado também do site da Sociedade Criacionista Piauiense: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="" src="file:///C:/Users/Daniel/AppData/Local/Temp/moz-screenshot-1.png" /&gt;&lt;img alt="Fraudes evolucionistas: evolução da baleia" height="240" id="Image6_img" src="http://3.bp.blogspot.com/_EZU8tvyOIVM/SezwrFPMD7I/AAAAAAAAAWw/t-9g0EbM33c/S240/evolu%C3%A7%C3%A3o+da+baleia.gif" width="120" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Nesta representação do Livro "Teaching about eolution", a Academia Nacional de Ciência orienta as escolas a ensinar a evolução da baleia nestes desenhos. O detalhe fraudulento é que o basilosauros está representado com 2 metros, quando na verdade este animal é uma serpente de 21 metros. Os evolucionistas falsificaram o desenho para dar certo com o tamanhos dos supostos elos transitórios da baleia.&lt;/span&gt;" &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curioso é que os verdadeiros detalhes fraudulentos não estão na imagem, mas sim no texto! De novo? Sim, de novo. Infelizmente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ocorre que o desenho em questão tem o objetivo apenas de comparar as transformações anatômicas entre os gêneros apresentados, e não visa mostrar os animais do tamanho que eles realmente eram. Em muitos livros mostra-se a comparação anatômica entre espécies de animais sem levar em consideração a proporção entre os tais; apenas em casos necessários os animais são representados proporcionalmente. Casos como o apresentado da evolução da baleia são comuns em livros de biologia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E mais, é muito comum os criacionistas alegarem que o Basilossauro foi uma serpente, tal qual o texto também quer fazer parecer. Acontece que o tamanho real do Basilossauro &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;é mesmo de 21 metros, e todos os "evolucionistas" sabem disso e proferem isso&lt;/span&gt;. Mas apenas analisando seu esqueleto nós vamos constatar que não estamos diante de uma serpente mas sim de uma enorme e estranha baleia, que parece que foi "esticada". Seu esqueleto possui todas as características básicas e anatômicas de mamífero e de cetáceo. Confira abaixo a foto dos ossos que foram achados do Basilosaurus e compare com a restituição que foi feita do mesmo em vida: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="http://1.bp.blogspot.com/_xm8YFkJrBrI/THgdR1hbwRI/AAAAAAAABXI/ERuruutBk_k/s1600/Basilosaurus.jpg" height="250" src="http://1.bp.blogspot.com/_xm8YFkJrBrI/THgdR1hbwRI/AAAAAAAABXI/ERuruutBk_k/s1600/Basilosaurus.jpg" style="cursor: -moz-zoom-in;" width="318" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;img alt="http://www.ucmp.berkeley.edu/mammal/cetacea/basilosaurus2.jpg" src="http://www.ucmp.berkeley.edu/mammal/cetacea/basilosaurus2.jpg" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;img alt="http://4.bp.blogspot.com/-OOOoe7uguPA/TanPZk4-STI/AAAAAAAAA1k/dpzRiQ0nb6c/s1600/BASILOSAURUS.jpg" src="http://4.bp.blogspot.com/-OOOoe7uguPA/TanPZk4-STI/AAAAAAAAA1k/dpzRiQ0nb6c/s1600/BASILOSAURUS.jpg" style="cursor: -moz-zoom-out; height: 232px; width: 311px;" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;img alt="http://www.abc.net.au/beasts/factfiles/primary_ff_displays/basilosaurus_1.jpg" src="http://www.abc.net.au/beasts/factfiles/primary_ff_displays/basilosaurus_1.jpg" style="height: 303px; width: 311px;" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se o problema é a descontinuidade de tamanho entre o Basilossauro e o Ambuloceto, existe ainda o Dorudon. O dorudon, tão pouco conhecido pelos criacionistas quanto os terapsidas, é da mesma família do Basilossauro mas é simplesmente do mesmo tamanho que o Georgiacetus! E não estamos falando, mais uma vez, de ossos isolados, mas de esqueletos quase completos. Veja: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="http://www.rescast.com/Images/specimens/dorudon_UMMP.jpg" src="http://www.rescast.com/Images/specimens/dorudon_UMMP.jpg" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;img alt="http://www.avph.com.br/jpg/dorudon.jpg" src="http://www.avph.com.br/jpg/dorudon.jpg" style="height: 130px; width: 432px;" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O ÓRGÃO VESTIGIAL DA BALEIA&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A questão das patas traseiras também rende bastante discussão, tanto a respeito das patas do Basilossauro e do Dorudon quanto os ossos considerados vestigiais que os cetáceos possuem na região pélvica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confira essa citação encontrada no site "gênesis contra Darwin": &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Por mais improvável que possa parecer [a evolução da baleia], os ateus afirmam outra &lt;/span&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_onlP7SpGIHA/SxGhN739NSI/AAAAAAAABK0/xmjgXv7IoY4/s1600/037_whale-vestigial-structure.jpg" style="font-style: italic;"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5409281888231437602" src="http://4.bp.blogspot.com/_onlP7SpGIHA/SxGhN739NSI/AAAAAAAABK0/xmjgXv7IoY4/s320/037_whale-vestigial-structure.jpg" style="cursor: pointer; float: right; height: 214px; margin: 0pt 0pt 10px 10px; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;coisa incrível. Eles afirmam que algumas baleias ainda possuem os vestígios do seu pélvis, ou pernas, embebidas no seu corpo. Alguns ateus afirmam ainda que baleias foram vistas com aquilo que eles pensam serem pernas vestigiais a crescer no seu corpo.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Contrariamente ao que os crentes ateus afirmam, as supostas "pernas ancestrais" não existem em lado nenhum. O pequeno osso que algumas baleias possuem não só não é um pélvis vestigial, como também não está ajustado à espinha dorsal nem a parte alguma do seu esqueleto. O dito órgão situa-se dentro do corpo da baleia, e serve de ancora para alguns dos órgãos da baleia."&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Bem, vamos colocar á prova o texto exposto. Em primeiro lugar, nem todo evolucionista é ateu. Sendo assim, o primeiro erro já está em dizer que são somente os ateus que afirmam que a baleia possuiu ancestrais terrestres. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;O segundo é que o texto ignora o fato de que já foram encontradas baleias cujo gene que seria responsável pela formação das pernas foi reativado, e acabaram por nascer com um osso da pélvis mais complexo do que geralmente esse osso é.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Ademais, basta uma análise nesse osso mencionado para se perceber que se trata do osso da pélvis do animal. Uma pélvis, porém, que perdeu sua função original: a de ser como um ponto de sustentação do corpo. E ganhou uma nova função: a de servir como âncora para sustentar seus órgãos e ainda a de ajudar na cópula do animal. Aliás, alguns estudos em torno das patas traseiras dos animais que evolutivamente vão do desconhecido Georgiacetus até o Basilossauro. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Órgãos vestigiais não são apenas órgaos que perderam a funcionalidade. Órgãos vestigiais são órgãos que são menores e mais simples em sua estrutura do que as partes correspondentes nas espécies ancestrais. Eles são normalmente degenerados ou subdesenvolvidos. Não estamos falando da "lei do uso e do desuso", de Lamark, mas sim de órgãos que se tornaram mais atrofiados de que em espécies ancestrais, em decorrência de mudança no ambiente ou outros fatores evolutivos (para o cristão um fator chave até pode ser a interferência divina, embora esse fator não seja estudado cientificamente porque segundo os cientistas isso transcede o campo das ciências). &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Uma boa parte dos órgãos vestigiais ganharam novas funções, como no caso da pélvis da baleia, como já falamos, as asas do avestruz, o terceiro olho do Tuatara (funcional apenas quando o animal é jovem) e o apêndice humano. Mas existem aqueles que se tornaram inúteis, como as asas da ave Kiwi e o quinto dedo do pé do terópode Allosaurus (esses dois últimos exemplo, misteriosamente, NUNCA foi citado por nenhum criacionista). &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Além disso, comparando o osso da pélvis da baleia com os ossos dos arqueocetos aqui apresentados, vamos ver uma certa similaridade na anatomia deles. E todos sabemos que o Ambulocetus, o Georgiacetus e o Rodhocetus tinha pernas traseiras. Aliás, você pode ver nas fotos dos esqueletos apresentados que eles tinham pernas, e pode fazer a comparação entre a curvatura dos ossos, dentre outras características. Tem que ter um bom olho crítico pra perceber a semelhança, mas que há uma similaridade, realmente há. Para o criacionismo, essa similaridade traduz-se por uma só palavra: coincidência... Mas não seria muita coincidência?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-weight: bold; text-align: center;"&gt;PATAS DE BELUGA X PATAS DE AMBULOCETO&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Bom, se as "patas traseiras" das baleias podem nos falar alguma coisa, então o que as patas dianteiras desses animais podem nos dizer?&lt;/div&gt;A ilustração abaixo tem uma surpresa incrível, pra quem é criacionista da terra jovem: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;img alt="http://1.bp.blogspot.com/_s2LyZioMdrs/S7bKI8ZJGxI/AAAAAAAAAD4/nIonLkn2GoI/s1600/Lg.jpg" src="http://1.bp.blogspot.com/_s2LyZioMdrs/S7bKI8ZJGxI/AAAAAAAAAD4/nIonLkn2GoI/s1600/Lg.jpg" style="cursor: -moz-zoom-in; height: 439px; width: 469px;" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Ninguém pode negar que as patas do esqueleto em amarelo são parecidíssimas com a do Ambuloceto. Mas até aí o que pode-se contrargumentar sobre a esquematização acima? Que o animal representado acima do Ambulocetus é o fóssil de um animal terrestre e não aquático, afinal, as patas do ambulocetus se parecem muito com as dele.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;Esse argumento é valido?&lt;/b&gt; Bom, olhe abaixo quem é o dono do esqueleto que está acima do ambulocetus e se surpreenda:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;img alt="http://images.picturesdepot.com/photo/b/beluga_whale-17160.jpg" src="http://images.picturesdepot.com/photo/b/beluga_whale-17160.jpg" style="height: 296px; width: 384px;" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;img alt="http://fsxgeneration2.files.wordpress.com/2011/02/beluga255b1255d.jpg" src="http://fsxgeneration2.files.wordpress.com/2011/02/beluga255b1255d.jpg" style="cursor: -moz-zoom-in; height: 347px; width: 411px;" /&gt;&lt;/div&gt;Não, não colocamos a foto errada. Realmente o dono daquele esqueleto amarelo é nada mais nada menos que a &lt;b&gt;Beluga ou Baleia-branca&lt;/b&gt;!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não há, até onde pude pesquisar, nenhum argumento criacionista na internet contra o que você acabou de ver. Essa é sem dúvida uma das evidências mais fortes que realmente os fósseis que apresentamos aqui retratam os antepassados da baleia. É estranho mesmo nenhum criacionista ter percebido a semelhança das patas do &lt;i&gt;Ambulocetus&lt;/i&gt; e do &lt;i&gt;Delphinapterus&lt;/i&gt; (nome científico da Beluga).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas existe uma hipótese para explicar o porquê ninguém (nenhum criacionista) se atentou para esse detalhe. É que quando falamos em "evolução da baleia" geralmente nos esquecemos de que as baleias não são os únicos integrantes do grupo dos cetáceos. O golfinho, o narval, a orca, o boto e a beluga também são cetáceos, e como tais possuem também suas origens nos arqueocetos. Nenhum cientista classifica os golfinhos, belugas, narvais, orcas e botos como sendo de um grupo distinto do das baleias, e como vimos a beluga, por exemplo, tem um esqueleto estranhamente parecido com o dos arqueocetos. Mas &lt;b&gt;não é só a beluga&lt;/b&gt;... Compare o esqueleto do Dorudon com o esqueleto do Golfinho:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img src="http://skeletonss.tk/wp-content/uploads/2011/08/Dolphin-Skeleton.jpg" style="height: 108px; width: 467px;" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;img alt="http://www.rescast.com/Images/specimens/dorudon_UMMP.jpg" src="http://www.rescast.com/Images/specimens/dorudon_UMMP.jpg" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Reparou que as patas dianteiras dele também são iguais ás dos arqueocetos?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Mas observe também, claro, que eles não possuem os vestígios de patas traseiras, porque os perderam conforme foram indo as gerações. Mas aí nesse caso pode-se dizer: Mas isso não é "involução"? Não. Involução na verdade não existe... Acontece que &lt;b&gt;evolução não é só ganho&lt;/b&gt;, como muitos criacionistas (a exemplo o físico Adauto Lourenço) alegam constantemente, &lt;b&gt;é perda de características também&lt;/b&gt;. Evolução na verdade pode ser definida como um processo complexo de adaptações em série. Tão complexo que até hoje há dificuldade de se dizer como geneticamente as transformações evidenciadas pela anatomia comparada, pela embriologia, pelos fósseis, pelos genes, acontece. Não teria Deus guiado esses processos...?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;AINDA TEM MAIS?!?&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Quanto á identidade dos fósseis aqui apresentados, depois desse estudo não há dúvida que são de arqueocetos, criaturas que realmente existiram e que podem nos trazer informações interessantes sobre o passado dos cetáceos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas... E se existissem ainda muitos outros transicionais da baleia além desses aqui exibidos? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, por mais incrível que pareça nesse artigo foram mostrados os arqueocetos mais famosos, mas não foram os únicos cujos fósseis foram achados. Ainda tem uma turma gigantesca que sequer é mencionada pelos criacionistas: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Indocetus &lt;br /&gt;- Natchitochia &lt;br /&gt;- Ancalacetus &lt;br /&gt;- Zygorhiza &lt;br /&gt;- Saghacetus &lt;br /&gt;- Chrysocetus &lt;br /&gt;- Gaviacetus &lt;br /&gt;- Pontogeneus &lt;br /&gt;- Basiloterus&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E por quê não há argumentos criacionistas contra estes últimos? Não sei, mas se existem certamente são pobremente divulgados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;UMA EVOLUÇÃO RÁPIDA&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;É claro que os ateus utilizam a tese da evolução da baleia, mostrada como verdadeira nesse estudo, como ponto de sustentação de suas crenças (a de que Deus não existe e que tudo advém de processos que ocorrem ao acaso). Mas a própria evolução das baleias atesta contra isso. Arrisco dizer, pode ser um dos melhores exemplos de que a evolução não aconteceu ao acaso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ocorre que assim como a Explosão Cambriana, as baleias evoluiram muito rápido, em termos de milhões de anos. Bastou apenas 5 milhões de anos para o grupo dos cetáceos aparecerem. Aí pode-se dizer: mas não é muito pouco tempo para ir do pakicetus até a beluga? Sim, realmente é pouco tempo e os cientistas admitem isso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é nenhum bicho-de-sete-cabeças admitir que houve no passado alguns "disparos evolutivos". A idéia de uma evolução lenta e gradual (o gradualismo ou uniformitarismo) está sendo derribada cada vez mais, dando lugar ao "equilíbrio pontuado", que por sua vez prevê que em determinados momentos a evolução pode acontecer rapidamente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas no caso da evolução da baleia a dificuldade em explicar em termos cientificos como deu-se geneticamente todas essas adaptações comprovada pelos fósseis vai mais além do que o equilíbrio pontuado consegue explicar. Como é que estruturas tão ímpares e complexas, como as sondas usadas pelos golfinhos, se desenvolveram em um tempo relativamente curto? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou melhor: Quem foi que deu a essas formas de vida sondas, bocas compostas por cerdas de material queratinoso com a função de filtrar a água e recolher o alimento e a sociabilidade complexa, a partir dos estranhos ungulados do grupo dos mesoniquídeos? Para os ateus e agnósticos, foi somente a evolução. Mas faz sentido apenas por seleção de genes aparecer tudo isso que os fósseis indicam? É mais coerente crer que alguém ou uma "força exterior" esteve por trás desses processos de desenvolvimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela bíblia, não fica nem um pouco difícil considerar essa hipótese. Não só no Gênesis, mas também em outros livros da Bíblia, como o dos Salmos, fica explíscito que pela Palavra que saiu da boca de Deus as coisas foram criadas, e que Deus além disso também acompanhou cuidadosamente cada processo de sua Criação. Ora, a Bíblia não diz como é que exatamente Deus criou as espécies, embora ela dê uma "pista" ao falar sobre a origem comum de todo ser vivo - o pó da terra. Aí fica a pergunta: sendo assim, não teria a palavra de Deus poder suficiente para desencadear rapidamente essa tão espetacular evolução dos cetáceos? É exatamente o caso do que está escrito no Salmo 33:12 - &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Pois ele falou, e tudo se fez; ele mandou, e &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;logo&lt;/span&gt; tudo apareceu."&lt;/span&gt; (grifo nosso). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;CONCLUSÃO&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final das contas, o quadro virou. Uma história da evolução biologica que o criacionismo dizia ser farsa foi comprovada e os argumentos antievolucionistas foram desmascarados. Mas isso contradiz ou auxilia o livro de Gênesis? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Na realidade, admitir que existem fósseis transicionais á favor de algum mecanismo de evolução é algo que o criacionismo irá demorar pra admitir, ou até mesmo talvez nunca admita. Segundo eles, provar que espécie A tornou-se por evolução na espécie B invalidaria a crença de que Deus é o Criador de todas as coisas. Até que ponto isso é verdade? Acontece que a evidência de transicionalidades entre as espécies não contraria o texto bíblico, pois como mostramos, pode-se considerar que a evolução foi o mecanismo usado pelo Criador para dar forma á novas espécies. Sendo assim os fósseis transicionais não invalidam a Palavra de Deus, quanto mais o livro de Gênesis. Eles invalidam o criacionismo da terra jovem, apenas, que é só uma das muitas teses sobre a origem bíblica da Criação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;FONTE:&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://sociedadecriacionistapiauiense.blogspot.com/2010/10/vida-extraterrestre-falsa-ciencia-dos.html"&gt;http://sociedadecriacionistapiauiense.blogspot.com/2010/10/vida-extraterrestre-falsa-ciencia-dos.html&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://genesiscontradarwin.blogspot.com/2009/12/evolucao-e-baleias-andantes.html"&gt;http://genesiscontradarwin.blogspot.com/2009/12/evolucao-e-baleias-andantes.html&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://shout.webring.com/people/cu/um_1925/ambulo.html"&gt;http://shout.webring.com/people/cu/um_1925/ambulo.html&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.creacionismo.net/inicio/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=116&amp;amp;Itemid=97"&gt;http://www.creacionismo.net/inicio/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=116&amp;amp;Itemid=97&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/2008/09/21/a-baleia-e-suas-pernas-novo-passo-para-entender-a-evolucao/"&gt;http://peregrinacultural.wordpress.com/2008/09/21/a-baleia-e-suas-pernas-novo-passo-para-entender-a-evolucao/&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://darwinismo.wordpress.com/2011/08/23/baleias-evoluiram-rapidamente-excepto-quando-nao-evoluiram-rapidamente-2/"&gt;http://darwinismo.wordpress.com/2011/08/23/baleias-evoluiram-rapidamente-excepto-quando-nao-evoluiram-rapidamente-2/&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4928088434411239410-955259270660738726?l=genesisum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://genesisum.blogspot.com/feeds/955259270660738726/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://genesisum.blogspot.com/2011/08/mentira-por-tras-do-criacionismo-11.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4928088434411239410/posts/default/955259270660738726'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4928088434411239410/posts/default/955259270660738726'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://genesisum.blogspot.com/2011/08/mentira-por-tras-do-criacionismo-11.html' title='A Mentira Por Trás do Criacionismo 10: entre o arqueoceto e a baleia'/><author><name>gênesis 1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12125497197670078993</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_EZU8tvyOIVM/Se5WXFoya9I/AAAAAAAAAYc/AtYbv3uL_h4/s72-c/Imagem1.png' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4928088434411239410.post-8985191232286099141</id><published>2011-07-26T11:33:00.000-07:00</published><updated>2011-07-26T12:25:00.510-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='teologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='bíblia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jesus'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='profecias'/><title type='text'>10 pragas do Egito X 10 divindades do Egito</title><content type='html'>O livro de Êxodo nos conta a história da saída do povo de Deus do Egito para a terra prometida. Sabemos desta história, desde a escola bíblica infantil, nós aprendemos sobre as 10 pragas do Egito e de como Deus envergonhou a faraó e libertou o povo bravamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que nem todos sabem é que essas pragas não só ocorreram para que Faraó libertasse o povo hebreu, mas também Deus, por meio de cada uma delas, destronou as divindades egípcias da época, mostrando não só para aquele povo pagão, mas também para nós hoje, quem é o verdadeiro Deus.&lt;br /&gt;Confira abaixo qual divindade foi destronada em cada praga enviada ao Egito por meio das mãos de Deus:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;1ª praga - Ex 7:14&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Água do Nilo se transformaram e sangue.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta praga faz referencia a &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Hápi&lt;/span&gt; (deus do Nilo); como o rio Nilo é essencial à economia e até a sobrevivência da nação, podemos imaginar como este deus era importante na cultura local. Agora, com o nilo impotável, em sangue, o que esse deus fez??&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;2ª praga - Ex 8:1&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Rãs&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta praga afronta a &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Hegt ou Hetera&lt;/span&gt; (deusa Rã); parece-nos que o poder desta deusa não foi capaz proteger seus súditos... Consegue imaginar o horror que deve ter sido durante essa praga, vendo esses animais saírem de todos os lugares, pulando em todo lugar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;3ª praga - Ex 8:19&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Piolhos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta praga desafia &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Tot&lt;/span&gt;, o senhor da magia. Os magos não eram capazes de realizar qualquer tipo de magia em virtude da presença destes pequenos seres pelo corpo. Já pensou: um simples piolho e ninguém mais poder reverenciar seu deus!?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;4ª praga - Ex 8:20-23&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Moscas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa praga certamente não pôde ser contida pelo deus &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Sebeque&lt;/span&gt; (deus-inseto). Quem é que pode controlar a criação mesmo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;5ª praga - Ex 9:1&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Peste no gado&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Hator e Ápis&lt;/span&gt;, deus-touro e deusa-vaca (respctivamente); eram fiéis depositários da fé dos egípcios para proteção do animais. Sem comentários sobre a total impotência deles diante do nosso Deus...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;6ª praga - Ex 9:8&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Tumores e Ulceras&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desafio a &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ísis&lt;/span&gt;, senhora da medicina, deusa da cura e dos remédios. Parece que os egípcios clamaram em vão para curar os tumores e ulceras que nosso Deus colocou sobre eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;7ª praga - Ex 9:22&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Trovões e Saraiva&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Reshpu&lt;/span&gt;, deus muito importante, já que controlava as chuvas, ventos e trovões. Então era ele quem decidia se a plantação seria bem regada ou não; além de controlar os desastres ambientais e tudo mais. Mais um deus que ficou de “pés e mãos atadas” na defesa de seus fiéis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;8ª praga - Ex 10:7-11&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Gafanhotos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta praga desafia &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Min&lt;/span&gt;, deus da fertilidade e protetor das colheitas. Como os gafanhotos comeram toda a plantação, onde será que estava Min que não viu isto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;9ª praga - Ex 10:21&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Três dias de trevas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Rá&lt;/span&gt;, o deus-sol e &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Hórus&lt;/span&gt;, um deus solar, foram completamente desmoralizados. O deus do sol no escuro por falta de sol. Quem será o verdadeiro Deus do Sol?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;10ª praga - Ex 11:1&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A morte dos primogênitos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta nós aprendemos na escola: O próprio &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;faraó&lt;/span&gt; era considerado um deus no Egito. Ou então &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Amon-Rá&lt;/span&gt;, rei dos deuses e força criadora de vida... e que deixou morrer um filho de cada lar, até dos animais. Outro que também não pode fazer nada foi o deus &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Anúbis&lt;/span&gt; (Deus da morte). Quem será o verdadeiro Deus da Vida?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Estudo retirado de&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://comunidadeabiblia.net/teologia/estudos-biblicos/as-10-pragas-do-egito-ou-os-10-deuses-do-egito.html"&gt;http://comunidadeabiblia.net/teologia/estudos-biblicos/as-10-pragas-do-egito-ou-os-10-deuses-do-egito.html&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalizando, deixo abaixo um desenho que retrata a história de Moisés em menos de 30 minutos, e que sintetiza bem esse desafio que o Senhor Deus faz contra as divindades egípcias:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Parte 1:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;iframe title="YouTube video player" src="http://www.youtube.com/embed/pAq720ceoWo" allowfullscreen="" width="480" frameborder="0" height="390"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Parte 2:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;iframe title="YouTube video player" src="http://www.youtube.com/embed/V5FZvajfQ34" allowfullscreen="" width="480" frameborder="0" height="390"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Parte 3:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;iframe title="YouTube video player" src="http://www.youtube.com/embed/qDT_2p_CzQU" allowfullscreen="" width="480" frameborder="0" height="390"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;CONFIRA TAMBÉM:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://genesisum.blogspot.com/2010/08/as-pragas-do-egito-como-elas.html"&gt;As dez pragas do Egito: como elas aconteceram?&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://genesisum.blogspot.com/2010/02/locusta-migratoria-o-protagonista-de.html"&gt;Locusta Migratória: o protagonista de uma praga bíblica&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4928088434411239410-8985191232286099141?l=genesisum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://genesisum.blogspot.com/feeds/8985191232286099141/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://genesisum.blogspot.com/2011/07/10-pragas-do-egito-x-10-divindades-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4928088434411239410/posts/default/8985191232286099141'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4928088434411239410/posts/default/8985191232286099141'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://genesisum.blogspot.com/2011/07/10-pragas-do-egito-x-10-divindades-do.html' title='10 pragas do Egito X 10 divindades do Egito'/><author><name>gênesis 1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12125497197670078993</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/pAq720ceoWo/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4928088434411239410.post-2607448341724851051</id><published>2011-06-27T08:52:00.001-07:00</published><updated>2011-08-28T10:58:16.507-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pré-história'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='teologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='bíblia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jesus'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='eventos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='criação'/><title type='text'>Vídeo Exposição Maravilhas da Criação 2011</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;iframe title="YouTube video player" src="http://www.youtube.com/embed/fq5gthBOSOY" allowfullscreen="" width="480" frameborder="0" height="390"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4928088434411239410-2607448341724851051?l=genesisum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://genesisum.blogspot.com/feeds/2607448341724851051/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://genesisum.blogspot.com/2011/06/exposicao-maravilhas-da-criacao-2011.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4928088434411239410/posts/default/2607448341724851051'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4928088434411239410/posts/default/2607448341724851051'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://genesisum.blogspot.com/2011/06/exposicao-maravilhas-da-criacao-2011.html' title='Vídeo Exposição Maravilhas da Criação 2011'/><author><name>gênesis 1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12125497197670078993</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/fq5gthBOSOY/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4928088434411239410.post-8120967259084338803</id><published>2011-06-22T07:04:00.000-07:00</published><updated>2011-06-22T07:14:33.914-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='teologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='bíblia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jesus'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='profecias'/><title type='text'>As águas amargas de Mara</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Versículo-base:&lt;/span&gt; Êxodo 15.20-27&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;FIQUE LONGE DAS MURMURAÇÕES!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Esta palavra poderá ser um “divisor de águas” em nossas vidas; por isso vamos ver o contexto histórico deste episódio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso aconteceu logo após o povo hebreu ter sido liberto da escravidão egípcia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o que aconteceu? Faraó, inconformado, apesar das dez pragas sofridas s0bre o Egito, saiu nas pegadas dos israelitas, a fim de trazê-los de volta para servirem de mão de obra escrava, como dantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta perseguição, o povo hebreu se encontra numa aparente armadilha que parecia sem saída. Cercado por todos os lados, só tinham duas saídas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;1 – Se entregavam novamente á Faraó&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;2 – Atravessavam a nado o mar Vermelho&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, a despeito das murmurações daqueles que estão sempre de plantão escalados pelo diabo, Moisés estende seu cajado e as águas do mar Vermelho, surpreendentemente, se abrem e o povo passa a pés enxutos. Mas o exército de Faraó, indo em perseguição aos Hebreus, perecem quando chegam perto deles, não podendo os alcançar perecem nas águas que se fecham a mais ou menos 30 metros de profundidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso nos parece uma simbologia com o sangue de Jesus, que nos purifica de todos os nossos pecados, ainda que sejam os mais terríveis; e aí, como Miriam, fazemos uma festa e uma cantoria gloriosa, como as pessoas novas convertidas fazem quando recebem a Jesus. E cantamos: “Livre estou, livre estou porque o sangue de Jesus me libertou”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O PROPÓSITO DE DEUS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Porém, a história não termina aqui. O verso 22 diz: “&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Fez Moisés partir a Israel do mar Vermelho e saíram para o deserto de Sur e caminharam três dias e não acharam água.&lt;/span&gt;”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabemos que Deus guiava o seu povo no deserto, por uma coluna de fogo a noite e uma nuvem pelo dia. O povo não se movia se a nuvem não se movesse; eles só andavam se a nuvem andasse. Por isso preste atenção: A nuvem os guiou durante três dias sem água e por fim à um lugar onde só tinha água amarga. E por que Deus faria isto com o povo que se chamava pelo seu nome, e que era como a menina dos seus olhos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas vezes nós não entendemos os propósitos de Deus, mas logo ali na frente o endenderemos. Deus não se engana. Ser guiado pela nuvem de Deus nunca termina mal.&lt;br /&gt;Imaginem: até parece que Deus tem prazer em ver os seus filhos passarem trabalho; olhem esta multidão de cerca de dois milhões de pessoas: Idosos, gestantes, crianças, pessoas doentes, e todo o tipo de dificuldades para caminhar pelo deserto com esta gente toda, imagina? Crianças pedindo água e os pais dizendo “só um golezinho, depois não tem mais”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que Deus os estava guiando por três dias pelo deserto sem água?&lt;br /&gt;Porque Deus nos leva por estes desertos em nossas vidas com tamanha sequidão, nos não podemos entender.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;POR QUE ÁGUAS AMARGAS?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O verso 23 diz: “&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Afinal, chegaram a Mara; todavia não puderam beber as águas de Mara, porque eram amargas; por isso, chamou-se-lhe Mara.&lt;/span&gt;”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As águas de Mara existem até hoje. Era um oásis no meio de muita areia quente. Ao ver esse oásis, o povo deve ter dito: “Glórias a Deus! Enfim água para beber! É coisa de Deus, porque a nuvem parou bem em cima das fontes!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos se abaixaram e provaram da água. E o que acontece? Eles cospem a água e dizem que isso é intragável. Dizem: “Onde nos trouxeste, Moisés?” Conforme diz no verso 24: “E o povo murmurou contra Moisés dizendo: O quem haveremos de beber?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E diante desta situação. o que Moisés faz? O verso 25 nos mostra que Deus fez um tremendo milagre: Deus mostra um galho de árvore caído no chão e pede a Moisés que o jogue naquela água, e ela ficou doce. Mas depois ela voltou a ficar amarga, e até hoje, essa água continua amarga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cientistas fizeram uma análise daquela água e constataram que ela é 100% potável. Ela é amarga porque está cheia de minerais que são medicinais. Por ex.: Um dos minerais que lá estão se chama Dulamite que é muito bom para os batimentos cardíacos, e principalmente para quem vai fazer longas caminhadas por um terreno, como o que o povo hebreu estava viajando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro mineral que tem em abundância naquela água é Magnésio. EX.: quando estamos com problemas de estômago receita-se o quê? Geralmente, leite de magnésio!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas por que tudo isso? O povo hebreu havia sido escravo por 400 anos, e beberam das águas poluídas do Nilo e outras fontes, e por consequência sofriam de muitos problemas instestinais e estomacais, por terem adquirido muitos parasitas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora podemos entender porque Deus os havia deixado com sede durante três dias? Para que eles bebessem aquelas águas mesmo que fossem amargas, pois cremos que era para curá-los dos parasitas e doenças que haviam adquirido do Egito. Deus tem que nos dar águas amargas para nos curar de parasitas adquiridos neste Egito de nossa época. Deus provocara sede em seu povo por isso. Deus queria que seu povo humildemente dissesse assim: “A nuvem parou aqui, as águas são amargas, mas não importa. Vamos beber porque certamente esta é a vontade de Deus para as nossas vidas.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;DEUS SABE O QUE FAZ&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Agora vejam o versículo 26, que diz: “&lt;span style="font-style: italic;"&gt;(…)Nenhuma enfermidade virá sobre ti das que enviei sobre os Egípcios(…)&lt;/span&gt;”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viram o que Deus havia preparado para o seu povo? Cura. Mas quem disse que eles quiseram alegremente tomar das águas amargas? Correram, colocaram na boca os primeiros goles de água e cuspiram, vomitaram e depois murmuraram contra Moisés, o servo de Deus (V. 24).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para eles, “É sempre o lider que está errado”. Mas Moisés não era culpado de nada, pois a nuvem é que tinha parado lá; foi Deus que os tinha levado para lá. Deus os estava provando com o bem, porque ele não nos prova com o mal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que estava acontecendo com o povo de Israel não era um ataque do maligno, mas era uma provação benéfica vinda de Deus para curá-los, para tratá-los. Era amargo, sim, mas era tratamento de Deus. Conforme é visto no Verso 25: “&lt;span style="font-style: italic;"&gt;(..) E ali os provou (…)&lt;/span&gt;“&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas eles não quiseram, bateram o pé e colocaram Deus na parede, não quiseram da água amarga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez vocês já devem ter ouvido essa afirmação: “Determinamos e não aceitamos isto; desafiem a Deus, senão Ele não te ouve”. É basicamente o que os israelitas fizeram…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que Deus fez então? Deu-lhes um milagre paliativo. Ou seja, o povo abortou o melhor de Deus, o milagre maior. Não foram curados das doenças do Egito, pois a água tronou-se doce e portanto não era mais medicinal. Deus falou a Moisés: “Tudo bem, pode jogar aquele galho na água”. Moisés jogou, a água ficou doce, e perdeu seu valor medicinal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus deu a eles um milagre paliativo, mas não era o Seu melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas vezes pedimos que Deus nos trate a nos faça melhor, porém quando Deus começa a agir, gritamos, esperneamos, para não tomarmos “água amarga”. Aí Deus nos dá um milgare paliativo. Eles trocam o milagre da cura por um simples analgésico, que só tira a dor, mas não cura a enfermidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E sabem qual era o mal daquele povo? Eles tinham saído do Egito, mas o Egito não havia saído deles e, para piorar, tinham trazido as doenças do Egito, no qual Deus os queria curar. Este é o mal de muitos crentes hoje. Eles saíram do mundo, mas o mundanismo não saiu deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se Deus te der um remédio amargo, não o rejeite, pois é para cura e não paliativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cuspir e vomitar é dizer: "Não quero este tratamento! Quero somente um milagre doce". Não, queridos. Nossa reação deve ser: “A nuvem parou aqui nessas águas amargas, então eu vou bebê-las pois eu sei que é para o meu bem, eu a bebo ainda que seja amarga, mas sei que Tu estás nesse negócio”. Obedecer a Palavra do Senhor é sempre a melhor opção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus nos liberta do pecado através do sangue de Jesus, mas só tira o mundanismo de dentro de nós através dos tratamentos aos quais Ele nos submete. Agora Deus lhes dá os estatutos e o tratamento. Eles passaram do teste? Não.&lt;br /&gt;O Egito não saiu de dentro deles, por isso morreram no deserto. Em vez de ficarem 40 dias no deserto como Jesus ficou (mas saiu), eles fizeram do deserto sua morada e lá morreram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão, queridos, não é se vamos ou não passar pelo deserto. Todo cristão passa um tempo pelo “deserto”. A pergunta é: quanto tempo você vai ficar no deserto, 40 dias ou 40 anos? O plano de Deus é só alguns dias, mas quando a pessoa fica cuspindo fora os tratamentos de Deus, não se quebrantam, não recebem com alegria as correções que o Espírito Santo está trazendo; a pessoa fica abortandp a graça de Deus, fica vivendo de milagres alternativos, fica vivendo dentro da permissão de Deus mas jamais dentro da vontade de Deus, somente assistindo os milagres: rocha que brota água, maná que cai do céu… Porém não sai do deserto; acaba morrendo sem entrar na plenitude da verdadeira vida cristã vitoriosa sobre o pecado e o homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus não nos fez para viver no deserto, Deus quer que você passe somente 40 dias no deserto, tome o remédio amargo e parta para a terra de Canaã, afim de derrubar os gigantes e conquistar a terra que mana leite e mel. Quero encorajar a todos vocês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas as pessoas que cuspiram da água amarga que Deus lhe dera para beber, ficaram amarguradas, amargas com Deus, com Moisés, com a sua liderança, com todo o mundo.&lt;br /&gt;Mas todas as pessoas que tomam até águas amargas em obediência ficam pessoas doces, tratadas e livres do Egito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O verso 26 diz: “&lt;span style="font-style: italic;"&gt;(…) Se fizerem o que é reto diante dos olhos do Senhor(…)&lt;/span&gt;”. Ele sempre tem o melhor preparado para o seu povo; Deus é pai e não padrasto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejamos o verso 27: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Então chegaram a Elim, onde havia doze fontes de água e setenta palmeiras; e se acamparam junto ás águas.”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queridos, olha o que Deus tinha preparado para o seu povo. Era o que jamais imaginavam:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;1 – Três dias de caminhada no deserto para provocar sede, a fim de que eles bebessem das águas curadoras de Mara.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;2 – Depois da cura, Deus a pouca distãncia tinha doze fontes de águas doces para todo o povo. Não uma só fonte, mas doze!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;3 – Deus tinha preparado 70 palmeiras para que pudessem se refrescar na sombra.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que tristeza. Deus tinha planos tão altos com aquele povo, curá-los, saciar a sede, dar sombra e fazê-los entrarem vitoriosos na terra de Canaã. O que eles fizeram? Murmuraram, não tomaram o remédio amargo, beberam água doce antes da hora, não ficaram sarados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;CONCLUSÃO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O deserto não é a nossa morada, mas muitos morrem nele, porque não querem tomar das águas amargas; e aí os males do Egito nunca irão sair deles, e por isso acabarão morrendo no deserto, e lá serão enterrados.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mas você, ó Josué, ó Calebe, você verá esta terra. Porque é obediente e fiel.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A escolha é nossa: águas amargas ou milagres paliativos? Águas curadoras ou doenças do velho egito?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Retirado de:&lt;/span&gt; &lt;a href="http://centroobpcsbc.wordpress.com/2011/06/19/as-aguas-amargas-de-mara/"&gt;http://centroobpcsbc.wordpress.com/2011/06/19/as-aguas-amargas-de-mara/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4928088434411239410-8120967259084338803?l=genesisum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://genesisum.blogspot.com/feeds/8120967259084338803/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://genesisum.blogspot.com/2011/06/as-aguas-amargas-de-mara.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4928088434411239410/posts/default/8120967259084338803'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4928088434411239410/posts/default/8120967259084338803'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://genesisum.blogspot.com/2011/06/as-aguas-amargas-de-mara.html' title='As águas amargas de Mara'/><author><name>gênesis 1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12125497197670078993</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4928088434411239410.post-3886989871755985845</id><published>2011-06-14T09:54:00.000-07:00</published><updated>2011-12-15T06:59:19.004-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pré-história'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='antropologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fósseis'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='bíblia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='evolução'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A Mentira Por Trás do Criacionismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='criação'/><title type='text'>A Mentira Por Trás do Criacionismo 9: "Homo" ou "Macacus" erectus?</title><content type='html'>Acredito que o diabo é o pai da mentira. Acredito também que tentar provar uma verdade lançando mão de fraude é erradíssimo. E sem perceber, é isso o que muitos crentes vêm fazendo diante da ameaça que a teoria da evolução pode trazer, segundo eles, á Bíblia. Esse movimento defende a tradução convencional da bíblia e á chamado Criacionismo da Terra Jovem e é fruto do extremamente dogmático Fundamentalismo. A Bíblia está certa no relato de gênesis, mas o problema é que a evolução das espécies também é correta (e como estou mostrando no blog fala á favor da Bíblia), e por não admitirem esse segundo fato, cegamente tentam criar contrargumentos contra essa teoria, e até agora tudo tem se tratado de sofisma. Eles querem provar pela ciência que o universo foi criado em dias que não no tempo de Deus, e que todos os dinossauros, por exemplo, se extinguiram no dilúvio. Pra isso também criam evidências mentirosas cuidadosamente enfeitadas para parecer verdade (isso é sofisma). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;"HOMO" OU "MACACUS" ERECTUS?&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;img alt="http://hominid.renecanales.com/Hominids/Homo%20Erectus%20eating.jpg" src="http://hominid.renecanales.com/Hominids/Homo%20Erectus%20eating.jpg" style="height: 273px; width: 328px;" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A atitude dos Criacionistas da Terra Jovem contra os ditos "elos perdidos" soa como uma cruzada. Uma cruzada contra os conceitos que os mesmos alegam ser heresias e contrários á escrituras (são mesmo?). Mas ao contrário do que possa parecer, não estamos diante, nesse caso, de uma cruzada em sincronia, organizada. Isso porque as opiniões entre os mesmos sobre os fósseis divergem, ou seja, enquanto num site Criacionista da Terra Jovem é exibida determinada explicação para um determinado fóssil, em outro site a explicação é totalmente diferente e por aí vai... E o mais estranho é que os próprios criacionistas não percebem isso... &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Sobre o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Australopithecus&lt;/span&gt; (a "Lucy"), tem criacionista que diz que o mesmo era um chimpanzé, outros alegam que ele era um pigmeu, e tem aqueles que defendem que ele era uma linhagem de macacos separada da do homem e do chimpanzé teoricamente chamada de Australopithecini. A realidade, conforme é mostrada &lt;a href="http://genesisum.blogspot.com/2011/02/mentira-por-tras-do-criacionismo-7-quem.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;, é que o Australopithecus foi um hominídeo muito antigo, mas não era humano nem macaco. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre o Neanderthal, tem aqueles que afirmam que os fósseis dele não são antigos mas recentes, ou seja, é uma farsa, e tem outros que alegam que ele era o fóssil de um velho raquítico que viveu no período pós-dilúvio. A realidade é que o Neanderthal foi uma espécie humana paralela á nossa, tão aculturada quanto era a nossa, mas que não sobreviveu no tempo que conviveu com a nossa (pode ter sido "varrida" com o dilúvio). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o hominídeo mais "mal-compreendido" pelo criacionismo não é nenhum destes acima, mas sim de um ser que, apesar de bem conhecido da ciência, tem muito criacionista que até nunca ouviu falar dele: o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;HOMO ERECTUS&lt;/span&gt;. E ele é justamente o foco do estudo que se segue. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;AS IDÉIAS DIVERGENTES&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;As interpretações diversas sobre o Homo erectus giram em torno de vários fatos ligados á descoberta do paleoantropólogo Eugene Dubois, em 1893. Temos três idéias criacionistas básicas sobre o Homo erectus: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Que ele foi um erro, uma farsa científica;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Que ele foi um primata (um macaco, como dizem);&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Que ele foi plenamente humano em todo aspecto;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Note que as três alegações são contraditórias, de modo que não há como as três serem válidas ao mesmo tempo. Portanto, para saber a verdade sobre o Homo erectus (que no universo criacionista ainda não está bem clara) é necessário analisarmos toda argumentação em questão, mesmo que encontremos coisas desagradáveis por parte dos criacionistas no caminho, que é algo que temos, infelizmente, chances de encontrar. Aliás, é importante destacarmos que, por mais que o criacionismo venha nos decepcionar, nós devemos manter nossa confiança em Deus e não no homem. Há uma grande diferença entre a Palavra de Deus e o criacionismo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;UMA FARSA?&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A alegação de que o Homo erectus é uma farsa, na verdade, é basicamente igual: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-style: italic; text-align: center;"&gt;"o Homo erectus foi criado com base APENAS em um crânio, um ‘fragmento’ de fêmur e três dentes molares, em 1891 e 1892, numa descoberta feita pelo Dr Eugene Dubois. Poucos depois, constatou-se que o crânio era de uma mulher pequena, o fêmur como sendo humano (do homem atual) e, os dentes molares, de macacos. Era um erro. Mas ele continua estampado em alguns livros." &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Bom, eis que já estamos diante de uma verdadeira mentira. Observe: de fato, há controvérsias se o fêmur e os dentes pertencem ao mesmo indivíduo, porém o crânio, composto apenas pelo topo da cabeça, é definitivamente de Homo erectus. E como sabemos que é do Homo erectus? Acontece que, ao contrário da alegação criacionista, o Homo erectus não é conhecido por um crânio, um fragmento do fêmur e três dentes molares. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Existem na verdade vários fósseis de Homo erectus no mundo todo!!&lt;/span&gt; A espécie do Homo erectus, na realidade, deu origem a um grande número de espécies descendentes e subespécies, todas bem documentadas por vários fósseis. Elas são:&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;* Homo erectus yuanmouensis &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;* Homo erectus lantianensis&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;* Homo erectus wushanensis&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;* Homo erectus pekinensis&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;* Homo erectus palaeojavanicus &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;* Homo erectus soloensis&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confira algumas imagens dos fósseis já encontrados. Observe que eles não constituem só de crânios, mas também de outros ossos, como a bacia: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="https://pf.ujep.cz/~velimskyt/pravek/02paleolit/pa22_homo_pekinensis.jpg" src="https://pf.ujep.cz/~velimskyt/pravek/02paleolit/pa22_homo_pekinensis.jpg" style="cursor: -moz-zoom-in; height: 176px; width: 176px;" /&gt;&lt;img alt="http://2.bp.blogspot.com/_mWAHjg3TE-g/TRL1duk1AaI/AAAAAAAAASg/PXpZPjBysSQ/s1600/Homo+Erectus+Soloensis.jpeg" src="http://2.bp.blogspot.com/_mWAHjg3TE-g/TRL1duk1AaI/AAAAAAAAASg/PXpZPjBysSQ/s1600/Homo+Erectus+Soloensis.jpeg" style="height: 139px; width: 156px;" /&gt;&lt;img alt="" src="file:///C:/Users/Daniel/AppData/Local/Temp/moz-screenshot-4.png" /&gt;&lt;img alt="http://library.kiwix.org:4201/I/180px_Homo_erectus_tautavelensis.jpg" src="http://library.kiwix.org:4201/I/180px_Homo_erectus_tautavelensis.jpg" style="height: 176px; width: 160px;" /&gt;&lt;img alt="http://4.bp.blogspot.com/_yGd69CzoUE0/SSX7wGTwZLI/AAAAAAAAABk/oxu4_vcBH8Y/s400/gona-homo-erectus-pelvis.jpg" src="http://4.bp.blogspot.com/_yGd69CzoUE0/SSX7wGTwZLI/AAAAAAAAABk/oxu4_vcBH8Y/s400/gona-homo-erectus-pelvis.jpg" style="height: 152px; width: 207px;" /&gt;&lt;img alt="http://geoserver.itc.nl/melkakunture/panel_assets/TUKUL%203/Panels/P29%20Origin%20of%20genus%20Homo/Homo_erectus_from_Nariokotome.jpg" height="571" src="http://geoserver.itc.nl/melkakunture/panel_assets/TUKUL%203/Panels/P29%20Origin%20of%20genus%20Homo/Homo_erectus_from_Nariokotome.jpg" style="cursor: -moz-zoom-in;" width="202" /&gt;&lt;img alt="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/f/fa/Tautavel_UK_2.JPG/220px-Tautavel_UK_2.JPG" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/f/fa/Tautavel_UK_2.JPG/220px-Tautavel_UK_2.JPG" /&gt;&lt;img alt="http://cdn.wn.com/pd/5f/3c/c67549c618f5d0a6eb583fc8ee45_grande.jpg" src="http://cdn.wn.com/pd/5f/3c/c67549c618f5d0a6eb583fc8ee45_grande.jpg" style="height: 232px; width: 252px;" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Além disso, existem os fósseis do Homo ergaster, considerado a versão mais antiga do Homo erectus. Ele também é conhecido por fósseis diversos. Confira: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="http://cdn.wn.com/pd/39/6b/c63b89152269415b7ec0409e0db6_grande.jpg" src="http://cdn.wn.com/pd/39/6b/c63b89152269415b7ec0409e0db6_grande.jpg" style="height: 261px; width: 160px;" /&gt;&lt;img alt="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/7/70/Homo_ergaster.jpg/220px-Homo_ergaster.jpg" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/7/70/Homo_ergaster.jpg/220px-Homo_ergaster.jpg" style="height: 247px; width: 206px;" /&gt;&lt;img alt="http://wiki.kkc.school.nz/images/3/37/Ergaster.jpg" src="http://wiki.kkc.school.nz/images/3/37/Ergaster.jpg" style="cursor: -moz-zoom-in; height: 477px; width: 396px;" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;CONSPIRAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;?&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo assim, ainda há aqueles que alegam que a descoberta do Homo erectus na verdade foi inventada. Gish (1985) alega que outros dois crânios humanos foram encontrados próximos e foi mantido em segredo. Mas ele não diz que por "próximo" é na verdade &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;105 quilômetros de distância&lt;/span&gt;! E de maneira nenhuma foram encontrados na mesma camada. Os crânios humanos foram encontrados em depósitos montanhosos, e o de Java foi encontrado em depósitos inundados de rios! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tampouco a descoberta foi "mantida em segredo", por medo de prejudicar o Homem de Java, pois Dubois publicou a descoberta em três periódicos científicos distintos em 1890 e 1892. (E apesar de Gish saber que Dubois publicou ter achado crânios de humanos modernos, ele continuou alegando que eles foram encobertos) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, já sabemos que os fósseis de Homo erectus são autenticos. Não estamos diante de "fósseis fabricados". Mas aí vem a pergunta: seria ele um macaco ou um homem? Ou nenhum dos dois? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;HOMEM OU MACACO? MACACO E HOMEM?!?&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E qual é o consenso criacionista sobre isso? Simplesmente não há consenso. Uns dizem que era um macaco, outros que era humano... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem vários fósseis de Homo erectus espalhados por aí, mas os mais citados pelos criacionistas são dois: um apelidado "Homem de Java" e outro de "Menino de Turcana". E o Criacionista Gish, ao dissertar sobre tais fosseis, prova claramente o fato: ele alega que o homem de Java é definitivamente um primata, porém o outro Homo erectus, o garoto de Turcana, ele considera humano! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Gish, sobre o Homem de Java: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;"Note como o crânio é muito parecido com o dos primatas; repare que ele não possui testa, é um crânio chato, típico dos primatas. Repare nas grandes saliências das sobrancelhas, bem típico dos primatas"&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; - Gish (1993)&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, veja o que ele fala sobre o outro Homo erectus, WT15000 (o garoto de Turcana): &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;"O tamanho e formato do crânio e algumas outras características do esqueleto pós-cranial são as únicas exceções quando o esqueleto desse jovem foi comparado ao de humanos modernos"&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;"...as características do jovem são notavelmente humanas com apenas algumas exceções"&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; - Gish (1995)&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas aí poderia se dizer: "Ah, mas não seriam o Menino de Turcana e o Homem de Java espécies diferentes?" &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Analise a questão você mesmo agora, bem como as alegações de Gilsh: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table class="captionBox" style="height: 148px; width: 279px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr align="center"&gt;&lt;td class="captionedImage"&gt;&lt;img alt="Homem de Java, descoberto por Dubois. Gish considera ele como sendo de um primata" src="http://erros-criacionistas.wikispaces.com/file/view/java_med.jpg/58585890/java_med.jpg" title="Homem de Java, descoberto por Dubois. Gish considera ele como sendo de um primata" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="imageCaption"&gt;Homem de Java, descoberto por Dubois. Gish considera ele como sendo de um primata&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;table class="captionBox" style="height: 288px; width: 284px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="captionedImage"&gt;&lt;img alt="Homo erectus (Garoto de Turcana), a quem Gish considera plenamente humano" src="http://erros-criacionistas.wikispaces.com/file/view/Turkana_boy.jpg/58585958/Turkana_boy.jpg" title="Homo erectus (Garoto de Turcana), a quem Gish considera plenamente humano" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="imageCaption"&gt;Homo erectus jovem (Garoto de Turcana, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Homo ergatster&lt;/span&gt;), a quem Gish considera plenamente humano &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="" src="file:///C:/Users/Daniel/AppData/Local/Temp/moz-screenshot-3.png" /&gt;&lt;img alt="http://www.dinocasts.com/images/products/Homo%20erectus-erectus64.jpg" src="http://www.dinocasts.com/images/products/Homo%20erectus-erectus64.jpg" style="height: 301px; width: 301px;" /&gt; &lt;br /&gt;Crânio completo de Homo erectus da subespécie &lt;span style="font-style: italic;"&gt;erectus&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table class="captionBox" style="height: 280px; width: 251px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="captionedImage"&gt;&lt;img alt="Compare com o crânio humano, e veja como eles são diferentes" src="http://erros-criacionistas.wikispaces.com/file/view/sapiens.gif/58620538/sapiens.gif" title="Compare com o crânio humano, e veja como eles são diferentes" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="imageCaption"&gt;Compare com o crânio humano, e veja como eles são diferentes&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Observe, no entanto, que os dentes &lt;br /&gt;são similares ao do ser humano... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E que tal uma comparação mais direta? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="http://i2.tinypic.com/velret.jpg" src="http://i2.tinypic.com/velret.jpg" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outras palavras, temos um criacionista dizendo que um mesmo crânio possui características tanto de primatas quanto de humanos modernos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente, para o criacionismo, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;isso é o que se espera de um fóssil transicional&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A VERDADE SOBRE O HOMO ERECTUS&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já sabemos que o Homo erectus é um verdadeiro exemplo de fóssil transicional. Mas a realidade sobre esse fóssil é que ele não era de macaco nem de homem, mas sim de um hominídeo extinto que, segundo a datação radiométrica, viveu entre 8 milhões de anos e 300 000 anos atrás. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles mediam entre 1,30 e 1,70 m de altura, e seu volume craniano era entre 750 e 1250 cm³, um aumento de cerca de 50% em relação á uma espécie inferior de hominídeo chamada &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Homo habilis&lt;/span&gt;. Mas esse volume corresponde a apenas 70% do volume craniano do homem moderno. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Habitando em abrigos de pedras, eles já utilizavam ferramentas rudimentares e o fogo. Apesar de muitos aspetos da organização social serem já herdados do Homo ergaster, o Homo Erectus desenvolveu ainda mais estas caraterísticas. A sua organização baseava-se em pequenas comunidades com alguns abrigos de pedra pequenos e simples, mais sofisticados de que os seus antepassados &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Habilis&lt;/span&gt;. A guarda era feita com fogueiras para proteger dos animais selvagens. A divisão de tarefas era baseada nos talhadores de pedra, os caçadores e as mulheres para tratar das crianças. Apesar da organização social, não existe nenhuma evidencia de que esses hominídeos possuíam crença ou cultura. Pelo contrário, evidências recentes sugerem que ele ainda possuía o psicológico não tanto desenvolvido, como você pode ver &lt;a href="http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI1819951-EI319,00.html"&gt;nessa recente notícia&lt;/a&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homo erectus também é ancestral direto do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Homo heidelbergensis&lt;/span&gt; (primeiro homem completo), que á era aculturado e deu origem ás linhagens Sapiens (atual) e Neanderthal (extinta). No sentido bíblico, o Homo erectus foi o ancestral &lt;span style="font-style: italic;"&gt;físico&lt;/span&gt; de Adão, que deu origem à linhagem perdida de Caim e à salva de Sete. (Adão teve ancestrais? Mas Deus não o criou o pó da terra, conforme Gn 2,7? Esclareça essa questão &lt;a href="http://genesisum.blogspot.com/2011/02/estudando-origem-do-homem-parte-1.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;CONCLUSÃO&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A confusão que o criacionismo faz ao descrever os fósseis de Homo erectus é tão grande que isso acaba sendo uma evidência da transicionalidade desse ser. As tentativas de se "abafar" a qualquer custo as várias descobertas de achados de Homo erectus, por parte dos criacionistas, também é tão grande que acaba por ser mais uma evidencia de que o Homo erectus é um claro exemplo da evolução biológica. No entanto, o fato do Homo erectus ter existido não quer dizer que o Gênesis seja uma lenda ou ficção. Apenas significa que a teoria criacionista precisa ser bem revista. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A forma mentirosa do agir do criacionismo para tentar "atacar" o Homo erectus, após desmascarada, faz parecer, para quem "olha de fora", que os evangélicos agem de má fé diante de questões como essa, sendo capazes até de mentir para impor suas idéias. Bom, realmente é essa impressão que Satanás quer que as demais pessoas tenham do povo de Deus. E é triste dizer, mas as atitudes do Criacionismo da Terra Jovem estão ajudando pra isso. Cabe então, a nós, nos desviarmos de toda mentira e procurar sempre saber a verdade sobre as coisas, mesmo que não tenhamos as respostas desejadas. Só assim as pessoas poderão ver a imagem de Cristo e da Palavra de Deus refletindo em nossas vidas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há algo a se pensar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;FONTE:&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Homo_erectus"&gt;&lt;br /&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Homo_erectus&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://criacionismoevidencias.blogspot.com/2009/06/como-o-criacionismo-cientifico-explica.html"&gt;http://criacionismoevidencias.blogspot.com/2009/06/como-o-criacionismo-cientifico-explica.html&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://erros-criacionistas.wikispaces.com/O+Homem+de+Java+foi+uma+fraude"&gt;http://erros-criacionistas.wikispaces.com/O+Homem+de+Java+foi+uma+fraude&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4928088434411239410-3886989871755985845?l=genesisum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://genesisum.blogspot.com/feeds/3886989871755985845/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://genesisum.blogspot.com/2011/06/mentira-por-tras-do-criacionismo-10.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4928088434411239410/posts/default/3886989871755985845'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4928088434411239410/posts/default/3886989871755985845'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://genesisum.blogspot.com/2011/06/mentira-por-tras-do-criacionismo-10.html' title='A Mentira Por Trás do Criacionismo 9: &quot;Homo&quot; ou &quot;Macacus&quot; erectus?'/><author><name>gênesis 1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12125497197670078993</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_mWAHjg3TE-g/TRL1duk1AaI/AAAAAAAAASg/PXpZPjBysSQ/s72-c/Homo+Erectus+Soloensis.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4928088434411239410.post-8910673896929831435</id><published>2011-06-02T12:32:00.000-07:00</published><updated>2011-07-15T12:24:30.152-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pré-história'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dinossauros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fósseis'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='teologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='bíblia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='evolução'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='criação'/><title type='text'>Quem foi o Leviathan do Livro de Jó?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img style="width: 240px; height: 297px;" alt="http://3.bp.blogspot.com/_PcDgCeBbY9Y/SxxRUwA1mYI/AAAAAAAAAOw/GbJWi1iAiD4/s320/leviat%C3%A3.jpg" src="http://3.bp.blogspot.com/_PcDgCeBbY9Y/SxxRUwA1mYI/AAAAAAAAAOw/GbJWi1iAiD4/s320/leviat%C3%A3.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Numa análise anterior vimos que o Beemote ou Behemoth, criatura mencionada em Jó 40:15-19, &lt;a href="http://genesisum.blogspot.com/2011/05/quem-foi-o-behemoth-do-livro-de-jo.html"&gt;de fato existiu&lt;/a&gt;, sendo um dinossauro Diplodócido. Porém, esse não é o único animal "fantástico" mencionado nesse livro. Há uma outra criatura, muito mais insólita, no capítulo que se segue&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Quem é o Leviatã ou Leviathan?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Assim como a questão do Behemoth e do 4º animal que aparece representado na visão do Profeta Daniel, muita especulação houve em torno do que seria o Monstro Leviathan. Uns alegam que o mesmo seria uma "versão hebraica" de uma divindade da Babilônia, ou seja, um ser mítico. Outros afirmam que ele seria um dinossauro. Outros, um crocodilo. Ou até mesmo um dragão. Mas é claro, a resposta é apenas uma. O que, afinal, foi o Leviathan?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A LENDA HEBRAICA DO LEVIATHAN&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;O Livro de Jó, capítulos 40 e 41, aponta a imagem mais impressionante do Leviathan, descrevendo-o como o maior (ou o mais poderoso) dos monstros aquáticos. No diálogo entre Deus e Jó, o primeiro procede a uma série de indagações que revelam as características do monstro, tais como "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;ninguém é bastante ousado para provocá-lo&lt;/span&gt;" ou "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Quando se levanta, tremem as ondas do mar, as vagas do mar se afastam. Se uma espada o toca, ela não resiste, nem a lança, nem a azagaia, nem o dardo. O ferro para ele é palha, o bronze pau podre&lt;/span&gt;".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como o Behemoth e o Ziz (ser alado não mencionado na Bíblia), o  Leviathan é uma criatura que faz parte da mitologia Hebraica. O seu nome, claramente, vem do hebraico &lt;span style="font-style: italic;"&gt;liwjathan&lt;/span&gt;, cujo significo é “animal que se enrosca”, sendo modificado pelo latim bíblico para leviathan. Também é conhecido como “o monstro marinho”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe uma lenda que fala que Deus enviara Behemoth para matar Leviathan. Eles terão uma grande batalha, onde os dois morreriam, mas Behemoth sairia vitorioso por cumprir sua missão.&lt;br /&gt;Outra lenda judaica diz que o Behemoth e Leviathan se enfrentarão no final dos tempos, matando-se um ao outro; então, sua carne será servida em banquete aos humanos que sobreviverem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para muitos historiadores, o Leviathan nunca existiu; é um animal mitológico que talvez esteja associado ao "Tiamat", uma divindade da mitologia da Babilônia. Porém, é provável que o animal descrito na Bíblia seja real, assim como o Behemoth, conforme comprovado, principalmente pela maneira que a Bíblia o descreve, que parece se referir a uma criatura que não só existiu como também conviveu com o homem, trazendo-lhes grande pavor na época.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, sendo o Leviathan um animal que realmente existiu (e os mitos relacionados á ele possuírem um fundo de verdade), a qual criatura a Bíblia se refere quando o descreve?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;UM DINOSSAURO...?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Sabemos que o Behemoth foi um tipo de dinossauro e que, claro, os tais existiram. Alguns criacionistas acreditam que o Leviathan, portanto, também seria um dinossauro contemporâneo ao homem. Mas seria realmente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, a Bíblia revela o Leviathan como um predador. Sendo assim, se o mesmo foi um dinossauro só pode ter sido um terópode, ou seja, da mesma ordem que pertence o Tyrannosaurus rex e o Velociraptor. Porém, pelos versos que descrevem a criatura e pelo mito hebraico do Leviathan, vemos que o Leviathan era uma criatura aquática, e até onde se sabe não foi encontrado nenhum dinossauro terópode com hábitos aquáticos. Nem mesmo os Espinossaurídeos, que se alimentavam de peixe, viviam nadando por aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;E UM PLESSIOSSAURO?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;           &lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img style="width: 253px; height: 202px;" src="http://www.bible-facts.info/a/images/Plesiosaur.jpg" alt="o plesiossauro" /&gt; &lt;/p&gt;Por esse motivo, a maior parte dos criacionistas da Terra Jovem alegam que o Leviathan foi um plessiossauro e que há evidências "cientificas" para se crer nisso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o que é um plessiossauro? Os plessiossauros foram répteis que dominaram os oceanos na Era Mesozóica, que possuíam braços em forma de remos e hábitos totalmente aquáticos. Alguns deles inclusive eram incrívelmente parecidos com o "monstro do lago ness", a exemplo do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Elasmosaurus&lt;/span&gt;, um dos mais populares répteis desse grupo. Eles costumavam ser grandes, sendo que o maior deles, o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Liopleurodon&lt;/span&gt;, por seus 25 metros de comprimento é considerado o maior predador que já exisitiu no planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, como os plessiossauros eram grandes predadores aquáticos, será que então o Leviathan foi um plessiossauro? Poderia até ser, se não fosse alguns inconvenientes...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em primeiro lugar, o Plessiossauro viveu há milhões de anos antes do homem. Sabemos disso pelos vários métodos de datação, e não falamos apenas da datação radiométrica; apenas pela localização de todos os fósseis achados de plessiossauros nas camadas geológicas podemos ver que eles são bem mais antigos que Adão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, a descrição bíblica da pele do Leviathan não se parece com o aspecto da pele de um plessiossauro. Sabemos por causa de fósseis em ótimo estado desses animas, que os plessiossauros possuíam uma pele lisa, como a de uma foca, não com placas como a do crocodilo. Nesse quesito fica impossível associar o plessiossauro ao Leviathah, que segundo a Bíblia, possuía escamas grossas, enfim, placas como cacos, em outras palavras, couro de crocodilo. Os plessiossauros, em alguns casos, eram tão graciosos como um golfinho!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra questão que é um grande problema a respeito do Leviathan como sendo um plessiossauro é a alegação bíblica de que o Leviathan solta faíscas de sua boca e fumaça de suas narinas. Alguns criacionistas afirmam que os fósseis dos plessiossauros possuíam grandes cavidades, onde poderia ocorrer uma reação química similar á que ocorre dentro do escaravelho bombardeiro, um besouro que explode uma espécie de ácido. Mas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Não há evidencia nenhuma de que os plessiossauros tiveram tal estrutura. E olha que já foram encontrados vários plessiossauros em bom estado...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- A disposição e a morfologia das narinas dos plessiossauros indica que eles permitiam que a água entrasse em sua boca e daí eles "farejavam" a água filtrando determinadas particulas delas pelas narinas internas. Ora, se o plessiossauro deixava entrar água na boca, fica um pouco difícil de imaginar que esse mesmo ser cospia fogo...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- O texto "&lt;a href="http://www.luzparavida.net/dinossauros.html"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;dinossauros: a bíblia e a ciencia face a face&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;", já criticado em outras postagens desse site, traz a seguinte frase: "&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Se isto sucede hoje (com o escaravelho bombardeiro), porque não com animais maiores (plessiossauros) ?&lt;/span&gt;". Bom, há uma enorme diferença na anatomia dos escaravelhos e dos plessiossauros; alegar que uma coisa vale para os dois animais é o mesmo que dizer que por serem venenosos a jararaca e o escorpião são animais da mesma família... (Embora a questão do bombardeiro ter relação com o Leviathan não é tão fantasiosa assim, como veremos mais adiante).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: left; font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Conclusão: o Leviathan não foi um plessiossauro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas então de que animal a Bíblia está falando??&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;BALEIA?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Alguns sugerem que o Leviatã é uma descrição hiperbólica de uma baleia.  Esta perspectiva enfrenta alguma dificuldade, uma vez que o povo judeu  do Próximo Oriente não teria tido, em princípio, qualquer contato com  baleia, naquela região. No entanto, foi muito alimentada por Herman  Melville, na sua obra "Moby Dick", bem como por outras ficções, como  "Pinóquio", de acordo com a qual o próprio Pinóquio teria sido engolido  por um cachalote. Ademais, a descrição da pele do Leviathan não bate com a da baleia...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; font-weight: bold;"&gt;UM LEVIATÃ EXTINTO?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;No entanto, e mais por curiosidade, existiu na Pré-história um animal a qual os cientistas nomearam como Leviathan (espécie &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Livyatan melvillei&lt;/span&gt;) que viveu no Perú há 12 milhões de anos - uma data um tanto recente, mais recente que a da Era dos Dinossauros, atingindo até 18 metros de comprimento. Porém esse ser, além de estar extinto, era uma baleia e, como já dissemos, certamente o Leviathan de Jó não foi um cetáceo. Quem então pode ser?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; font-weight: bold;"&gt;E UM CROCODILO?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://palavrasdeespiritoevida.files.wordpress.com/2009/04/leviata3.gif?w=300&amp;amp;h=198" src="http://palavrasdeespiritoevida.files.wordpress.com/2009/04/leviata3.gif?w=300&amp;amp;h=198" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;No livro de Jó, o Leviatã é mencionado conjuntamente com outros animais que são, claramente, terrestres, tais como cabras, águias e falcões, fato que levou muitos estudiosos a considerá-lo como um animal semiaquático. O animal que é mais vezes proposto como Leviatã é o crocodilo do Nilo. Tal como o Leviatã, o crocodilo do Nilo é semiaquático, escamoso e possui dentes afiados.&lt;br /&gt;Alguns autores, comparam os olhos do Leviatã aos do crocodilo, que saem da água antes do resto da cabeça, invocando a imagem da aurora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto à parte do Leviatã respirar fogo... Aí já há maior dificuldade de conciliação com o crocodilo. Há outras passagens bíblicas, nas quais se afirma que o Leviatã tem múltiplas cabeças, o que também não concorda com o crocodilo. Há quem diga que isso seja alegórico... Mas como veremos adiante, há uma grande possibilidade de isso ser literal...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;SERIA O LEVIATHAN UM DRAGÃO?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img style="width: 333px; height: 248px;" alt="http://static.tvguide.com/MediaBin/Galleries/Shows/A_F/Dq_Dz/DragonsFantasyMadeReal/crops/dragons-fantasy-made-real06.jpg" src="http://static.tvguide.com/MediaBin/Galleries/Shows/A_F/Dq_Dz/DragonsFantasyMadeReal/crops/dragons-fantasy-made-real06.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Os dragões são criaturas mitológicas que cospem fogo. No entanto, alguns estudos apontam a possibilidade do dragão ser um animal de verdade. Sendo assim, pela descrição bíblica é muito mais provável que o Leviathan seja um dragão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma prova de que o Dragão mítico pode ter existido de verdade é que a sua lenda existia em várias culturas que nunca tiveram contato uma com a outra até o fim da Idade Média.  Tanto é, que o dragão da história de Llannowar Dos Scots (Aprox. 500 DC), o Jörmungandr dos Vikings (Aprox. 300 DC) e o Dragão Vermelho da lenda do povo de Chian (Aprox. 300 DC) são descritos exatamente iguais: Serpente gigante com asas e 4 pequenas patas. Até então, esses povos nunca tinham entrado em contato direto, muito menos a ponto de trocar mitologias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas... como pode um animal cospir fogo pela boca? Os produtores do documentário do Discovery Channel "DRAGÕES: UMA FANTASIA QUE SE TORNA REALIDADE", extraíram informações que mostram que um animal como o Leviathan pode realmente ter existido sem nenhuma dificuldade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Todos os animais carregam bactérias em seus intestinos que ajudam na digestão dos alimentos. Neste processo, as bactérias liberam um produto metabólico secundário: gás.  A equipe do programa do Discovery sugere que as bactérias presentes no sistema digestivo dos dragões poderiam ter sido de um tipo raro, liberando hidrogênio gasoso. O hidrogênio, que é combustível e 14 vezes mais leve que o ar, seria o segredo da capacidade de voar e de soltar fogo dos dragões. O hidrogênio aumentaria o seu poder de flutuação, permitindo que voassem. O gás produzido seria canalizado para duas bolsas de armazenamento, as vesículas de vôo, que, quando totalmente infladas, ajudariam estes animais a levantar vôo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas ainda continua a pergunta: como poderia respirar fogo? O mesmo hidrogênio usado para manter os dragões no ar também é um gás combustível e pode produzir fogo, precisando para tanto apenas da presença de um catalisador. Na natureza, o besouro bombardeiro pode produzir uma explosão de líquido fervente usando enzimas e um catalisador orgânico. Os cientistas portanto propõem que os dragões poderiam ter usado platina em pó, um catalisador que podiam conseguir através da ingestão de platina, encontrada nas rochas sedimentárias. Platina poderia ter sido a faísca catalítica que reagiria com o hidrogênio armazenado nas vesículas de vôo dos dragões, produzindo fogo. Cientificamente, então, isto se encaixa com a descrição bíblica que diz que saem faíscas da boca do Leviathan.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Juntando todas as pistas, o único animal que se encaixa tanto com a Bíblia quanto com a lenda hebraica do Leviathan é o dragão cuspidor de fogo, presente em diversas lendas (ou relatos?) e que provavelmente existiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;SIGNIFICADO ESPIRITUAL&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Contudo, temos que fazer uma distinção a respeito do que espiritualmente o Leviathan pode significar. Em seu sentido literal e conforme é aplicado no Livro de Jó, o Leviathan foi um animal criado por Deus (assim como todo o resto dos seres vivos). Observe:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; font-style: italic;"&gt;"Ali andam os navios; e o leviatã que &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;formaste&lt;/span&gt; para nele folgar."&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Deus formou o Leviathan. Deus formou todos os seres vivos... No demais ele é citado no livro de Jó para mostrar o poder de Deus e a Sua grandiosidade:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele também é usado para profetizar a destruição do mal pelo Senhor nos últimos dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Naquele dia o Senhor castigará com a sua dura espada, grande e forte, o leviatã, a serpente fugitiva, e o leviatã, a serpente tortuosa; e matará o dragão, que está no mar."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Fizeste em pedaços as cabeças do leviatã, e o deste por mantimento aos habitantes do deserto."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, assim como ocorre com certos animais da Bíblia como o Cordeiro, o Leão, a Águia, a Rã ou até mesmo o dinossauro Carnotaurus (4º animal da visão de Daniel), existe uma representação do Leviathan no mundo espiritual. Na demoniologia, parte da teologia que estuda a questão dos demônios ou anjos caídos, Leviathan é o nome do espírito de manipulação,onde muitas características do animal Leviathan são representadas alegoricamente nele. Segundo John Konox, o espírito Leviathan tem a finalidade de governar e reger a mente do homem. Ele é um espírito de manipulação mais acentuado que Jezabel. A liderança regida pelo Leviathan fica amortecida e anulada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas é claro, devemos separar as coisas aqui, pois a maior parte das referências bíblicas sobre o bicho (maior parte no livro de Jó) refere-se ao Leviathan como uma maravilha da criação de Deus, e não como um demônio. Portanto, misturar as coisas pode levar a pessoa a distorcer de form bizarra alguns trechos da Bíblia, como ocorre numa &lt;a href="http://www.amobetel12.com.br/v3/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=77:leviata-espirito-de-manipulacao&amp;amp;catid=34:estudos-biblicos&amp;amp;Itemid=57"&gt;pregação apresentada no Ministério Betel&lt;/a&gt;, onde a mistura do demônio Leviathan com o animal Leviathan levou a distorções gigantescas na mensagem, como pode visto aqui:&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;"Em Gênesis Deus mandou o homem dominar sobre Leviatã (...) Com a queda o homem se deixou dominar por Leviatã. Leviatã entrou na mente da matriarca das mulheres, lançou dúvidas, manipulou, mentiu, induziu. Leviatã sabia que se pegasse a mulher iria derrubar o homem, foi astuto. Por isso, toda mulher de Deus deve manter sua mente bem guardada.Quando Leviatã atacou Jó, usou sua mulher para desanimá-lo(Jó 2:9). Se acertarmos na liderança feminina Leviatã será derrotado."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outras palavras, devemos tomar cuidado para não fazer interpretações erradas das coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;CONCLUSÃO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Uma das coisas que o cristão nota ao analisar a Bíblia é a sua eficácia, tanto no texto quanto no seu contexto. Uma das passagens que parecia a mais desconexa da Bíblia, situada em Jó capítulos 40 e 41, por meio das análises apresentadas, torna-se realmente bem precisa: O Behemoth existiu, e o Leviathan também existiu, ambos exatamente da maneira que Deus os descreve para Jó, mostrando que perto desses incríveis seres, o homem não é nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas temos que atentar para o seguinte: Qual é o ponto da descrição do saurópode diplodócido (Behemoth) e do Dragão cuspidor de fogo (Leviathan)? O ponto da descrição destas duas criaturas é este: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;se Jó não pode nem se comparar em força com a criação de Deus, como pode ele esperar contender com o próprio Deus?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;FONTE:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Livyatan_melvillei"&gt;&lt;br /&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Livyatan_melvillei&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.estudosdabiblia.net/jo15.htm"&gt;http://www.estudosdabiblia.net/jo15.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.estudosgospel.com.br/estudos/diversos/os-sete-pecados-capitais.html"&gt;http://www.estudosgospel.com.br/estudos/diversos/os-sete-pecados-capitais.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Leviat%C3%A3_%28monstro%29"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.discoverybrasil.com/dragoes/anatomia/index.shtml"&gt;http://www.discoverybrasil.com/dragoes/anatomia/index.shtml&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.discoverybrasil.com/dragoes/anatomia/anatomia2/index.shtml"&gt;http://www.discoverybrasil.com/dragoes/anatomia/anatomia2/index.shtml&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20090203032210AA7X0x6"&gt;http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20090203032210AA7X0x6&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Leviat%C3%A3_%28monstro%29"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Leviat%C3%A3_%28monstro%29"&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Leviat%C3%A3_%28monstro%29&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4928088434411239410-8910673896929831435?l=genesisum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://genesisum.blogspot.com/feeds/8910673896929831435/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://genesisum.blogspot.com/2011/06/quem-foi-o-leviathan-do-livro-de-jo.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4928088434411239410/posts/default/8910673896929831435'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4928088434411239410/posts/default/8910673896929831435'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://genesisum.blogspot.com/2011/06/quem-foi-o-leviathan-do-livro-de-jo.html' title='Quem foi o Leviathan do Livro de Jó?'/><author><name>gênesis 1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12125497197670078993</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_PcDgCeBbY9Y/SxxRUwA1mYI/AAAAAAAAAOw/GbJWi1iAiD4/s72-c/leviat%C3%A3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4928088434411239410.post-5992172534366702633</id><published>2011-05-25T17:10:00.000-07:00</published><updated>2011-07-19T11:42:53.881-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pré-história'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dinossauros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fósseis'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='teologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='bíblia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='evolução'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='criação'/><title type='text'>Quem foi o Behemoth do Livro de Jó?</title><content type='html'>A partir do capítulo 38 do livro de Jó, Deus questiona o patriarca acerca de vários fatos da Criação, muitas vezes sobre coisas que Jó jamais conseguiria responder. Em Jó 40:15-19, temos um exemplo disso: Deus fala para Jó sobre o Behemoth (ou Beemote), um animal possante e diferente de tudo o que hoje é visto na natureza. Quer dizer, diferente de tudo o que é visto hoje.&lt;br /&gt;Observe a "descrição" completa conforme se encontra em Jó 40:15-19:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;" align="left"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Contempla agora o Behemoth, que eu criei como a ti, que come a erva como o boi.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Eis que a sua força está nos seus lombos, e o seu poder nos músculos do seu ventre.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ele enrija a sua cauda como o cedro; os nervos das suas coxas são entretecidos.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Os seus ossos são como tubos de bronze, as suas costelas como barras de ferro.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ele é obra prima dos caminhos de Deus; aquele que o fez o proveu da sua espada.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Em verdade os montes lhe produzem pasto, onde todos os animais do campo folgam.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Deita-se debaixo dos lotos, no esconderijo dos canaviais e no pântano.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Os lotos cobrem-no com sua sombra; os salgueiros do ribeiro o cercam.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Eis que se um rio trasborda, ele não treme; sente-se seguro ainda que o Jordão se levante até a sua boca.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Poderá alguém apanhá-lo quando ele estiver de vigia, ou com laços lhe furar o nariz?&lt;/span&gt;"&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A única informação externa que é certa, a princípio, é que a existência do Behemoth faz parte da cultura Hebraica. Porém, ele é descrito juntamente com vários outros animais que realmente existem ou existiram no Livro de Jó, e mais, pra quem crê que a Bíblia é a Palavra de Deus, o Behemoth deve ter existido certamente, do contrário não seria mencionado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, se o Behemoth existiu, que animal ele é ou foi? Alguns alegam que era um elefante, outros um hipopótamo, e outros ainda vão mais além, dizendo que seria um saurópode; mais especificamente, um Diplodocídeo... &lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div style="text-align: center;" align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;ELEFANTE OU HIPOPÓTAMO, QUEM SABE?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Behemoth é descrito como a mais poderosa de todas as criaturas de Deus, um monarca do Reino Animal. Alguns estudiosos tentaram identificar Behemoth como um elefante ou hipopótamo. Até poderia ser, afinal hipopótamos e elefantes são gigantescos e corpulentos... Mas um pequeno detalhe pode "atrapalhar" essa identificação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cauda do behemoth, na Bíblia, é comparada à árvore de cedro (Jó 40:15 em diante), que é uma das maiores e mais espetaculares árvores do mundo antigo. Pois bem, essa certamente não é, digamos, a melhor descrição para a cauda de um hipopótamo ou de elefante. Ambos possuem uma cauda extremamente curta e fina; nada que se possa comparar ao cedro. Logo, o Behemoth era alguma outra criatura... Mas qual?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;" align="left"&gt;&lt;strong&gt;UMA CRIATURA "FANTÁSTICA"?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para se descobrir, de forma eficiente, o que é o behemoth bíblico é necessário descobrir as fontes históricas sobre ele. Ou seja, a concepção do Behemoth pela cultura Hebraica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nome é o plural do hebraico בהמה, bəhēmāh, "animal", com sentido enfático ("animal grande", "animal por excelência"). Na tradição judaica ortodoxa, Behemoth é o monstro da terra por excelência, em oposição a Leviathan, o monstro do mar (tido por alguns como um ser similar a uma baleia), e Ziz, o monstro do ar. Diz uma lenda judaica que Behemoth e Leviathan se enfrentarão no final dos tempos, matando-se um ao outro; então, sua carne será servida em banquete aos humanos que sobreviverem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, e de onde teria vindo a "lenda do Behemoth"? Possivelmente da mesma forma que muitas lendas sobre dragões surgiram: fósseis relatados pelos antigos como seres que morreram há pouco tempo. Ou mesmo pegadas do próprio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outras palavras, provavelmente a concepção do Behemoth veio do registro fóssil achado, pois a Bíblia garante que o mesmo existiu. Mas era o registro fóssil de que animal? Que animal, do passado, foi o Behemoth?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;" align="left"&gt;&lt;strong&gt;O MONARCA EXTINTO&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://cdn2-b.examiner.com/sites/default/files/styles/large/hash/84/04/Diplodocus%20Dinosaur.jpeg"&gt;&lt;img style="margin: 0px 10px 10px 0px; width: 214px; float: left; height: 167px;" alt="" src="http://cdn2-b.examiner.com/sites/default/files/styles/large/hash/84/04/Diplodocus%20Dinosaur.jpeg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levando tudo isso em consideração, muitos estudiosos alegam que o Behemoth seria um dinossauro, mais especificamente, um saurópode.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os saurópodes são conhecidos na mídia afora como "dinossauros pescoçudos" e figuram entre os maiores animais que caminharam pela Terra; alguns superavam a Baleia Azul, de 30 metr0s, em comprimento, inclusive. Criaturas corpulentas, possuiam uma cauda com músculos bem fortes e sempre um pescoço comprido, que em algumas espécies possuía uma boa mobilidade para as laterais. Todos esses animais eram herbívoros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-lmUvIW8AnAQ/Ta-qIItr7nI/AAAAAAAAABg/CaXvz83UaSY/s1600/Hippo13.jpg" style="clear: left; float: left; margin-right: 1em; margin-bottom: 1em;"&gt;&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/-lmUvIW8AnAQ/Ta-qIItr7nI/AAAAAAAAABg/CaXvz83UaSY/s320/Hippo13.jpg" width="169" border="0" height="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; Como podemos ver, e por mais estranho (ou absurdo) que possa parecer, o Behemoth da Bíblia possui todas as características esperadas para um saurópode, especialmente a questão da cauda, que já era comprida e longa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E podemos ainda ser mais específicos na descrição, pois com base na descrição bíblica podemos descobrir até a qual família o Behemoth teria pertencido. Veja bem: a comparação da cauda do Behemoth com o cedro parece ser um exagero, mas na verdade, pode não ser. Acontece que os saurópodes da família Diplodocidae possuíam a cauda forte e incrívelmente longa, começando grossa e se afunilando até a ponta. Um exemplo clássico de dinossauro dessa família é o Diplodocus (imagem acima), de 27 metros de comprimento e cauda tão longa que era utilizada como um potente chicote. Realmente, o Diplodocus devia mover a sua cauda como um tronco de cedro; acredita-se que a potência do dito chicote era tão forte que o estalo de sua cauda no predador quebrava a barreira do som!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;" align="left"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;DINOSSAUROS COEXISTINDO COM HUMANOS??&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.tms.org/pubs/journals/JOM/0806/figc.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px 10px 10px 0px; width: 250px; float: left; height: 139px;" alt="" src="http://www.tms.org/pubs/journals/JOM/0806/figc.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;No entanto, sabe-se que o fato do Behemoth do capítulo 40 de Jó ser um saurópode é utilizado como argumento em favor de uma Terra jovem, e da coexistência entre humanos e dinossauros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cientificamente falando, os mais diversos métodos de datação apontam os saurópodes na Era Mesozóica, ou seja, no intervalo entre 255 e 65 milhões de anos. E essa é uma idade muito antiga, mais antiga que o Dilúvio e que Adão e Eva. O &lt;em&gt;Diplodocus&lt;/em&gt;, por exemplo, viveu há 140 milhões de anos antes de Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas então como explicar isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Primeiro:&lt;/strong&gt; O Behemoth era uma criatura "lendária" que compõe a cultura judaica ortodoxa e, tal qual ocorreu com a concepção da maioria das criaturas mitológicas, a&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;concepção judaica do Behemoth pode muito bem ter surgido pelo registro fóssil &lt;strong&gt;de uma criatura que realmente existiu&lt;/strong&gt;, conforme a Bíblia descreve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Segundo:&lt;/strong&gt; Acontece que poucos atentam para o fato de que não é Jó que descreve o saurópode, que certamente devia ser conhecido por Jó através de algum esqueleto de saurópode que ele tenha visto, mas sim &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Deus&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. &lt;strong&gt;Deus é quem descreve o Behemoth, e não Jó&lt;/strong&gt;. E, como Ele esteve presente desde o princípio da Criação, possivelmente Deus mencionou o Behemoth como uma das maiores maravilhas que um dia andou pela Terra. É curioso, também, o ar de ironia de toda a passagem, que na verdade está presente em todo capítulo 38, 39, 40 e 41 de Jó, mas aqui se torna bem evidente na seguinte frase:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; font-style: italic;" align="left"&gt;"Contempla agora o Behemoth, que eu criei como a ti (...)"&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Contemplar" nesse caso deve ser no sentido de"analise", "observe". Mas não implica necessariamente que, naquele instante, Jó viu um Behemoth diante dele. Jó apenas sabia de sua existência (certamente por ossos), embora provavelmente jamais tenha visto um vivo. Porém o sentido irônico está no "que eu criei como a ti", ou como em outras traduções, "que eu fiz contigo", uma vez que os Diplodocídeos viveram há milhões de anos antes de Cristo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;" align="left"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O JORDÃO E O BEHEMOTH&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que dizer da afirmação que encontramos no versículo 15?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;" align="left"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Eis que se um rio transborda, ele não treme; sente-se seguro ainda que o Jordão se levante até a sua boca."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você observar bem esse versículo, ele menciona o Rio Jordão como exemplo, justamente pela profundidade do rio. Vale lembrar que o Rio Jordão como conhecemos hoje se formou após a Era dos Dinossauros. Porém ele, embora mais fundo e muito diferente do que é hoje, existiu no tempo dos saurópodes. Logo isso indicaria que, tomando como exemplo o Rio Jordão, essa criatura não se incomodava se o rio enchesse. E nem precisava encher tanto assim: os diplodocídeos, ao contrário dos outros saurópodes, tinham o corpo um pouco mais plano e o pescoço costumava ficar na horizontal. Logo, bastasse a água subir uns 4 metros já cobriria o animal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.sciencemag.org/content/302/5645/549.1/F1.medium.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px 10px 10px 0px; width: 260px; float: left; height: 132px;" alt="" src="http://www.sciencemag.org/content/302/5645/549.1/F1.medium.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;É interessante notar que a Bíblia não fala que o Behemoth era aquático, mas alega que poderia atravessar um rio mesmo cheio. Curiosamente, algumas pesquisas sugerem que alguns saurópodes talvez atravessassem rios inteiros usando as patas dianteiras para impulso, enquanto as de trás ficavam soltas e o corpo flutuando graças a bolsas de ar que esses animais possuíam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A teoria de Henderson, avaliada por descobertas em alguns fósseis, alega que os saurópodes tinham bolsas de ar localizadas ao longo de sua espinha dorsal. Esses compartimentos permitiam aos saurópode absorver oxigênio de forma mais eficiente à medida que o ar era transportado de seus extensos pescoços até os pulmões. Ao mesmo tempo, as bolsas ajudavam a dissipar o calor excessivo de seus corpos. Porém, essas bolsas também atuavam como gigantescos coletes salva-vidas, que lhes permitiam flutuar na água, ligeiramente inclinados para frente adiante para que as patas dianteiras pudessem tocar o fundo e dar impulso a eles. A teoria explica por que muitas das pegadas de &lt;em&gt;Brachiosaurus&lt;/em&gt; encontradas até hoje em locais como o Texas e a península da Coréia correspondem exclusivamente às patas dianteiras. Tal tese, apesar de girar em torno do gênero &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Brachiosaurus&lt;/span&gt;, pode também ser válida para membros da família do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Diplodocus&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outras palavras, um saurópode poderia atravessar sim um rio tão denso quanto o Rio Jordão. Mas sem dúvida não viveriam debaixo de uma quantidade absurda de água, pois aí a pressão da água esmagaria os seus pulmões. E, consequentemente, a alegação de que se o Behemoth estiver no Ro Jordão não se importa se a água chega até o seu focinho (que, curiosamente, ficava no alto da cabeça) não prova que Jó já o tenha visto ou que o saurópode são animais contemporâneos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;" align="left"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;OUTRAS "PISTAS"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem ainda alguns detalhes na passagem bíblica que confirmam o Behemoth como um saurópode diplodocídeo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- No versículo 19 é dito que Deus o proveu de sua espada. Curiosamente, pesquisas indicam que os saurópodes Diplodocídeos utilizavam a cauda como arma de defesa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Além disso, o termo "espada" no mesmo versículo pode remeter á separação, ou divisão, ou mesmo extinção, o que pode ter algum sentido simbólico com relação ao fim da espécie desse animal.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Nos versículos 21 e 22 descreve o Behemoth com um animal que, ainda que grande, não mais alto que as árvores que o cercam, a ponto das sombras delas o cobrirem. Isso certamente acontecia com o Diplodocus, por exemplo, que mantia o pescoço e o corpo na horizontal. Além disso, os ambientes&lt;/span&gt; &lt;strong&gt;mencionados nesses mesmos versos, de acordo com o registro fóssil, são realmente ambientes que muitos saurópodes habitavam.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- No versículo 24 fala que ninguém pode apanhá-lo em vigia. Realmente, a reação da cauda de um Diplodocus ao notar um ataque deveria ser imediata.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- No versículo 24 também vemos a menção de que não se pode lhe furar o nariz com um laço. Levando em conta que o "nariz" do Behemoth ficava no alto da cabeça, isso seria realmente difícil...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;" align="left"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;CONCLUSÃO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É muito mais lógico aceitar aquilo que a Bíblia está dizendo... Um Behemoth com força nos ossos e cauda do tamanho do Cedro, ou seja, de acordo com as palavras do próprio Deus, no livro de Jó, um &lt;em&gt;Diplodocus&lt;/em&gt; ou &lt;em&gt;Apatosaurus&lt;/em&gt;. Nem Hipopótamo, nem elefante... Mas sim Diplodocídeo!Um animal que não precisava temer outros animais, era possuidor de ossos fortes. Elefantes e Hipopótamos são fortes, mas temem outros animais a exemplo do que fazem com leões. E em caso de ataque, poderia entrar em ação com sua cauda forte e comprida como o Cedro...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até mesmo para os mais fundamentalistas, que não crêem na existência dos dinossauros, após essa análise fica difícil negar que eles existiram e que são citados na Bíblia. E não só fica clara a existência destes animais, como também, constata-se que tais achados confirmam a veracidade científica da Palavra de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, temos mais uma evidência de que a Bíblia é inspirada por Deus, pois, em qual livro da antiguidade teria registro sobre um ser de 140 milhões de anos atrás?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;FONTE:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://dinossauroseabiblia.blogspot.com/2011/04/beemote-e-o-leviata-dois-animais.html"&gt;&lt;br /&gt;http://dinossauroseabiblia.blogspot.com/2011/04/beemote-e-o-leviata-dois-animais.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://criacionista.sites.uol.com.br/dinossauros.htm"&gt;http://criacionista.sites.uol.com.br/dinossauros.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Behemoth"&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Behemoth&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Diplodocid"&gt;http://en.wikipedia.org/wiki/Diplodocid&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI200284-EI319,00.html"&gt;http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI200284-EI319,00.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/caracteristicas/caudas-dos-dinossauros.php"&gt;http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/caracteristicas/caudas-dos-dinossauros.php&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4928088434411239410-5992172534366702633?l=genesisum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://genesisum.blogspot.com/feeds/5992172534366702633/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://genesisum.blogspot.com/2011/05/quem-foi-o-behemoth-do-livro-de-jo.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4928088434411239410/posts/default/5992172534366702633'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4928088434411239410/posts/default/5992172534366702633'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://genesisum.blogspot.com/2011/05/quem-foi-o-behemoth-do-livro-de-jo.html' title='Quem foi o Behemoth do Livro de Jó?'/><author><name>gênesis 1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12125497197670078993</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-lmUvIW8AnAQ/Ta-qIItr7nI/AAAAAAAAABg/CaXvz83UaSY/s72-c/Hippo13.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4928088434411239410.post-5384147562287817135</id><published>2011-05-24T17:02:00.000-07:00</published><updated>2011-07-24T11:19:39.149-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gênesis'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='teologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Deus'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='corpo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='bíblia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='alma'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jesus'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='espirito'/><title type='text'>Corpo, Alma e Espírito - O que é cada um?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-4m6p2Stqy5I/TixbwkSFTII/AAAAAAAAAKc/pgf5iNlFqYU/s1600/imagem2.JPG"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 186px; height: 132px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-4m6p2Stqy5I/TixbwkSFTII/AAAAAAAAAKc/pgf5iNlFqYU/s400/imagem2.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5632978123865017474" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Na Bíblia, e especialmente no Novo Testamento, nos deparamos com 3 termos que ainda hoje geram discussões intensas: o corpo, a alma e o espírito. Sim, nós cristãos sabemos que eles existem porque a Bíblia assim o testifica. Mas... o que é o que? Qual a verdadeira defini&lt;br /&gt;&lt;div&gt;ção de corpo, alma e espírito? Qual é a verdadeira relação entre eles?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ainda hoje no meio do povo cristão há muita confusão a respeito desses termos. E a drástica consequência que essa confusão é basicamente um entendimento errado de inúmeras passagens das Escrituras. Dentre alguns exemplos da consequência da confusão entre esses termos nós podemos citar, por exemplo, a interpretação errada de como se dará a Volta de Cristo (tal discussão gira em torno da confusão ent&lt;/div&gt;&lt;div&gt;re alma e espírito) e a interpretação errada de Gênesis 2:7 (que por sua vez acaba batendo de frente com a biologia moderna).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Somente através de uma análise detalhada sobre esses termos é que chegaremos a um consenso. Pelo menos no meio cristão.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Abaixo, apresentamos um estudo do assunto feito com a ajuda do Pr. João Sasso, do Centro Evangelístico "O Brasil Para Cristo" de São Bernardo do Campo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; font-weight: bold;"&gt;O CORPO&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Quando falamos de corpo, &lt;img src="http://3.bp.blogspot.com/--Ianl-9M2fM/TixbIb-ruHI/AAAAAAAAAKE/AYgqnZU6Vrc/s400/imagem3.JPG" style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 266px; height: 183px;" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5632977434441398386" border="0" /&gt;biblicamente falando, estamos falando da &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;parte visível&lt;/span&gt; para habitar no mundo físico; é a parte física do ser humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em gênesis 2:7 e também em vários outros trechos da Bíblia, fica claro que a composição física do homem é o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;pó da terra&lt;/span&gt;, ou barro como é visto em algumas interpretações. A idéia tradicional hoje de como Deus fez o homem a partir desse elemento, que surgiu do catolicismo romano e do islã, diz que Deus no fim do 6º dia da Criação pegou barro do Rio Eufrates do jardim do Éden e com esse barro úmido modelou um boneco, e em seguida soprou em suas narinas, e assim o boneco, ou melhor, Adão, despertou. Só que por mais popular que seja essa visão entre os criacionistas, ela bate de frente com os estudos recentes de Biologia, e ainda ela nem é a concepçao original bíblica. Os Judeus simplesmente alegam que a Bíblia não diz como o homem foi formado a partir do elemento inicial. E realmente a Bíblia não diz mesmo de que maneira Deus o fez...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas isso não quer dizer que a Bíblia esteja mentindo, aliás, muito pelo contrário. A Bíblia em Eclesiastes 3,20, é bem clara ao dizer que não só o homem, mas todo ser vivo foi feito do pó da terra. Curiosamente, a composição orgânica dos seres vivos segue a seguinte receita:&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- 72% de água;&lt;br /&gt;- 14% de Carbono;&lt;br /&gt;- 9% de Hidrogênio;&lt;br /&gt;- 5% de Nitrogênio;&lt;br /&gt;- e 3,5% distribuídos em pelo menos 15 elementos como cálcio, potássio, enxofre, sódio, iodo, cloro, zinco, etc...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;E essa é a mesma composição orgânica da terra! Ou seja, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;a ciência confirma que a terra que produz alimentos é a mesma dos seres vivos e, é claro, do ser humano&lt;/span&gt;!&lt;br /&gt;Quando olhamos para os estudos sobre a Origem da Vida, deparamos com algo ainda mais similar com a Bíblia: O cientista Alexander Graham Cairns-Smith desenvolveu a hipótese de que os minerais argilosos (literalmente o pó da terra de Gênesis 2,7) teriam constituído não somente o suporte, mas também o próprio sistema genético da vida primitiva, posteriormente suplantado por compostos orgânicos (ácidos nucléicos). Em sua defesa levantou a capacidade de replicação de superfícies cristalinas, preservando defeitos e irregularidades, e também a complexidade química dos polímeros envolvidos nos processos reprodutivos atuais. É a biologia apenas comprovando aquilo que, há tempos, a Bíblia já dizia sobre o corpo físico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O corpo funciona para a comunicação social ou religiosa (aliás o contato físico é feito através da alma terrena, do qual falaremos mais adiante), e também necessita de cuidados para funcionar corretamente e garantir a vida, por meio da alimentação, higiene, etc... Pela ótica médica científica o corpo possui milhões de Kwh de energia contida em seus átomos. Enquanto vivo o ser humano deve "aproveitar bem essa energia".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o corpo físico pode também ser considerado um "veículo", que pode servir tanto para santidade quanto para o pecado. Como assim? Em gênesis 3: 1, Satanás utilizou não de um corpo humano, mas de um corpo animal, mais especificamente de uma serpente, para poder se comunicar com Eva para tentá-la. Em contrapartida, Deus precisou do corpo humano de Jesus (Filipenses 2:6 - 11) para se manifestar como Salvador. Jesus teve de nascer de um corpo físico (virgem, é claro) para assim se manifestar. A Bíblia, aliás, é bem enfática ao dizer que Jesus em tudo se fez homem, mas também era 100% espírito. Mas para Deus, o corpo é a sua morada, ou santuário, ou tabernáculo de carne, ou até mesmo um pequeno deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com 2ª Coríntios 5:10 e Apocalipse 14:13; o julgamento da igreja será pelo corpo (obras). Em consequência isso significa que, pra quem investe na carne em prazeres mundanos, a situação é pior ainda (Apocalipse 20: 1 - 15).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A ALMA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/-G_2m1U3QuDg/TixbZaKFawI/AAAAAAAAAKM/LchY_9o8wiU/s400/imagem1.JPG" style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 264px; height: 222px;" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5632977726010125058" border="0" /&gt;Esse certamente é o ponto mais polêmico no tema "corpo, alma e espírito", principalmente pela gigante confusão que se faz com a definição de alma. Então, pela Bíblia, o que é a alma?&lt;br /&gt;No Novo Testamento, que foi escrito no grego, é chamada de "psiqué", que traduz-se como uma parte interna invisível. Já no Antigo Testamento, escrito em hebraico, vemos o termo Nephesh, que possui vários significados, dependendo do conceito que é aplicado. Em suma, a alma é considerada a Sede das Emoções, trabalhando no campo da mente humana ao trazer sensações emotivas ,prazer, alegria tristeza e etc...&lt;br /&gt;Entretanto, como já foi dito, o termo Nephesh na Bíblia tem vários significados, logo, existe na Bíblia 4 categorias de alma:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;1º -  a Alma Biológica&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo ser vivo possui uma alma biológica; e nós não fugimos á regra. Essa alma diz respeito ás emoções em todo sentido científico. Segundo Levítico17:13 e 14 a alma do animal está no sangue. A alma biológica também se encontra no homem e é relativa ao corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;2º - a Alma Eterna&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dádiva de Deus para o homem, ao soprá-la nas narinas de Adão. De acordo com alguns judeus estudiosos do Gênesis, o termo Nephesh, que se encontra em Gênesis 2:7 como Neshamá, indica especificamente uma alma diferenciada inserida em um ser pré-existente (o homem), quando Deus soprou o corpo espiritual, ou espírito, no homem.&lt;br /&gt;Em Mateus 10:28 vemos a menção de que alma e corpo podem ser jogados juntos no Lago de Fogo (Lucas 16:19; Marcos 9: 48 e 49)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;3º - Alma como cidadão&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme vemos no capítulo 13 da Carta aos Romanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;4º - Alma como sentimento&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o termo "a minha alma se alegra", por exemplo. Pode ser sentimento de alegria ou mesmo de tristeza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A categoria de alma mais destacada nas escrituras é, sem dúvida, a "alma eterna". É essa alma que recebemos como dádiva de Deus em Gênesis 2:7.&lt;br /&gt;No entanto, a Bíblia declara que a alma que pecar morrerá, e morte eterna não tem cura; portanto isso é uma espécie de alerta para nós mesmos. A alma é o tribunal da consciência do homem, e ninguém escapa da acusação ou inocência dela. na Carta aos Romanos  capítulo 2, versículo 11 ao 16 encontramos uma leitura forte e decisiva para a vida de todos que querem ver o Pai, pois fala justamente disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas lembre-se: esta alma é uma copia do corpo físico. Na morte há a separação um do outro, sendo que o corpo sem alma está morto (Tiago 2:26). A alma que Deus insulflou no homem, portanto, é vital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O ESPÍRITO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://3.bp.blogspot.com/-xoXka-n9Dgw/TixbgRpPxpI/AAAAAAAAAKU/52O3_4KHvFg/s400/imagem4.JPG" style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 225px; height: 329px;" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5632977843983992466" border="0" /&gt;O Corpo espiritual, ou espírito, é parte que possui ligação com as coisas espirituais ou com o mundo espiritual ,que leva o cristão à presença de Deus. Nenhum ser vivo, além do homem, possui o espírito. O termo Rhuah, que pode significar sopro ou vento, indica o corpo espiritual em Gênesis 2:7. Sendo assim, o espírito foi insulflado nas narinas do primeiro ser humano (Adão), e pelo espírito o homem ganhou a alma eterna, tornando-se em definitivo á imagem e semelhança de Deus, afinal é pelo espírito que temos ligação com Deus. No Novo testamento, o termo para Espírito é "Pneuma", que possui o mesmo sentido de Rhuah.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quando essa ligação com Deus acontece? Acontece quando oramos, louvamos, glorificamos a Deus, sentimos a presença do Senhor, etc... enfim, quando mantemos contato com o pai. Essa ligação só é quebrada quando nos entregamos aos frutos carnais, o qual nos afasta do alvo, que é Deus (Leia Gálatas 5:19 e Romanos 8)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O espírito representa a natureza maior do homem e rege de modo elevado o caráter do homem, o espírito procura reger o homem segundo o conceito de Deus, tentando transformá-lo cada dia na verdadeira imagem e semelhança do Pai, a fim de cumprir sua missão.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;RESUMINDO&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O Homem é formado por corpo, alma e espírito (Tricotomia).&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O corpo:&lt;/b&gt; é a parte material e perecível do ser humano, que cessa de existir com o fenômeno da morte. O corpo pertence a terra e tem contato com ela. Ele nos torna conscientes deste mundo.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;A alma:&lt;/b&gt; é o principio da vida. E com ela se relacionam nosso intelecto, nossa personalidade e nossa vontade. A alma proporciona ao corpo vida e inteligência, usando os sentidos físicos para receber impressões e usando os órgãos do corpo para expressar-se. Ela nos torna conscientes de nós mesmos. Todo ser vivo possui alma, mas o ser humano ganhou uma "nova alma", uma alma eterna, quando Deus soprou o espírito nas narinas do primeiro homem (Gn 2:7)&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O espírito:&lt;/b&gt; é o principio ativo de nossa vida espiritual, religiosa e imortal, embora receba impressões do corpo e da alma, também é capaz de receber conhecimentos diretamente de Deus e de manter com Deus uma comunhão espiritual que ultrapassa os raciocínios da alma. Ela nos torna conscientes de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Finalizamos o estudo com uma passagem encontrada em &lt;b&gt;Hebreus 4 versículo 12:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;"Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até a divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração. "&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;VEJA TAMBÉM:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Origem_da_vida#O_papel_das_argilas"&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Origem_da_vida#O_papel_das_argilas&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://iprr.wordpress.com/2008/12/30/o-homem-corpo-alma-e-espirito/"&gt;http://iprr.wordpress.com/2008/12/30/o-homem-corpo-alma-e-espirito/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4928088434411239410-5384147562287817135?l=genesisum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://genesisum.blogspot.com/feeds/5384147562287817135/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://genesisum.blogspot.com/2011/05/corpo-alma-e-espirito-o-que-e-cada-um.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4928088434411239410/posts/default/5384147562287817135'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4928088434411239410/posts/default/5384147562287817135'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://genesisum.blogspot.com/2011/05/corpo-alma-e-espirito-o-que-e-cada-um.html' title='Corpo, Alma e Espírito - O que é cada um?'/><author><name>gênesis 1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12125497197670078993</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-4m6p2Stqy5I/TixbwkSFTII/AAAAAAAAAKc/pgf5iNlFqYU/s72-c/imagem2.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4928088434411239410.post-7391469544560686633</id><published>2011-05-08T11:55:00.000-07:00</published><updated>2011-05-14T16:26:41.548-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gênesis'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='teologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='bíblia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='evolução'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jesus'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='criação'/><title type='text'>As lacunas da "Teoria da Lacuna"</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;“No princípio, criou Deus os céus e a terra. E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas”&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; (Gn. 1.1,2). A.R.C&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como o leitor do nosso site pode constatar, existem diversas posições a respeito da interpretação do livro de Gênesis. Aqui, iremos fazer uma abordagem a respeito da chamada "Teoria da Lacuna", uma das "alternativas" á interpretação do texto bíblico. Iremos discutir quais pontos dessa tese são concisos e quais não são. Creio ser essa a melhor forma de avaliarmos tal tese.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A ORIGEM DA IDÉIA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com descobertas arqueológicas e paleontológicas surgindo crescentemente, ficou cada vez mais "complicado" de se tratar teologicamente a questão das origens; e com isso a Teoria da Lacuna encontrou um meio de crescer, isso porque tal tese, ao contrário do que muita gente pensa, não é recente. Essa teoria foi defendida em 1876 por C. H. Pember em sua obra &lt;span style="font-style: italic;"&gt;As Idades Mais Remotas da Terra e a Conexão delas com o Espiritualismo Moderno e a Teosofia&lt;/span&gt;. Outro defensor foi o Dr. Artur Custance, autor do livro &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sem Forma e Vazia&lt;/span&gt;. Chambers a tornou popular utilizando-se das notas da Bíblia de Referência Scofield (1917). No Brasil, tornou-se conhecida através da obra de N. Lawrence Olson, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;O Plano Divino Através dos Séculos&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O QUE É A TEORIA DA LACUNA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Também conhecida como Teoria do Caos, Teoria do Intervalo ou Teoria da Ruína-Restauração, representa uma aproximação entre criacionismo bíblico, cosmogonias (mitologia) e cosmologias modernas e biologia moderna (na realidade, mais ou menos...).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a Teoria da Lacuna, o relato em Gênesis 1:2 de que a terra estava “sem forma e vazia” indica que existiu um pré-mundo que fora destruído, provavelmente, com a colisão de Lúcifer com a Terra quando o mesmo foi expulso do paraíso. Essa teoria afirma que existe uma lacuna de tempo de milhares,  milhões ou até mesmo bilhões de anos entre os versículos 1 e 2 do  primeiro capítulo do livro de Gênesis, e esse seria o período do pré-mundo. Em Isaías 45:18 lemos que “Deus criou a terra não para que fosse um caos mas para que fosse habitada.” É esse versículo, em suma, que leva os defensores de tal tese a acreditarem que “sem forma e vazia,” em Gênesis 1:2, é uma referência a restauração de um mundo que havia sido criado previamente (E que fora, por alguma razão destruído). A teoria envolve, a respeito desse pré-mundo, duas idéias: a primeira diz que o pré-mundo era habitado por anjos e, quando alguns anjos pecaram e se tornaram demônios, (baseado em Judas 6), este pré-mundo foi destruído. A segunda idéia, que é a mais popular, diz que esse pré-mundo corresponde á pré-história e, com a queda de Lúcifer na terra, com a força e potência de um meteoro, aconteceu o chamado "efeito K-T", mais conhecido como a Extinção dos Dinossauros. Então, nos dois casos, Deus recria o mundo atual, em uma semana literal, conforme o primeiro capítulo de Gênesis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa tese é amplamente defendida por inúmeros pastores hoje, inclusive os que aparecem na mídia. E, conforme nós veremos, essa tese possui alguns pontos que podem ser considerados, e alguns pontos que não podem ser considerados por possuírem muitos erros nos campos bíblico, teológico e científico. Por outro lado, assim como ocorre com todas as teses sobre as origens, existem críticas infundadas contra a Teoria da Lacuna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;PRÓLS E CONTRA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;Muitos teólogos não apóiam essa tese pois dizem que a teoria da lacuna tenta harmonizar a Bíblia com a evolução. Eles alegam que essa modificação do texto bíblico é uma resposta temerosa á ciência, como se a ciência se sobrepusesse ás escrituras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, o fato mesmo é que os teólogos que contestam a teoria da lacuna por esse motivo estão enganados. E por quê? Porque a teoria da lacuna não é tão á favor assim do modelo evolucionista, aliás, não está em conformidade nem sequer com as descobertas paleontológicas recentes. Digamos que, a nível científico, a Teoria da lacuna está no mesmo patamar do criacionismo da Terra Jovem, com a vantagem sobre o último de que não utiliza sofismas como sendo textos científicos. Em geral, os adeptos da teoria da lacuna não são prepotentes como os criacionistas da terra jovem, e muitos deles possuem essa posição por falta de conhecimento científico e/ou teológico. Mas mesmo assim, alguns pontos teológicos e científicos dessa tese são válidos. Ou seja, a teoria da lacuna não é de todo tão ruim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também de modo nenhum é um erro ou heresia aceitar a definição da evolução biológica e as Escrituras paralelamente. O que nós não podemos fazer é distorcer o sentido original do Gênesis para se "encaixar" no darwinismo. Como você pode ver nesse mesmo site, os conceitos realmente empíricos em biologia evolutiva, bem como as mais recentes descobertas na paleontologia, apóiam aquilo que está escrito em gênesis (mas não podemos dizer o mesmo do imaginário criacionista) e acabam por comprovar as escrituras mas não sobrepô-la. Talvez, o fato da Teoria da Lacuna tentar ver um "espaço" na bíblia para encaixar a pré-história pode ser sua maior fraqueza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;"SEM FORMA E VAZIA"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;De acordo com os defensores dessa teoria, a terra teria sido criada  perfeita para ser habitada, mas devido ao juízo de Deus sobre a  civilização anterior a Adão ou devido á catástrofe advinda da queda de Lúcifer, o mundo veio a se tornar caótico e  desabitado. Então, dizem eles, isso explica o fato de haver desordem e  caos em Gn. 1.2. Todavia, o texto de Gênesis está nos ensinando que Deus  criou todas as coisas e que o escritor está fazendo alusão ao primeiro  estado da matéria. Se “bara” (verbo criar no hebraico) e “kitzo” (no  grego) estão associados aos atos criativos de Deus ou ao que somente  Deus pode fazer, visto que são ações impossíveis aos agentes humanos  (Gn. 1.21, 27; 2.3,4; Dt. 4.32; Jó 38.7; Sl.51.10; Is. 40.26, 28; 42.5),  temos por outro lado no latim a expressão creatio ex nihilo que,  igualmente, nos conduz à noção do criado a partir do nada. Não é demais  lembrarmos aqui as palavras do autor do livro aos Hebreus: “Pela fé  entendemos que os mundos pela Palavra de Deus foram criados, de modo que  aquilo que se vê não foi feito do que é aparente” (Hb. 11.3). Portanto,  o mundo foi criado pela Palavra a partir do nada e Deus não se valeu de  matéria pré-existente ou modelos anteriores, nem mesmo no mundo  espiritual como pretendem alguns, mas a Bíblia revela que a primeira  matéria era informe e que o Espírito de Deus movia-se sobre a matéria  recém-criada dando forma ao informe, enchimento ao vazio e ordenando o  caótico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cientificamente, essa idéia que se opõe á tese da lacuna é, para desgosto de quem "odeia" a teoria da evolução e para a alegria daqueles que crêem realmente nas Escrituras, extremamente concisa. A física quântica afirma que a matéria provavelmente é composta de "ex-nihilo", e pela paleontologia vemos que com o passar dos tempos, ou das eras, a vida na Terra, a sua complexidade, sempre caminhou mais para a ordem do que para a desordem. Basta comparar o planeta do período Triássico com o planeta do Hadeano, por exemplo. Á propósito, o planeta do Hadeano é fisicamente similar á Terra citada no começo de Gênesis, ou seja, a matéria disforme que Deus deu forma com a Sua Palavra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os defensores da Teoria da Lacuna dizem que a expressão de Gn 1,2  contendo “waw”, que corresponde à nossa conjunção “e”, permite a mudança  do verbo do perfeito para o imperfeito. Assim, “era” pode ser traduzido  por “tornou-se” ou “veio a ser” – alguns estudiosos do hebraico negam  essa possibilidade, entre eles, Frederick Ross e Bernard Northrup, mas  outros afirmam positivamente. Citam ainda, os defensores da teoria do  caos, Is 45,18 “... o Deus que formou a terra e a fez; ele a  estabeleceu, não a criou vazia, mas a formou para que fosse  habitada...”. Para mostrarem que a terra foi habitada anteriormente,  apresentam citação isolada, tirada de seu contexto e, portanto, nada  podem provar. O contexto, na verdade, aponta para a devastação da terra na região  onde Ciro ampliava suas conquistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;DARWINISMO NA BÍBLIA??&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Como já alegamos, a aparência do pré-mundo da Teoria da Lacuna e como foi destruído é dividida em duas idéias. A primeira, que veremos aqui, não é maioritariamente defendida hoje; a maior parte dos teólogos não acredita na viabilidade dela. Mas como ela é o conceito tradicional dessa teoria, não podemos deixar a análise dela de lado. Ainda mais porque ela prevê uma aproximação da teologia com o chamado Darwinismo. Chamaremos esse primeiro conceito de "conceito da raça pré-adâmica".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os defensores do conceito da raça pré-adâmica ensinam acerca de um  pré-mundo habitado pelos anjos e por uma raça pré-adâmica, que esses  teriam se rebelado com satanás e por isso teriam recebido o juízo de  Deus através de uma grande inundação, conhecida como "o dilúvio de  lúcifer". Como se não bastasse, ainda tentam explicar a origem  dos demônios, como uma classe diferente dos anjos, ao afirmarem que a  raça anterior a Adão seria os espíritos desincorporados dos homens que  se uniram à rebelião luciferiana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, vejamos o que é certo e o que não é dessa tese, sem deixar, claro, de respeitar a mesma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro lugar: esse conceito da origem dos demônios como espíritos da raça pré-adâmica, na realidade, não é bíblico. Ademais, o chamado "dilúvio de lúcifer" parece ser uma versão estranhamente baseada naquela que vemos da corrupção do gênero humano sobre o dilúvio em Gênesis capítulo cinco. Em segundo lugar, como segundo tal conceito não existiria registro bíblico de como Deus criou o mundo no tempo da raça pré-adâmica, abriria-se margem para o conceito do Evolucionismo Teísta, onde Deus apenas teria dado o toque inicial e  daí em diante passaria a ser um supervisor da ordem evolutiva. A idéia de evolução ás cegas, se desenrolando por si só e Deus sendo um espectador é na verdade uma forma deísta de Darwinismo. Porém, a Bíblia afirma em Gn. 1.1: “No Princípio Criou Deus  os Céus e a Terra”, e os versículos seguintes mostram Deus como o sujeito  em toda a obra criadora do universo; e essa idéia não se limita ao Gênesis, mas também podemos ver referências da atividade de Deus na sua Criação por toda a Bíblia. Ademais, a evolução das espécies parece ter sido assombrosamente planejada - e isso é justamente o que esperaríamos de um Deus ativo e participante na sua Criação. E quem acompanha os estudos aqui nesse site pode ver que nem a Bíblia nem a ciência aprovam a idéia da evolução ás cegas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, podemos comprovar biblica e cientificamente a existência de hominídeos anteriores a Adão. Isso, contudo, não quer dizer que existiu uma raça de humanos anteriores a Adão. A Bíblia é clara quando diz que Adão foi o primeiro ser humano, e a paleontologia evolutiva é clara quando alega que só a partir do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Homo heidelbergensis&lt;/span&gt;, conhecido como o primeiro homem, é que podemos considerar seres humanos na história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ANACRONISMO ASSUMIDO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A segunda idéia é aceita entre muitos pastores hoje e pretende explicar mesmo apenas a idade tão antiga da Terra. Essa idéia, inclusive, é defendida pelo pastor Marco Feliciano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela alega que o mundo pré-histórico, antes da raça humana (que só viria por Adão) e dominado pelos dinossauros, foi devastado devido á poeira que a colisão de Lúcifer na Terra produziu (baseado também no livro de Judas) ao ser expulso do paraíso celeste. Partir daí, Deus recriou o mundo, que havia se tornado em caos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com isso, logo de cara encontramos algo conhecido como "Anacronismo". Anacronismo é quando se confunde ordens e eventos cronológicos. Um exemplo de anacronismo é a convivência de homens com dinossauros, ou então alegar que Noé e Abraão construíram a Arca juntos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O anacronismo na Teoria da Lacuna é a consideração acerca de que com a extinção dos dinossauros, a terra tornou-se "sem forma e vazia" e aí então Deus em uma semana recriou tudo. Para um leigo isso é coerente, é aceitável. No âmbito científico isso foge totalmente á lógica. Por quê? Acontece que a extinção dos dinossauros, ou "efeito k-t", não foi  a mais terrível nem foi a única extinção em massa que assolou a Terra, e além disso, após a era dos dinossauros existiu mais um período geológico antes do homem, com seres pouco conhecidos mas tão estranhos quanto os dinossauros: o período terciário. Nessa época os mamíferos começaram a se diversificar, já que os dinossauros não dominavam mais o planeta. Esse novo tempo viu o surgimento de criaturas com aparência mitológica, como as grotescas Aves do Terror e os gigantes Indricotérios, além de um dos mais conhecidos hominídeos: o Australopiteco (Lucy).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo assim, uma recriação logo após a extinção dos dinossauros faz com que se torne nula a existência dos fósseis do período Terciário. Além disso, admitir que a extinção dos dinossauros ocorreu pouco antes dos seis dias da criação, sendo esses dias no tempo humano, coloca os fósseis de dinossauros do período Cretáceo (os últimos dinossauros) com apenas 6 mil anos, quando a datação radiométrica aponta para eles, com exatidão, a idade de 65 milhões de anos. E mesmo que admitíssemos que os dias da criação como sendo de duração superior á 24 horas, a ordem dos eventos da Criação como é descrita em Gênesis não se encaixa de jeito nenhum com a ordem dos eventos do período Terciário, ou melhor, da Era Cenozóica (que é a era que envolve os períodos terciário e quaternário, sendo esse último em vigor até hoje, ou seja, ainda estamos na Era Cenozóica, geologicamente falando).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que dizer da queda de lúcifer? Existem, certamente, referências bíblicas que indicam que essa queda realmente aconteceu, e pode ser que o impacto dela tenha gerado alguma das extinções que assolaram a Terra. Na verdade, não há como comprovar que isso aconteceu dessa maneira, ou seja, pode-se só especular. Porém, se a queda de lúcifer gerou alguma extinção, provavelmente deve ter sido não a da Era dos Dinossauros, mas a do período Permiano, pois foi a mais catastrófica - eliminou 90% das espécies existentes, dos quais, só sobreviveram os antepassados das espécies modernas (parece que Deus já antevinha a criação do sexto dia, que "serviria o homem", não?)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;CRÍTICAS SEM FUNDAMENTO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Conforme acabamos de ver, a Teoria da Lacuna possui seus pontos certos e errados. No entanto, só pelo simples fato de terem uma posição diferente do Gênesis já é o suficiente para que os chamados Criacionistas da Terra Jovem teçam argumentos falaciosos e discriminem essa opinião.&lt;br /&gt;Um deles, por exemplo, é alegar que a Teoria da Lacuna não é sustentada pela Doutrina da Perfeição, pois em Gênesis Deus afirmava que tudo o que havia feito era bom. Porém, na realidade, quando vemos o termo "e viu Deus que era bom" está falando da criação feita naquela ocasião; sendo assim não se referiria ao suposto pré-mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra alegação sem fundamento é de que a Teoria da Lacuna é aliada da Teoria da Evolução. Nós vimos nesse texto que isso é uma meia-verdade: é aceita a evolução biológica só até a Queda de Lúcifer; logo em seguida o mundo é recriado em 1 semana terrena por meio da "criação especial" (aquela do onomatopéico "puff", discutida &lt;a href="http://genesisum.blogspot.com/2010/06/questao-do-ex-nihilo.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;). Além disso, nem todos os adeptos da Teoria da Lacuna são evolucionistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, alegam que a Teoria da Lacuna é uma heresia. Na verdade, uma vez que ela não contradiz os fundamentos da Palavra de Deus, ela não pode ser considerada uma heresia. O Criacionismo da Terra Jovem, levando em conta este ponto, não é uma heresia. Tratam-se de pontos de vista diferentes do Gênesis, mas nenhum deles leva alguém ao inferno. O que pode-se avaliar é qual tese é a mais correta e se a base e os métodos de divulgação delas procede.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;TEORIA DA LACUNA X TERRA JOVEM&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Mas existe uma grande diferença entre os defensores da Teoria da Lacuna e os defensores do Criacionismo da Terra Jovem. Os primeiros, geralmente, pretendem evitar contendas entre as escrituras e a ciência, crendo que, sendo ambas criadas por Deus elas devem se harmonizar. Eles sabem também que o tempo geocronológico não tem nada a ver com evolução biológica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já os Criacionistas da Terra Jovem, que hoje constitui numa fatia influente do criacionismo, defendem de forma prepotente a sua tese, como se, para ter salvação garantida, todos tivessem que ser Criacionistas da Terra Jovem, como se todas as outras visões sobre a Criação conduzissem ao inferno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É como se essa teoria fosse uma segunda religião. Todas as outras teses são heresias feitas para desviarem as pessoas de Cristo e só o Criacionismo da Terra Jovem é o caminho correto, para eles. A respeito da Teoria da Lacuna, por exemplo, um criacionista da Terra Jovem alegou o seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"A Teoria da Lacuna vem sendo aceita por muitos Cristão fundamentalistas –  que aceitam as Escrituras como sendo inerrantes. Mas através dos  excelentes ensinos de proeminentes &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;criacionistas&lt;/span&gt;, muitas dessas pessoas a  estão descartando."&lt;/span&gt; (grifo nosso)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para comprovar o que eu estou dizendo, basta por exemplo entrar no link abaixo e ver a maneira que é tratado o pastor que possui uma tese apenas diferente da do criacionismo da Terra Jovem:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.baptistlink.com/creationists/falsacriacao.htm"&gt;"Cuidado com os falsos criacionistas"&lt;/a&gt; &amp;lt;&amp;lt; clique aqui e confira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um trecho do texto acima também já diz tudo sobre o comportamento dos criacionistas da Terra Jovem:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Como essa tarefa, é totalmente IMPOSSÍVEL, já que o movimento fundamentalista é baseado totalmente na Bíblia e é o PAI DO REAVIVAMENTO CRIACIONISTA DO SÉCULO 20, resolvi entrar no website indicado para obsvervar de onde essa pessoa tirou essa declaração ingênua &lt;/span&gt;(a de que o criacionismo não depende do fundamentalismo)&lt;span style="font-style: italic;"&gt;. Como suspeitava, tal pessoa era pastor de uma igreja da Convenção Batista Brasileira. Ele não é criacionista coisa nenhuma, usando o nome criacionismo para distorcer os fatos e desencaminhar o entendimento das pessoas! Por isso ele declarou no seu e-mail que era um engano dizer que o "criacionismo" é baseado na teologia fundamentalista. Nisso ele está correto, pois o "criacionismo" a que ele se refere é o FALSO que ele mesmo inventou! É na verdade o EVOLUCIONISMO - TEÍSTA, que está registrado no seu website, senão vejamos as desinformações e inacreditáveis bobagens que ele diz.&lt;/span&gt;"&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Repare a forma nada amistosa que o criacionista se referiu ao pastor batista.&lt;br /&gt;E em, outro trecho, o desrespeito continua:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Um "deus" que usasse a evolução e o  Big Bang para criar, seria muito mau, imbecil e estúpido! Esse é o  "deus" dos evolucionistas teístas! Eu não creria num "deus" que fosse  obrigado a esperar, impotente e patético, por bilhões de anos, até que  por uma inconcebível combinação de moléculas inertes, a cega evolução  resolvesse transformar rochas em gente! Ou então que ficasse tentando  combinações diferentes de moléculas que não davam certo, como se fosse  um retardado mental!"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A &lt;a href="http://blogdozacarias.blogspot.com/2008/04/pregacao-silas-malafaia-criacao-x.html"&gt;pregação do pastor Silas Malafaia&lt;/a&gt; sobre o assunto também exemplifica isso. O Silas Malafaia, apesar de autor de ótimas pregações, é Criacionista da Terra Jovem, e em sua pregação sobre criação e evolução desrespeita as outras formas de pensamento diferentes da dele sobre as origens. É claro que existem excessões - eu mesmo conheço algumas - mas infelizmente a boa parte age assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, não é a mesma coisa que vemos no lado da maior parte dos defensores da Teoria da Lacuna. Ou seja, não costumam combater de forma arrogante as teses diferentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto isso é verdade que podemos ver a diferença nas sugestões dos Criacionistas da Terra jovem e &lt;a href="http://www.sergiobehrens.com.br/2011/02/21/deputado-marco-feliciano-quer-implantar-ensino-religioso/"&gt;do Deputado e Pastor Marco Feliciano&lt;/a&gt;, que defende a tese da lacuna, na área da educação. Os primeiros tentam colocar o criacionismo nas escolas como se fosse ciência para confrontar-se com o evolucionismo. Já o pastor Marco Feliciano, por outro lado, pretende colocar nas escolas o ensino religioso, mas sem a intenção de desrespeitar qualquer outro segmento religioso.&lt;br /&gt;Qual está agindo de forma mais digna? Aquele que quer impor uma tese em detrimento de outra &lt;span style="display: block;" id="formatbar_Buttons"&gt;&lt;span onmouseover="ButtonHoverOn(this);" onmouseout="ButtonHoverOff(this);" onmouseup="" onmousedown="CheckFormatting(event);FormatbarButton('richeditorframe', this, 8);ButtonMouseDown(this);" class="" style="display: block;" id="formatbar_CreateLink" title="Link"&gt;&lt;img src="http://www.blogger.com/img/blank.gif" alt="Link" class="gl_link" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;ou aquele que quer promulgar o ensino religioso sem desrespeitar outras crenças?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;CONCLUSÃO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Concluindo, a tese da lacuna tem seus pontos errados e tem os seus certos, mas consegue ser melhor que o Criacionismo da Terra Jovem. Isso porque os erros que ocorrem não são nem propositais, e a conduta cristã de muitos defensores da tese da lacuna é bem mais exemplar do que a dos Criacionistas da Terra Jovem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Tese da Lacuna é um dos muitos pontos de vistas que existem sobre o Gênesis, assim como o que é apresentado nesse site. Independente de qualquer coisa, temos que saber que:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Cristo é mais importante que o livro de Gênesis. Criacionismo não salva, só Cristo salva.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Temos que respeitar os diversos pontos de vista que existem, e se preciso, debatê-los de forma a respeitar a tese em questão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando Cristo fala de amar ao próximo, está incluído nisso o respeito. Amar é respeitar o próximo também. E como Paulo disse em, não vale nada sermos "supercrentes" se não respeitarmos o próximo, e isso também vale para as formas de pensamento do próximo. Respeito é bom, amor é bom, e todo mundo gosta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;FONTE:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Terci%C3%A1rio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.creationism.org/portuguese/Genesis_e_Ciencia_pt.htm&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://pastorguedes.blogspot.com/2009/05/o-que-e-teoria-da-lacuna.html&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4928088434411239410-7391469544560686633?l=genesisum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://genesisum.blogspot.com/feeds/7391469544560686633/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://genesisum.blogspot.com/2011/05/as-lacunas-da-teoria-da-lacuna.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4928088434411239410/posts/default/7391469544560686633'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4928088434411239410/posts/default/7391469544560686633'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://genesisum.blogspot.com/2011/05/as-lacunas-da-teoria-da-lacuna.html' title='As lacunas da &quot;Teoria da Lacuna&quot;'/><author><name>gênesis 1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12125497197670078993</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4928088434411239410.post-3085462009775385122</id><published>2011-04-23T20:18:00.000-07:00</published><updated>2011-04-23T20:28:51.826-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gênesis'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='teologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='bíblia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jesus'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='profecias'/><title type='text'>Por que Deus ordenou que Abraão sacrificasse Isaque?</title><content type='html'>A ordem direta de Deus a Abraão para imolar Isaque gera várias discussões, por vezes gera inclusive interpretações errôneas a respeito de tal ordem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como Deus é onisciente, ou seja, sabe de tudo de forma atemporal (sabe o passado, o presente e o futuro), muitos questionam qual o propósito de Deus em mandar Abraão imolar o seu filho. Deus queria saber até onde Abraão era obediente? Deus queria mensurar a fé de Abraão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pergunta sobre por que Deus faz as coisas quando já sabe o resultado é uma que pode ser feita sobre várias situações. Por que Deus criou Satanás sabendo que ele iria se rebelar? Por que Deus disse a Adão e Eva para não comerem da Árvore sabendo que eles iriam desobedecer? Por que Deus criou os anjos sabendo que muitos iriam se voltar contra Ele? Uma resposta a todas essas perguntas é a mesma resposta à pergunta sobre Isaque e Abraão. O plano soberano e divino de Deus é perfeito e Ele vai executá-lO de acordo com a Sua perfeita vontade e no devido tempo, de uma forma que O glorificará. “&lt;span style="font-style: italic;"&gt;O SENHOR dos Exércitos jurou, dizendo: Como pensei, assim sucederá, e como determinei, assim se efetuará&lt;/span&gt;” (Isaías 14:24). &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Por amor de mim, por amor de mim o farei, porque, como seria profanado o meu nome? E a minha glória não a darei a outrem” &lt;/span&gt;(Isaías 48:11).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraão tinha obedecido a Deus muitas vezes em sua caminhada com Ele, mas nenhum teste poderia ter sido mais severo do que o de Gênesis 22. Deus comandou: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Toma agora o teu filho, o teu único filho, Isaque, a quem amas, e vai-te à terra de Moriá, e oferece-o ali em holocausto sobre uma das montanhas, que eu te direi”&lt;/span&gt; (Gênesis 22:2). Esse foi um pedido impressionante porque Isaque era o seu filho da promessa. Como Abraão respondeu? Com obediência imediata; na manhã seguinte, Abraão começou a sua jornada com dois servos, um jumento, seu amado filho Isaque e com a lenha para o holocausto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua obediência inquestionável ao comando aparentemente confuso de Deus deu a Deus a glória que Ele merece e nos deixou um exemplo de como devemos glorificá-lO. Quando obedecemos da mesma forma que Abraão, confiando que o plano de Deus é o melhor possível, nós elevamos Seus atributos e O louvamos por eles. A obediência de Abraão à face de um comando tão difícil exaltou o amor soberano de Deus, Sua bondade, o fato de que Ele é digno de confiança, e nos deixou um exemplo a seguir. Sua fé no Deus que ele passou a conhecer e amar colocou Abraão na lista de heróis da fé em Hebreus 11.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus usou a fé de Abraão como um exemplo de que fé é o único caminho a Deus. Gênesis 15:6 diz: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“creu ele no SENHOR, e imputou-lhe isto por justiça”.&lt;/span&gt; Essa verdade é a base da fé Cristã, como confirmado por Romanos 4:3 e Tiago 2:23. A justiça que foi creditada a Abraão é a mesma justiça a nós creditada quando recebemos pela fé o sacrifício que Deus providenciou pelos nossos pecados – Jesus Cristo. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Aquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus”&lt;/span&gt; (2 Coríntios 5:21).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história do Velho Testamento sobre Abraão é a base do ensino do Novo Testamento sobre a Expiação, a oferta do sacrifício do Senhor Jesus na cruz pelo pecado da humanidade. Jesus disse, muitos séculos depois: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Abraão, vosso pai, exultou por ver o meu dia, e viu-o, e alegrou-se”&lt;/span&gt; (João 8:56). Encontre a seguir alguns paralelos entre as duas narrativas bíblicas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Toma agora o teu filho, o teu único filho, Isaque”&lt;/span&gt;(Gênesis 22:2); &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito...”&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; (João 3:16).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;“…vai-te à terra de Moriá, e oferece-o ali…”&lt;/span&gt;(v.2); &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;acredita-se que foi nessa área onde a cidade de Jerusalém foi construída muitos anos depois e onde Jesus foi cruficado fora da porta de sua cidade (Hebreus 13:12).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;“oferece-o ali em holocausto”&lt;/span&gt; (v.2); &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras” &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(1 Coríntios 15:3).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;“E tomou Abraão a lenha do holocausto, e pô-la sobre Isaque seu filho”&lt;/span&gt; (v.6); &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Jesus: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“E, levando ele às costas a sua cruz...”&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; (João 19:17).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;“... mas onde está o cordeiro para o holocausto?” &lt;/span&gt;(v.7); &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;João disse: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;“Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; (João 1:29).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isaque, o filho, agiu em obediência ao seu pai em se tornar o sacrifício (v.9); &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Jesus orou: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Pai meu, se este cálice não pode passar de mim sem eu o beber, faça-se a tua vontade” &lt;/span&gt;(Mateus 26:37).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ressurreição –&lt;/span&gt; Isaque como símbolo e Jesus em realidade: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Pela fé ofereceu Abraão a Isaque, quando foi provado; sim, aquele que recebera as promessas ofereceu o seu unigênito. Sendo-lhe dito: Em Isaque será chamada a tua descendência, considerou que Deus era poderoso para até dentre os mortos o ressuscitar; daí também em figura ele o recobrou”&lt;/span&gt; (Hebreus 11:17-19); &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Jesus: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“E que foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras”&lt;/span&gt; (1 Coríntios 15:4).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;FONTE:&lt;/span&gt; &lt;a href="http://www.gotquestions.org/portugues/Abraao-Isaque.html"&gt;http://www.gotquestions.org/portugues/Abraao-Isaque.html&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4928088434411239410-3085462009775385122?l=genesisum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://genesisum.blogspot.com/feeds/3085462009775385122/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://genesisum.blogspot.com/2011/04/por-que-deus-ordenou-que-abraao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4928088434411239410/posts/default/3085462009775385122'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4928088434411239410/posts/default/3085462009775385122'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://genesisum.blogspot.com/2011/04/por-que-deus-ordenou-que-abraao.html' title='Por que Deus ordenou que Abraão sacrificasse Isaque?'/><author><name>gênesis 1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12125497197670078993</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4928088434411239410.post-5160117392358799313</id><published>2011-03-25T18:13:00.001-07:00</published><updated>2011-12-15T06:57:09.257-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pré-história'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fósseis'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='evolução'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A Mentira Por Trás do Criacionismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mamiferos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='criação'/><title type='text'>A Mentira Por Trás do Criacionismo 8: a confusão dos sinapisidas</title><content type='html'>Acredito que o diabo é o pai da mentira. Acredito também que tentar provar uma verdade lançando mão de fraude é erradíssimo. E sem perceber, é isso o que muitos crentes vêm fazendo diante da ameaça que a teoria da evolução pode trazer, segundo eles, á Bíblia. Esse movimento defende a tradução convencional da bíblia e á chamado Criacionismo da Terra Jovem e é fruto do extremamente dogmático Fundamentalismo. A Bíblia está certa no relato de gênesis, mas o problema é que a evolução das espécies também é correta (e como estou mostrando no blog fala á favor da Bíblia), e por não admitirem esse segundo fato, cegamente tentam criar contrargumentos contra essa teoria, e até agora tudo tem se tratado de sofisma. Eles querem provar pela ciência que o universo foi criado em dias que não no tempo de Deus, e que todos os dinossauros, por exemplo, se extinguiram no dilúvio. Pra isso também criam evidências mentirosas cuidadosamente enfeitadas para parecer verdade (isso é sofisma).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A CONFUSÃO DOS SINAPSIDAS&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Abaixo: Tiarajudens e Titanossuquídeo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://gazetaonline.globo.com/_midias/jpg/tiarajudens_eccentricus_4d8c00d67867c-441062-4d8c00d679acf.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://gazetaonline.globo.com/_midias/jpg/tiarajudens_eccentricus_4d8c00d67867c-441062-4d8c00d679acf.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 199px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 300px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Não existem elos perdidos".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"A ciência não encontrou nenhum fóssil transicional até agora"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As afirmações acima são bem constantes em argumentos criacionistas. Para se ter uma noção do que é isso, se digitarmos na busca do Google a frase "não existem elos perdidos" (sem aspas) iremos nos deparar com 336.000 resultados de pesquisa... É um bom resultado, realmente. Mas... essas alegações são verdadeiras? Estariam os criacionistas mentindo, pra ser mais direto, ou falando a verdade? Dois artigos desse mesmo blog mostraram que, ao menos, 2 fósseis transicionais são realmente transicionais. Bom, já é um "golpe" àquelas afirmações... Porém, há quem "ignore" as evidências apresentadas do Archaeopteryx e do Australopithecus e mesmo assim use os velhos argumentos refutados aqui no "Gênesis 1" &lt;a href="http://scienceblogs.com/loom/Therapsid%20Morph%20test.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://scienceblogs.com/loom/Therapsid%20Morph%20test.jpg" style="cursor: pointer; float: right; height: 409px; margin: 0pt 0pt 10px 10px; width: 261px;" /&gt;&lt;/a&gt;(afinal, nosso compromisso é com a Verdade, doa quem doer). Mas nesse artigo, não iremos falar aqui nem de Australopitecos nem de dinoaves, mas sim de uma classe de animais que poucos criacionistas conhecem. E não são animais microscópicos, ou que os paleontólogos desconheçam na maioria... De modo algum... Eles são os SINAPSIDAS - considerados transicionais assumidos entre reptiliomorfos e mamíferos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na imagem ao lado vemos algumas espécies, dispostas em ordem cronológica e morfológica de baixo para cima:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;1 -&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sphenacodon&lt;/span&gt;, com jeitão de réptil mas já com apenas uma cavidade antorbital e dentes diferenciados;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;2 -&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Dimetrodon&lt;/span&gt;, o mais popular dos Sinapsidas, tendo a capacidade de autoregulação térmica;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;3 - &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Titanophoneus&lt;/span&gt;, que já possuía mais características de mamaliformes;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;4 - &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Inostrancevia&lt;/span&gt;, predador metade réptil metade mamífero;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;5 -&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Cynognathus&lt;/span&gt;, réptil considerado como um dos ancestrais diretos dos mamíferos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logicamente, então, se os sinapsidas são considerados pelos evolucionistas como os ancestrais dos mamíferos, deveríamos ter contrargumentos diversos indicando tais criaturas como não-transicionais. Porém, as fontes criacionistas em português sobre isso praticamente &lt;strong&gt;não existem&lt;/strong&gt;, pois se pesquisarmos por "sinapsídeos criacionismo", a pesquisa nos retornará aprox. 43 resultados, o que é um contraste grotesco com a busca pela frase "não existem elos perdidos", que retorna 336.000 resultados.&lt;br /&gt;Somente em fontes norte-americanas conseguimos encontrar alguma coisa contra os sinapsidas, mas mesmo assim, são poucos artigos que abordam o tema (na pesquisa Google por "Synapsid creationism" temos o retorno de aproximadamente 6080 resultados...)Isso significa que poucos criacionistas conhecem esses animais, o que é estranho, pois os paleontólogos conhecem e estudam esse grupo amplamente. Tanto é verdade que recentemente foi descoberto, em solo brasileiro, um curioso Synapsida com dentes prolongados denominado &lt;em&gt;Tiarajudens excentricus&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;No entanto, alguma coisa existe. E ao que parece foi só na CreationWiki que encontramos o pensamento criacionista a respeito dos Sinapsidas. Mas são argumentos extremamente ás avessas, quer dizer, puramente sofisma. E aqui nos aventuraremos a analisar cada uma delas&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;O QUE É?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de tudo, temos que conhecer quem são os Sinapsidas, afinal. Os Sinapsidas, quando começaram a serem estudados, foram inicialmente tido como répteis. No entanto, um estudo mais rigoroso dos variados grupos de Sinapsidas mostrou que esses animais não eram répteis; e que o grupo dos Sinapsidas não como uma subclasse, mas sim como uma autêntica classe de animais, ou seja, um grupo no mesmo nível taxonômico do grupo dos anfíbios, répteis e mamíferos, por exemplo. O termo "réptil sinapsida", atualmente, é usado de forma vulgar. Essas curiosas criaturas variavam em tamanho de um rato até o de um elefante africano, e todos possuíam várias características da classe dos mamíferos, além de, é claro, as peculiaridades que só a classe dos Sinapsidas possuía. Podemos dividir os Sinapsidas em duas ordens: - Pelicossáurios: - Terapsidas: Vários estudos sérios acerca desses animais foram feitos. Hoje pode-se dizer que conhecemos esse grupo muito bem. Mas os criacionistas conhecem bem também?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left" style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;ARGUMENTOS NÃO CONFIÁVEIS &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como já dissemos, o único artigo que pudemos encontrar, até o momento, que tenta levantar algum contrargumento contra a concepção de que os sinapsidas estariam na lista dos fósseis transicionais, está em inglês e pertence á CreationWiki, que é a "Wikipédia dos Criacionistas da Terra Jovem". E isso já não é uma coisa muito boa... Por quê? Acontece que as únicas pessoas que podem editar as páginas do CreationWiki são criacionistas (o que já "garante" muitos artigos naturalmente falaciosos e mentirosos), e levando em conta que todo usuário tem liberdade para editar os artigos, qualquer um poderia escrever qualquer coisa com base só no que conhece ou com base no que acha sobre o assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E parece que é exatamente esse o caso deste artigo, pois ao contrário da página sobre os sinapsidas da Wikipédia, o artigo criacionista não apresenta, simplesmente, fonte nenhuma... nenhum site acadêmico sobre a questão... nada mesmo. Para não dizer que a página não possui absolutamente nenhuma ligação externa, só há 3 ligações que apontam para imagens de supostos &lt;em&gt;Archaeothrys&lt;/em&gt; em um mosaico da Palestina (que não deixará de ser comentado nesse mesmo artigo). Mas não há bibliografia nenhuma no artigo. Se levarmos em conta certas incongruências contidas no artigo e a ausência de bibliografia/fonte, tudo indica que estamos diante de um artigo que foi feito com pouco estudo; talvez algo semelhante ao argumento absurdo que tenta alegar que os répteis tecodontes eram dinossauros raptores, apresentado aqui.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;CONFUSÃO NA DESCRIÇÃO - POR PARTE DE QUEM?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, tomemos aqui os argumentos do artigo como se fosse de consenso geral no Criacionismo da Terra Jovem (o que até pode ser verdade). Da mesma forma que os demais artigos da série "A Mentira Por Trás do Criacionismo", vamos dissecar os pontos um a um, e descobrir o que é verdade e o que é mentira (com base, é claro, em estudos concretos sobre o assunto tratado). O argumento contra os Sinapsidas é resumido na alegação de que há problemas e dúvidas no critério de classificação e descrição dos Sinapsidas, como se fosse realmente isso o que ocorre na paleontologia até hoje. Traduzindo um trecho do artigo, temos a seguinte alegação que remete á isso: &lt;em&gt;"Embora não haja provas claras de apoio à identificação de sinapsídeos nas subordens Caseasauria, Eupelycosauria (...) como répteis(...)" &lt;/em&gt;É sabido que foi um tanto recente a consideração de que os Sinapsidas formavam uma classe única, independente dos répteis, porém a maioria das espécies encontradas estão &lt;strong&gt;devidamente catalogadas e classificadas&lt;/strong&gt; (&lt;a href="http://www.talkorigins.org/faqs/faq-transitional/part1b.html"&gt;como pode ser visto aqui&lt;/a&gt;). Ou seja, é consenso entre os biólogos hoje a posição que os integrantes da classe Synapsida ocupam na taxonomia, e isso é fato graças á enorme quantidade de espécies descritas, uma boa parte com esqueletos completos, como é o caso do &lt;em&gt;Dimetrodon&lt;/em&gt; ou do &lt;em&gt;Dinodontosaurus&lt;/em&gt; (um sinapsídeo brasileiro).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, como veremos adiante, a confusão ocorre apenas na cabeça de quem editou o artigo no &lt;em&gt;CreationWiki&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;MAMÍFEROS OU NÃO - EIS A QUESTÃO&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;O grupo dos Sinapsidas é extremamente diversificado, e nisso tanto criacionistas quanto evolucionistas concordam. Os tamanhos e formas entre &lt;a href="http://www.palaeowerkstatt.de/pic_berichte/26-4_diictodo-gruppe_thumb.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://www.palaeowerkstatt.de/pic_berichte/26-4_diictodo-gruppe_thumb.jpg" style="cursor: pointer; float: right; height: 160px; margin: 0pt 0pt 10px 10px; width: 213px;" /&gt;&lt;/a&gt;a espécies eram tão variados que deu aos Sinapsidas o título de grupo de animais mais diverisificado do período Permiano. Realmente, com tantas formas insólitas aparentemente dá até para se confundir: quem diria que o pequeno e dentuço Diictodon (imagem à direita), que escavava buracos no solo, &lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_NHPx_YaPShk/THvXcMyTCnI/AAAAAAAAEAI/G9yhUY8edsI/s400/Estemmenosuchus.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_NHPx_YaPShk/THvXcMyTCnI/AAAAAAAAEAI/G9yhUY8edsI/s400/Estemmenosuchus.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 192px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 205px;" /&gt;&lt;/a&gt;era um parente próximo do grande e exótico Estemmenosuchus (imagem à esquerda), com seus 4 metros de comprimento e 5 chifres bizarros na cabeça?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a confusão que o criacionismo faz com esse grupo vai muito além. Eles alegam que pouco menos da metade dos sinapsidas pertencentes á ordem dos terapsidas foram, na verdade, mamíferos... Mas como o criacionismo, ou melhor, o editor da página do CreationWiki chegou á essa conclusão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele alega que somente os chamados Teriodontes (onde nós temos os Gorgonopsianos, os Terocefalianos e os Cinodontes) seriam mamíferos, e todos os demais, répteis(?) Sinapsidas. Isso porque, segundo o próprio, os Teriodontes possuíam recursos exclusivos que ou não são encontrados, ou não estão completamente presentes em outros sinapsídeos, mas que aparecem nos mamíferos, como ossos do ouvido, postura totalmente ereta e uma fenesta temporal de mamífero. Eles também teriam dedos de mamífero, ossos do dedo do pé e um osso palatino completo que se estendia na direção da garganta, como nos mamíferos. Furos nos crânios de alguns Terocefalianos também sugeririam que eles tinham bigodes e os Cinodontes também possuíam um abaulamento da caixa craniana, mamíferos e um osso maior bochecha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo isso é o que o texto em questão alega, e as características atribuídas aos Teriodontes são realmente essas. Mas o problema é que somente essas características não são suficientes para se classificar os Teriodontes como essencialmente mamíferos, pois tanto os teriodontes como os demais sinapsidas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- possuíam pequena cavidade neurocraniana&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Os ossos que formam a extremidade inferior da abertura temporal dos Sinapsidas são curvados só até o arco zigomático&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Neocortex ausente&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto aos atributos mostrados dos Teriodontes, bem, eles não são os únicos Sinapsidas com esses atributos. Na verdade, basta o raciocínio lógico para ver que existe alguma coisa errada no argumento criacionista: Ora, se os Teriodontes são incluídos na Ordem dos Terapsidas, é por que os mesmos possuíam características de Terapsida. A classificação não foi feita á toa, certamente; e sabe-se que os Terapsidas são Sinapsidas por possuírem características que os indicam nessa classe. Mas... os Teriodontes não são mamíferos??? Sendo assim, ou o criacionista está certo e toda a classificação zoológica dos sinapsidas precisa ser revista, ou o contrário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Teriodontes podem ser vulgarmente chamados de répteis, embora sejam Sinapsidas, e sendo assim possuem aspéctos morfológicos em seus ossos que identificam os tais no grupo. É como se todos usassem uma mesma "roupa", justamente a mesma definição de espécie (Bara em hebraico) no livro de Gênesis. É conhecido que os Teriodontes possuem mais características mamaliformes do que os demais sinapsidas, mas isso também é de se esperar. Mas essas características não são suficientes para retirarmos os Teriodontes dos Sinapsidas e passá-los para os mamíferos, também porque alguns aspectos dos teriodontes são vistos em outros integrantes da ordem dos terapsidas (onde temos os teriodontes).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como exemplo podemos citar a comparação entre os Biarmossúqueos (considerados sinapsidas legítimos pelo criacionismo) e os Gorgonopsianos (Teriodontes, ou seja, mamíferos para os criacionistas). Abaixo pode ser vista a semelhança entre dois exemplares dessas famílias, respectivamente: o Inostrancevia e o Lobalopex. Os dois animais, ao contrário do que possa parecer, são parentes só a nível de ordem, pois o primeiro é o mais primitivo e possui algumas similaridades ósseas com os pelicossauros e o outro, bem, o outro é tido como mamífero pelos criacionistas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INOSTRANCEVIA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.gondwanastudios.com/Specimens/reptiles/Images/inostrancevia.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://www.gondwanastudios.com/Specimens/reptiles/Images/inostrancevia.jpg" style="float: left; height: 207px; margin: 0px 10px 10px 0px; width: 252px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://fc00.deviantart.net/fs49/f/2009/215/a/1/Inostrancevia_latifrons_by_Biarmosuchus.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://fc00.deviantart.net/fs49/f/2009/215/a/1/Inostrancevia_latifrons_by_Biarmosuchus.jpg" style="float: left; height: 166px; margin: 0px 10px 10px 0px; width: 304px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LOBALOPEX&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.palaeocritti.com/_/rsrc/1254680747966/by-group/biarmosuchia/lobalopex/Lobalopex_skulljpg.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://www.palaeocritti.com/_/rsrc/1254680747966/by-group/biarmosuchia/lobalopex/Lobalopex_skulljpg.jpg" style="float: left; height: 275px; margin: 0px 10px 10px 0px; width: 353px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://m1.ikiwq.com/img/xl/kjv2lh15GwFtiNRGfBGqFc.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://m1.ikiwq.com/img/xl/kjv2lh15GwFtiNRGfBGqFc.jpg" style="float: left; height: 189px; margin: 0px 10px 10px 0px; width: 299px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Percebe que a frma básica do crânio é similar?&lt;br /&gt;E, por fim, se compararmos o Inostrancevia com um animal considerado próximo dele, mas ainda não sendo Teriodonte, o Titanophoneus?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TITANOPHONEUS X INOSTRANCEVIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.kheper.net/evolution/therapsida/Titanophoneus_jaw_articulation.gif"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://www.kheper.net/evolution/therapsida/Titanophoneus_jaw_articulation.gif" style="float: left; height: 157px; margin: 0px 10px 10px 0px; width: 292px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 180%;"&gt;&lt;a href="http://sites.google.com/site/palaeocritti/_/rsrc/1257735550644/by-group/gorgonopsia/inostrancevia/Inostrancevia_alexandri_skull.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://sites.google.com/site/palaeocritti/_/rsrc/1257735550644/by-group/gorgonopsia/inostrancevia/Inostrancevia_alexandri_skull.jpg" style="float: left; height: 273px; margin: 0px 10px 10px 0px; width: 257px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://sites.google.com/site/palaeocritti/_/rsrc/1257735550644/by-group/gorgonopsia/inostrancevia/Inostrancevia_alexandri_skull.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atente para a questão do abaulamento do crânio. Esse fator foi mencionado como característica única dos Terocefalianos e dos Cinodontes, mas observe: os Biarmossúqueos e os Gorgonopsianos possuem esse abaulamento.... Na realidade, essa é uma característica predominante no grupo dos Terapsidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela taxonomia acredita-se que houve uma "bifurcação" dentro do grupo dos Terapsidas: um lado caminhou para os Dicinodontes, seres corpulentos com bico de tartaruga e estranhas presas (dentro do grupo estão os sinapsidas brasileiros Tiarajudens e Dinodontosaurus), e o outro caminhou para os mamíferos. Portanto, seria de se esperar que os Teriodontes apresentassem um nível hierárquico. Coincidentemente ou não, os Gorgonopsianos são considerados mais basais que os Terocefalianos e os Cinodontes, sendo esses últimos, por sua vez, muito próximos dos mamíferos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como vimos, eles não podem ser classificados como mamíferos, pois alguns aspectos de "réptil" estão presentes nos Teriodontes. A abertura temporal do crânio, por exemplo, é maior do que nos demais terapsidas mas não tanto a ponto de classificarmos todos eles no grupo dos mamíferos. A mandíbula nos Terocefalianos e nos Gorgonopsianos também é menos avantajada do que a de todos os mamíferos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, a aparência do crânio e os ossos do crânio são essencialmente de Terapsidas e não propriamente de mamífero. Basta compararmos o crânio de um Terapsida mais antigo com o de um Cinognato, um dos tipos mais recentes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TETRACERATOPS (Um dos primeiros Terapsidas)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.kheper.net/evolution/therapsida/Tetraceratops_synapomorphies.gif"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://www.kheper.net/evolution/therapsida/Tetraceratops_synapomorphies.gif" style="float: left; height: 228px; margin: 0px 10px 10px 0px; width: 213px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CYNOGNATHUS (Um dos últimos Terapsidas)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.amnh.org/education/resources/rfl/web/extrememammalsguide/images/cynognathus_lg.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://www.amnh.org/education/resources/rfl/web/extrememammalsguide/images/cynognathus_lg.jpg" style="float: left; height: 186px; margin: 0px 10px 10px 0px; width: 297px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;Sendo assim, é uma hipérbole classificarmos os Teriodontes como mamíferos; a base não suficiente para essa generalização. O que pode trazer um pouco de "confusão" é só o grupo dos cinodontes; porém, esse problema é resolvido só se levamos em conta a classificação por cladograma, e não a lineana. Nesse caso, Cinodontes e Mamíferos estariam unidos em um clado e, assim, os mamíferos seriam nada mais nada menos que uma derivação do grupo dos Cinodontes. O assunto é meio complicado mas não deixa de ser interessante.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;OS SINAPSIDAS COMO UM TODO&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grupo dos Sinapsidas, como vimos, possui aspectos próprios, porém uma das características do grupo é a similaridade com os mamíferos. O artigo no CreationWiki descreve três características mamaliformes como sendo as únicas do grupo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Dentes diferenciados: molares e incisivos&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;- Palato secundário nos lados da maxila, que separava sua boca e a cavidade nasal em algumas espécies. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A mandíbula (ou maxila inferior) é composta por um único osso-dente, presente só nos mamíferos (o dentário), enquanto o maxilar inferior dos répteis é constituído por um conglomerado de ossos menores.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Fenestra temporal única por trás de cada órbita do olho, ao contrário das fenestras temporais dos, que eram duas. Os terapsidas possuíam uma fenestra mais parecidos com mamíferos.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, ele alega que nenhuma dessas características, tomadas em conjunto ou á parte, são suficientes para se considerar os Sinapsidas como antepassados dos mamíferos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de mais nada deixemos bem claro que tais características apresentadas no artigo são reais, porém não são achadas em mais animal nenhum; só no grupo dos mamíferos. Isso, querendo ou não, já coloca uma pulga atrás da orelha...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas como não poderia deixar de ser, essas não são as únicas características mamaliformes dos Sinapsidas. Generalizando o grupo, podemos encontrar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Estrutura óssea de animal de sangue quente;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Postura ereta dos membros em algumas espécies;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Mandíbula grande demais para um réptil;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Formação dos ossos do ouvido podendo ser observada se dispormos as espécies na ordem cronológica científica;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Ossos das pernas mais similares ao dos mamíferos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Crânio mais parecido com o dos mamíferos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Abaulamento da caixa cranianaem boa parte dos exemplares&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somando as características já mencionadas, o quadro muda. Tais aspectos são suficientes para a classificação como transicional, como seres metade réptil, metade mamíferos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O artigo ainda causa mais um equívoco nessa parte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Em vez de serem animais transicionais, os Sinapsidas foram &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;totalmente&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; répteis, e são simplesmente um grande exemplo da variedade maravilhosa que Deus originalmente construiu em todas as coisas vivas."&lt;/span&gt;(grifo nosso)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que os Sinapsidas são um tremendo exemplo da variedade da Criação, disso não temos dúvida; somente os ateus discordariam disso (obviamente). No entanto, os Sinapsidas são hoje classificados como um grupo á parte de animais; como pode então o criacionista alegar que eles são totalmente répteis?? É certo que eles possuem características herdadas de répteis antigos, como o Hylonomus, porém eles não podem ser chamados de répteis. Ainda mais os Terapsidas, que acumulam diversos aspectos presentes só nos mamíferos hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;AS SUPOSTAS GRAVURAS E ESCULTURAS DE SINAPSIDAS&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mesmo artigo do CreatinWiki, que como vimos é um dos pouquíssimos artigos que tentam refutar os sinapsidas como antepassados dos mamíferos, além da verdadeira "salada" que é feita com a definição do que eles são, é mostrado uma série de artes feitas na antiguidade que supostamente comprovariam que os Sinapsidas não foram animais pré-históricos, mas sim um grupo de animais modernos que não chegou a sobreviver na atualidade apenas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o leigo, as evidências parecem ser assombrosas e parecem provar isso mesmo. Mas provam realmente? O que sabemos apenas é que são artes autênticas, porém a conclusão sobre elas, com algum estudo, revela-se algo bem diferente...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;1 - A escultura de Acambaro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Citação do artigo:&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Juntamente com as pedras e estatuetas de argila encontradas em El Toro, México, por Waldemar Jalsrud em 1945 estava uma figura que descreve o que parece ser um Dimetrodon ao lado de um Homem . Se os números são verdadeiros ,como todas as evidências sugerem, então isso significaria que sinapsídeos estariam presentes no México pelo menos, cerca de 800 200 aC, quando as figuras foram feitas, e isso fornece evidências de que Dimetrodon foi uma das espécies da fauna representativa que entrou a bordo da Arca, no momento da inundação de Noé."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A figura mencionada lembra vagamente um Dimetrodon mesmo. Observe:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.bible.ca/tracks/tracks-acambaro-dino18.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://www.bible.ca/tracks/tracks-acambaro-dino18.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 224px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 443px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, de jeito nenhum o animal representado é fiel ao que realmente foi o Dimetrodon. Compare a cabeça do animal da estatueta, que apresenta chifres, com a do Dimetrodon, que era aplainada:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-7gvyA6jMmU8/TbBvTU7DJQI/AAAAAAAAAFk/29y0uH_q3dA/s1600/comparac1.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5598096714646103298" src="http://3.bp.blogspot.com/-7gvyA6jMmU8/TbBvTU7DJQI/AAAAAAAAAFk/29y0uH_q3dA/s320/comparac1.JPG" style="cursor: pointer; float: left; height: 214px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 487px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com isso, podemos concluir que, simplesmente, os antigos habitantes de Acambaro encontraram algum esqueleto de pelicossáurio ou ainda não descoberto ou com uma má fossilização na cabeça, e tais ossos foram interpretados como pertencendo a um animal que havia morrido há pouco tempo, e com base nisso foi reconstruído o ser "mitológico". Na realidade, se observarmos todas as esculturas achados em Acambaro, iremos nos deparar com situações semelhantes, e possivelmente, todas as "deformidades" das esculturas se explica por meio disso: interpretação de fósseis achados na região.&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;2 - O Mosaico Nilótico ou da Palestrina&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O Mosaico da Palestrina (ou Nilo) , uma obra atribuída a Demétrio, que é datada de cerca de 100 A.C, mostra pelo menos dois terapsidas no canto do lado direito superior da arte-final, ao lado de um possível sinapsida (possivelmente &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Archaeothyris&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;) em direção ao centro. A existência de animais sinapsídeos no Mosaico indica que eles foram vistos em primeira mão pelo seu criador, oferecendo boas evidências de que os sinapsídeos migraram para a África em algum momento após o Dilúvio e, possivelmente, ainda existiam ali durante o século 1 aC ."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gravura é essa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://s8int.com/images/palestrinamosaic.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://s8int.com/images/palestrinamosaic.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 383px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 300px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, apenas dois fatos são suficientes para se demonstrar a falta de informação e equívoco do autor do artigo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Alegar que a pequena imagem abaixo é do Archaeothyris é um enorme "tiro no escuro", pois o mesmo na realidade parecia um lagarto externamente. Observe:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_R3alTV6BaSE/S_LdSzQEsVI/AAAAAAAABEE/2PAErTEf_E4/s1600/archaeothyris_naturalist_if_ua.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_R3alTV6BaSE/S_LdSzQEsVI/AAAAAAAABEE/2PAErTEf_E4/s1600/archaeothyris_naturalist_if_ua.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 191px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 233px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, mesmo se o Archaeothyris não fosse pré-histórico e fosse desenhado por um antigo seria praticamente impossível alegar que o mesmo seria essa espécie. No caso a suposta representação do Archaeothyris sem dúvida na verdade foi de um mero lagarto. Analise a imagem do suposto animal do mosaico, abaixo: não parece realmente um lagarto moderno?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://s8int.com/images4/nile-extinct-4b.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://s8int.com/images4/nile-extinct-4b.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 233px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 183px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Quanto ao animal "terapsida" da gravura, ele parece na realidade um animal mitológico, metade leopardo, metade Crododilo-do-nilo. Observe bem e veja se não é o que parece:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://s8int.com/images/palestrina1.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://s8int.com/images/palestrina1.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 182px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 293px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa aparência faz sentido por três motivos: (1) as letras gravadas acima do animal representado parecem dizer "KROKODILOPARDALIS", que, ao pé da letra, traduz-se como "Crocodilo-leopardo", e (2) na época do mosaico era muito comum a crença em animais mitológicos e (3) na imagem completa, bem acima, pode ser visto um outro animal desse, porém mais nítido, parecendo realmente um "crocoleopardo":&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-IT2haX-pXt8/TbBizhLsU7I/AAAAAAAAAFc/kCBsqJuiNzs/s1600/krocodilopardalis.bmp"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5598082974041789362" src="http://1.bp.blogspot.com/-IT2haX-pXt8/TbBizhLsU7I/AAAAAAAAAFc/kCBsqJuiNzs/s320/krocodilopardalis.bmp" style="cursor: pointer; float: left; height: 166px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 254px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por mais que os Terapsidas compartilhassem uma mescla de características reptilianas e mamíferas, nenhum terapsida tinha o esqueleto de um leopardo da cabeça á cintura e da cintura para baixo o de um crocodilo. Ou seja, o animal representado na gravura ou veio da imaginação das pessoas da época ou foram feitos com base em fósseis achados no local (&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;3 - A obra de Pompéia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Em House of the Physician&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;, em Pompéia, Roma, há uma obra de arte que retrata o que parece ser dois sinapsídeos: um batalhando com um humano e outro ser sendo montado ou capturado por um grupo de seres humanos. Pompéia foi destruída por uma grande erupção vulcânica em 79D.C."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observe a dita figura:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://s8int.com/images4/pompeii-3.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://s8int.com/images4/pompeii-3.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 328px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 300px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novamente, aqui temos uma confusão sobre o que é o que. Mas nesse caso um dos animais não é mitológico, mas sim estão desenhados de forma muito desproporcional, tal qual todos os seres representados, incluindo os humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira criatura, grande e amarela, parece muito com um animal que chegou a conviver com o ser humano mas foi enigmaticamente extinto: o Mastodonte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-f6GERqM2GEg/TbIQkllmxQI/AAAAAAAAAFs/-hZ67Pq7dvM/s1600/MASTON3.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5598555507526124802" src="http://1.bp.blogspot.com/-f6GERqM2GEg/TbIQkllmxQI/AAAAAAAAAFs/-hZ67Pq7dvM/s320/MASTON3.JPG" style="cursor: pointer; float: left; height: 168px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 399px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mastodonte foi um proboscídeo herbívoro, no entanto acredita-se que o bicho, ao ser atacado, podia "revidar" usando as suas maxilas inferiores e superiores, que continham presas afiadas. Parece que é desta forma que o Mastodonte da Pompéia estava reagindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Registros de animais fósseis comuns na época Pleistocenica ás vezes são encontrados realmente em pinturas e esculturas. Um ótimo exemplo são os registros sumérios do girafídeo &lt;em&gt;Sivatherium&lt;/em&gt; (abaixo), muito comum na época Pleistocenica, mas não na época em que a escultura foi feita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-PIF0A-HQPyM/TarY9_1Hf6I/AAAAAAAAByA/owX8jtg0oUk/s1600/sivafigure-Colbert.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-PIF0A-HQPyM/TarY9_1Hf6I/AAAAAAAAByA/owX8jtg0oUk/s1600/sivafigure-Colbert.jpg" style="float: left; height: 268px; margin: 0px 10px 10px 0px; width: 369px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo assim, o Mastodonte da Pompéia e o Sivatherium dos Sumérios podem ser casos similares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda criatura da imagem, á primeira vista parece um réptil como o Dimetrodon, com uma vela nas costas. Mas, se olharmos bem a imagem, veremos que isso não é uma vela, mas sim a carapaça exgerada. Isso porque, como se observa abaixo, um homem está montado na suposta vela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-IsoG5ES74rg/TbIRHyzGPLI/AAAAAAAAAF0/qtII2sYx7vs/s1600/POMP4.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5598556112367795378" src="http://2.bp.blogspot.com/-IsoG5ES74rg/TbIRHyzGPLI/AAAAAAAAAF0/qtII2sYx7vs/s320/POMP4.JPG" style="cursor: pointer; float: left; height: 256px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acontece que seria um total desconforto montar num Dimetrodon, se fosse possível, pois a vela era fina nas laterais como uma lâmina... Observe o animal de frente e reflita se há alguma remota condição de montar nele da forma que é mostrada na figura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-SKt6Dww6eXs/TbIWktJi7VI/AAAAAAAAAF8/qqxBkXoWgww/s1600/dimetrodon.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5598562106625682770" src="http://1.bp.blogspot.com/-SKt6Dww6eXs/TbIWktJi7VI/AAAAAAAAAF8/qqxBkXoWgww/s320/dimetrodon.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 270px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 361px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo assim, é muito provável que o animal da gravura fosse um animal mítico, mas não um pelicossauro. Ou até, quem sabe, pode tratar-se do mesmo caso de Acambaro: um animal desenhado com base nalgum fóssil completo achado na região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;4 - Os Dragões de 1640D.C&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Uma obra de arte composta em 1640D.C, chamado Ecquis em Aegypto cris ta et tergo ESSE dracones, mostra o que parece ser uma série de Terapsidas sendo mortos por seres humanos".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Veja a imagem:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://creationwiki.org/pool/images/1/1d/Killing_dragons_by_Collaert_after_Stradanus_c1640.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://creationwiki.org/pool/images/1/1d/Killing_dragons_by_Collaert_after_Stradanus_c1640.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 334px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 458px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não precisa se refletir muito para vermos que os seres representados na imagem são dragões; de maneira alguma parecem qualquer sinapsida já achado, pois os seres da imagem tinham focinho de javali e escamas de lagarto. Não existiram, até onde se sabe, sinapsidas com tal aspecto, e temos que admitir que a pintura possui imagens realistas, logo se o animal existiu teria que ser exatamente igual ao que é mostrado, e não se encontrou fósseis de algum ser que se parecesse com o mostrado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas então, de onde teria vindo a concepção de tal ser? Os estudiosos são quase unânimes em admitir que ilustraçoes como essa se basearam em fósseis achados na época, ou seja, o mesmo caso do Pelicossáurio de Acambaro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;5 - O Cinodonte (!) de Séforis&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Uma seção do Dionysos Roman Mosaic em Séforis mostra o que parece ser um animal Teriodonte a ser caçado ou atacado por seres humanos. O mosaico é datado entre os séculos segundo e terceiro. Séforis foi destruído em 363AD após um grande terremoto."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://s8int.com/images4/nile-extinct-4a.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://s8int.com/images4/nile-extinct-4a.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 257px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 450px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa é a imagem mais insólita, pois além de ser autêntica, o animal representado nela assustadoramente parece um Procynosuchus! Compare:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://s8int.com/images4/nile-extinct-4c.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://s8int.com/images4/nile-extinct-4c.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 95px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 213px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.palaeocritti.com/_/rsrc/1254680855503/by-group/cynodontia/procynosuchus/Procynosuchus_BW.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://www.palaeocritti.com/_/rsrc/1254680855503/by-group/cynodontia/procynosuchus/Procynosuchus_BW.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 121px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 286px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato de um cinodonte como esse aparecer numa gravura dessa data só dá margem á duas explicações: ou o autor do mosaico se baseou em algum fóssil bem preservado de Cinodonte que foi achado, ou então é uma prova de que o grupo dos Cinodontes sobreviveu até essa época, tal qual alguns "fósseis vivos". Ou então pode nem se tratar de um cinodonte sobrevivente, mas sim uma espécie da extinta família Barylambdae. Note a semelhança do mamífero Barylambda com a gravura:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://s8int.com/images4/nile-extinct-4c.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://s8int.com/images4/nile-extinct-4c.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 144px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 304px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_R3alTV6BaSE/TUstSopqDSI/AAAAAAAADqU/D4IIv2sf5fw/s1600/Barylambda_BW.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_R3alTV6BaSE/TUstSopqDSI/AAAAAAAADqU/D4IIv2sf5fw/s1600/Barylambda_BW.jpg" style="float: left; height: 153px; margin: 0px 10px 10px 0px; width: 350px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Barylamda é um mamífero posterior aos dinossauros. Tal gravura, assim como o caso do Mastodonte e do Sivatherium nesse mesmo artigo, pode indicar que algum animal da família Barylambdae sobreviveu até a referida época. Tal hipótese é mais provável do que a de considerar que o animal representado é um cinodonte vivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;CONCLUSÃO&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A análise acima, de algum modo, explica o porquê da quantidade mínima de artigos criacionistas que criticam a colocação do grupo dos Sinapsidas como antecessor dos mamíferos: a existência do grupo ou não é conhecida pelos criacionistas ou, se é conhecida, é ignorada ou ocultada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos que concordar que quando tratamos do tema "origens", onde várias ideologias estão envolvidas, é preciso ter mente aberta e levar em consideração toda e qualquer informação, mesmo sendo ou parecendo contra áquilo que defendemos; ocultar a existência de um grupo cheio de transicionais ou não analisá-lo direito é, portanto, algo que não se esperaria de um pesquisador das origens, ainda mais em se tratando de um que seja cristão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não dá, portanto, para negar que existem sim "elos perdidos". Pior: existe uma classe inteira deles quando falamos da transição réptil-mamífero. Contudo, a existência de diversos fósseis transicionais, que é algo que evidencia a evolução das espécies ao longo do tempo geológico, não contraria e jamais irá contrariar a Bíblia, pois como está escrito, céus e terra podem passar, menos a palavra de Deus (veja a página "Gênesis, Criação e Evolução" nesse mesmo blog e confira).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;FONTE:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://tolweb.org/notes/?note_id=466"&gt;http://tolweb.org/notes/?note_id=466&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://creationwiki.org/Synapsid"&gt;http://creationwiki.org/Synapsid&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.planetauniversitario.com/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=21024:mordida-moderna&amp;amp;catid=56:ciia-e-tecnologia&amp;amp;Itemid=75"&gt;http://www.planetauniversitario.com/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=21024:mordida-moderna&amp;amp;catid=56:ciia-e-tecnologia&amp;amp;Itemid=75&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.talkorigins.org/faqs/faq-transitional/part1b.html"&gt;http://www.talkorigins.org/faqs/faq-transitional/part1b.html&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4928088434411239410-5160117392358799313?l=genesisum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://genesisum.blogspot.com/feeds/5160117392358799313/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://genesisum.blogspot.com/2011/03/mentira-por-tras-do-criacionismo-9.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4928088434411239410/posts/default/5160117392358799313'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4928088434411239410/posts/default/5160117392358799313'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://genesisum.blogspot.com/2011/03/mentira-por-tras-do-criacionismo-9.html' title='A Mentira Por Trás do Criacionismo 8: a confusão dos sinapisidas'/><author><name>gênesis 1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12125497197670078993</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_NHPx_YaPShk/THvXcMyTCnI/AAAAAAAAEAI/G9yhUY8edsI/s72-c/Estemmenosuchus.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4928088434411239410.post-3080897951900203414</id><published>2011-03-02T14:56:00.001-08:00</published><updated>2011-03-06T16:09:39.703-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gênesis'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='teologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='bíblia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jesus'/><title type='text'>Houve um José no Egito?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/--0jmf6ysAqo/TXQawv5uO6I/AAAAAAAAAEs/K-4e-Evq8-c/s1600/YOSEPH.bmp"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 401px; height: 154px;" src="http://3.bp.blogspot.com/--0jmf6ysAqo/TXQawv5uO6I/AAAAAAAAAEs/K-4e-Evq8-c/s320/YOSEPH.bmp" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5581115263013501858" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ilustrações retiradas da animação "José do Egito" da série "A Bíblia em Animação"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem muitas histórias relatadas na Bíblia que demonstram claros exemplos de fé para as nossas vidas. Uma das mais famosas e impressionantes dessas histórias está no final do livro de Gênesis: a história de José, filho de Jacó.&lt;br /&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Não podemos negar que é uma história famosa, ao menos no meio cristão. Vítima da inveja de seus irmãos, José chega a ser vendido como escravo e é levado ao Egito. Lá, José acaba sendo preso injustamente, mas passado um tempo considerável é liberto e se torna o Primeiro Ministro do Egito ao interpretar um obscuro sonho do Faraó e prever, com isso, a fome que viria para essa civilização. É uma história que mostra a providência divina para aqueles que acreditam em Deus.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Porém, a bíblia é alvo de muita polêmica, e como você pode ver nas outras matérias do blog, o livro de Gênesis é o mais questionado. Esse livro, assim como também todo o Pentateuco, é julgado por alguns historiadores, conhecidos como &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;minimalistas&lt;/span&gt;, como plenamente mítico, tendo sido escrito por judeus anônimos, na época em que encerrou-se o exílio na Babilônia, por volta de 400 a.C. Ora, se isso for verdade, então a história de José, por mais empolgante que seja, seria um mito também... Cabe a nós perguntarmos, então: a história de José é factual ou somente uma bela epopéia? Ou melhor: HOUVE UM JOSÉ NO EGITO?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A seguir veremos um interessante estudo tomado por base em análises do site &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Arqueologia bíblica"&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; font-weight: bold;"&gt;ANALISANDO AS MOEDAS&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;É muito simples a análise para sabermos se a história de José é um relato histórico ou se foi escrita após o exílio babilônico. Basta pegarmos alguns pontos-chave da história e ver qual se aproxima mais com o que sabemos sobre o Antigo Egito na época em que José teria vivido e com o que sabemos sobre a época de 400 a.C., onde teria sido escrito supostamente o Pentateuco. Um ponto que inicialmente podemos analisar é a questão das "moedas" com os quais José foi vendido como escravo por seus irmãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;As Escrituras dizem em Gênesis 37:28 que José foi vendido por 20 moedas de prata para uma caravana de Ismaelitas, que o levaram ao Egito. No entanto, naquela época, não eram exatamente "moedas", eram pesos, ou siclos, porém segundo a evolução das moedas, geralmente se usava cobre como forma de pagamento.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Para se provar, então, que a história de José foi forjada tardiamente na Babilônia, seria de se esperar que a Bíblia dissesse um valor entre 30 e 50 moedas de prata, já que esse era preço dos escravos no auge da era Babilônica, e não 20 moedas como as Sagradas Escrituras dizem... Mesmo que a história tenha tido pequenas modificações posteriores, o texto é um fato real ocorido quase 1.200 anos antes do cativeiro babilônico, como é o caso de Moisés em Deuteronômio 34:1-5 que descreve a morte de Moisés (que provavelmente não foi escrito por ele, já que mortos não falam nem escrevem, a não ser que eles não estejam realmente "mortos").&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;OUTROS ESCRAVOS SEMITAS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A respeito da empregação de escravos semitas no Egito, o que para alguns pode parecer etranho, existe um papiro datando de 40 anos após o tempo de José, encontrado em Luxor e localizado hoje no museu da Universidade Brooklyn, com uma lista de 79 escravos que serviam na casa de um rico comerciante Egipício, tal como Potifar. Ao que tudo indica, aproximadamente 45 nomes são da região sírio-palestina, e soam como legitimamente hebreus, como &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Shiphrah e Menachem&lt;/span&gt;...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso indica que o uso de empregados domésticos de origem semítica era muito comum no Egito. Logo, por que não ter existido um escravo semita chamado José?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;DE ESCRAVO A GOVERNADOR&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para muitos também pode parecer estranho, ou improvável, o que aconteceu com José: um hebreu e escravo assumissiu um cargo tão elevado no Antigo Egito, principalmente o de primeiro-misnistro. Mas existem achados que comprovam que não era tão raro um semita sendo primeiro-ministro. Em meados de 1980, em Saqqara, os arqueólogos acharam a tumba de um ex-primeiro-ministro do Baixo Egito, durante o reinado de Akenaton, chamado Apael, que é um nome semita e não egípcio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer forma, mesmo que um primeiro-ministro egípcio tivesse um nome totalmente egípcio, ele poderia ter sido hebreu, como aconteceu com José. Em Gênesis 41:45 diz que depois que José virou primeiro-ministro, faraó colocou nele um nome totalmente Egípcio: Zafenate-Panéia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; font-weight: bold;"&gt;QUEM FOI O FARAÓ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;É um fato que a Bíblia guarda profundo silêncio a respeito do nome dos faraós do Egito  na época de José e Moisés. Segundo o Doutor e Pastor Rodrigo P. Silva,  talvez isso se deva ao fato do pentateuco seguir as regras dos escribas  egípcios (já que Moisés foi educado na cultura Egípcia e Hebreia), pois  em tempos mais antigos, o faraó era geralmente, mas não sempre, chamado  apenas de faraó, como se fosse seu nome próprio. Mais tarde, tal prática  foi abolida e dentre os escribas tornou-se quase obrigatória a identificação do  faraó quando se fosse escrever um documento, para que fosse guardada  para a posterioridade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a bíblia acompanha esta mudança e começa a  identificar o nome do faraó, como, por exemplo, o faraó Neco (Jr 46:2),  faraó Hofra (Jr 44:30) etc. Isso também é um indício de que a história  de José não poderia ter sido forjada tardiamente no exílio Babilônico,  como propõem os minimalistas&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;, &lt;/span&gt;pois do contrário teria a menção do nome dos faraós da época.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;ANALISANDO OS SETE ANOS DE FOME E FARTURA&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;De acordo com a Bíblia, o Faraó do tempo de José teve um sonho que o perturbou em absoluto, onde mostrava sete vacas gordas que eram devoradas por sete vacas  magras, e sete espigas de milho secas comiam sete espigas de milho boas.(Gn 41:1-36). &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Essa imagem parece fazer referência à deusa Hathor  que era  representada por uma vaca celestial. Ela era um dos símbolos  mais  importantes do antigo Egito, pois, entre outras coisas, também era  o  símbolo da alimentação...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A respeito do sonho, José trouxe a seguinte interpretação á Faraó: as sete vacas gordas representavam sete anos de fartura e as sete vacas magras representavam sete anos de seca que viriam ao Egito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;E pela arqueologia, o que podemos dizer sobre os sete anos de fome e  fartura?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem muitas curiosidades relacionadas a esses sete anos. Pra começar, os arqueólogos encontraram um documento estranho sobre uma  época de escassez, conhecida como marco, pedra ou estela da fome,  descoberta na Ilha de granito Sehel, Assuan. As inscrições procedem dos  dias de Ptolomeu V, mas narra um acontecimento ocorrido de 2.500 a 2.700  anos antes, no reinado do faraó Djoser, que governou de 2630-2611,  durante a 3ª dinastia. Dizia o seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Eu choro sobre o meu trono, todos no palácio  estão em angústia... porque Hapi (o Nilo identificado em forma humana)  tem falhado em sua tarefa. Num período de 7 anos, o grão se tornou  escasso e secou... todo homem está roubando seu semelhante.. as crianças  choram... o coração dos velhos está carente... os templos estão  fechados, os santuários cobertos de pó. Todos estão em desgraça".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuando a análise bíblica, José sugeriu ao Faraó que fossem guardados mantimentos durante os sete anos de fartura, para estarem prontos para os sete anos de fome. Existe algum fato arqueológico que indica estocagem de mantimentos para um tempo de fome que se seguiria no Egito?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Werner  Keller diz que existe uma descoberta que foi encontrada pelo egiptólogo  alemão Heinrich Brugsch. Este texto retrata um período de fome muito  parecida com a história bíblica de José. Este texto, foi escrito por um  certo Baba, que foi governador da cidade de El-kab, sul de Tebas, que  viveu durante a 17ª dinastia, que segundo a cronologia do Norte, seria a  16ª dinastia. Esse período, poderia ser parte do tempo em que José  governou o Egito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto diz que "o que o governador hebreu fez pelo  seu país, Baba fez pela sua cidade", segundo as orientações de José. O  texto relata:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Eu recolhi o milho, como um amigo do deus da colheita.  E quando a fome chegou, castigando &lt;/span&gt;(a terra)&lt;span style="font-style: italic;"&gt; por muitos anos, eu  distribuí o milho para a cidade durante os anos que a fome durou".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Com certeza este relato é muito parecido com o texto bíblico de Gn 41:29-37.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; font-weight: bold;"&gt;A TUMBA DE JOSÉ: TERIA SIDO DESCOBERTA?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Um série de escavações,  conduzidas desde 1966 por Manfred Beitak, encontraram a provável tumba  temporária de José no Egito, antes que seus ossos fossem levados com o  povo hebreu na saída do Egito (Êxodo 13:19). O sítio abriga os restos da  antiga Avaris (hoje Tell el-Dab’a). O esquema do sítio parece indicar  uma vila formada principalmente por ovinocultores, que viviam em paz no  Egito. O que Bietak descobriu foi bastante sugestivo: dentro da tumba  havia uma estátua quebrada de cor amarela, com os cabelos presos na  forma de um cogumelo (indicativos claros da origem semita do  indivíduo)... Em sua mão ele trazia o cetro do faraônico especial, que  nos leva a supor que se tratava de alguém muito importante no Egito,  provavelmente o primeiro-ministro do rei...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Infelizmente não podemos  ainda afirmar, para longe de qualquer questionamento, que essas sejam  realmente a casa e a tumba real do patriarca José. Não obstante, há  vários indícios que apontam nessa direção e não podemos descartar a  possibilidade de ter encontrado aqui em Tell el-Dab’a a confirmação  arqueológica da morada de José e sua família nas terras do  Egito."&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Escavando a Verdade, págs. 90 e 91, Cap. Seria José?).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;CONCLUSÃO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Nós temos um enxame de evidências bíblicas; dentre elas podemos citar a Gênese bíblica (o relato da criação), de Sansão, da Arca de Noé, do profeta Daniel, da Torre de Babel, do Êxodo, de Jezabel (e consequentemente do profeta Elias) e podemos acrescentar ainda á essa lista, também, José do Egito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, finalizo esse artigo com uma citação interessante do site &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Arqueologia Bíblica"&lt;/span&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Hoje, os achados arqueológicos tem cada vez mais comprovado a veracidade da Bíblia e suas histórias. Diante de tantos argumentos, como ainda existem pessoas que tentam achar qualquer erro para criticar ao invés de crer pela fé? A Bíblia possui erros de tradução, pois tudo que nela se encontra foi escrito por mãos humanas e ao passar dos anos seu sentido pôde ter sofrido modificações, porém, são sagradas e foram inspiradas por Deus.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;José, perceverou nos tempos de provação e venceu porque teve fé. De mero sonhador, Deus o fez intérpetre de sonhos, esse dom Divino, salvou faraó e o povo do Egito da fome, ajudou seu pai e irmãos, tornando seu sonho realidade. Acredite na Bíblia. Acredite que Deus é soberano, para Deus não há impossíveis, para Deus não há causa perdida, para Deus não há sonho morto, para Deus todas as coisas são possíveis."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;FONTE:&lt;/span&gt; &lt;a href="http://www.arqueologiadabiblia.com/2009/01/jos-e-seus-irmos.html"&gt;http://www.arqueologiadabiblia.com/2009/01/jos-e-seus-irmos.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4928088434411239410-3080897951900203414?l=genesisum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://genesisum.blogspot.com/feeds/3080897951900203414/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://genesisum.blogspot.com/2011/03/houve-um-jose-no-egito.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4928088434411239410/posts/default/3080897951900203414'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4928088434411239410/posts/default/3080897951900203414'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://genesisum.blogspot.com/2011/03/houve-um-jose-no-egito.html' title='Houve um José no Egito?'/><author><name>gênesis 1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12125497197670078993</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/--0jmf6ysAqo/TXQawv5uO6I/AAAAAAAAAEs/K-4e-Evq8-c/s72-c/YOSEPH.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4928088434411239410.post-3175025464241037650</id><published>2011-02-23T15:13:00.000-08:00</published><updated>2011-02-28T08:30:02.487-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pré-história'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='antropologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fósseis'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='bíblia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='evolução'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A Mentira Por Trás do Criacionismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='criação'/><title type='text'>A Mentira Por Trás do Criacionismo 7: Quem é Lucy?</title><content type='html'>Acredito que o diabo é o pai da mentira. Acredito também que tentar provar uma verdade lançando mão de fraude é &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;erradíssimo&lt;/span&gt;. E sem perceber, é isso o que muitos crentes vêm fazendo diante da ameaça que a teoria da evolução pode trazer, segundo eles, á Bíblia. Esse movimento defende a tradução &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;convencional&lt;/span&gt; da bíblia e á chamado Criacionismo da Terra Jovem e é fruto do extremamente dogmático Fundamentalismo. A Bíblia está certa no relato de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;gênesis&lt;/span&gt;, mas o problema é que a evolução das espécies também é correta (e como estou mostrando no blog fala á favor da Bíblia), e por não admitirem esse segundo fato, cegamente tentam criar &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;contrargumentos&lt;/span&gt; contra essa teoria, e até agora tudo tem se tratado de sofisma. Eles querem provar pela ciência que o universo foi criado em dias que não no tempo de Deus, e que todos os dinossauros, por exemplo, se extinguiram no dilúvio. Pra isso também criam evidências mentirosas cuidadosamente enfeitadas para parecer verdade (isso é sofisma).&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;QUEM É &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;LUCY&lt;/span&gt;?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos.travelblog.org/Photos/6222/386793/f/3720201-Reconstruction-of-Selam-an-Australopithecus-afarensis-child-even-older-than-Lucy-1.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 210px; height: 280px;" src="http://photos.travelblog.org/Photos/6222/386793/f/3720201-Reconstruction-of-Selam-an-Australopithecus-afarensis-child-even-older-than-Lucy-1.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Quem é &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;Lucy&lt;/span&gt;?&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Essa pergunta não é feita á toa se considerarmos o Criacionismo da Terra Jovem... Isso porque esse achado tem sido uma "pedra no sapato" para aqueles que rejeitam a evolução biológica. "&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;Lucy&lt;/span&gt;" é o apelido dado ao esqueleto mais completo até agora do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;primata&lt;/span&gt; fóssil cientificamente conhecido como &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;Australopithecus&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;afarensis&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;. E esse &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;primata&lt;/span&gt; é o foco da discussão, pois ele já deu muito o que falar, a ponto dos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;criacionistas&lt;/span&gt; apresentarem posições diferentes em torno do fóssil, porém com a mesma alegação: não tinha parentesco nenhum com o homem. Recentemente a tese &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;criacionista&lt;/span&gt; quase chegou a um consenso sobre o que é a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;Lucy&lt;/span&gt;, no entanto as últimas descobertas - e alguns fatos simplesmente ignorados - deixam novamente o Criacionismo da Terra Jovem sem resposta.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;E não é só isso: quando tratamos do tema &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;Australopithecus&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; no "universo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;criacionista&lt;/span&gt;", também entra no assunto algumas &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;fraudes&lt;/span&gt;, porém essas&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/span&gt;fraudes não foram feitas á favor da evolução, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;mas sim á favor do criacionismo...&lt;/span&gt; Como assim? Vejamos esse (curioso) caso mais de perto, e também conheçamos quem é realmente a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;Lucy&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;MUDANDO CONCEITOS&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Conforme pode ser visto &lt;a href="http://genesisum.blogspot.com/2011/02/estudando-origem-do-homem-parte-1.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;, hominídeos anteriores ao primeiro homem não é uma coisa que coloca a Bíblia em descrédito. No entanto, conceitos como esse, uma vez comprovados definitivamente, podem colocar o Criacionismo da Terra Jovem em total descrédito. Isso quer dizer que a luta contra os fósseis &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;transicionais&lt;/span&gt; não é &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;exatamente&lt;/span&gt; em defesa da Bíblia, mas sim do Fundamentalismo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;Criacionista e da &lt;a href="http://genesisum.blogspot.com/2010/07/criacao-especial-ou-criacao-gradual.html"&gt;Teoria da Criação Especial&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;. Por isso, por vezes parece que "vale tudo" para defender essa posição, mesmo quando as evidências apontam para o sentido oposto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É mais ou menos esse o motivo do desentendimento que ocorreu e continua ocorrendo entre os &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;criacionistas&lt;/span&gt; sobre a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;Lucy&lt;/span&gt;, ou melhor, o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Austral&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;opitheus&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;afar&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;ensis&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;De acordo com os cientistas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;evolucionistas&lt;/span&gt;, o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;gênero&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;Australopithecus&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;é considerado um dos mais antigos hominídeos, tendo dado origem &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_28"&gt;diretamente&lt;/span&gt; ao &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_29"&gt;gênero&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_30"&gt;Homo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, ou seja, ele é considerado um fóssil de transição entre os primatas mais antigos e a nossa espécie, um "elo perdido", vulgarmente falando. Obviamente o criacionismo jamais poderia aceitar essa interpretação acerca dos fósseis do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_31"&gt;Australopithecus&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;. Desde então, as opiniões sobre o que seria essa criatura para o criacionismo não deixaram de surgir. Inicialmente, é claro, os &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_32"&gt;criacionistas&lt;/span&gt; da Terra Jovem possui um  consenso a respeito da idade do fóssil: ele seria pré-diluviano, no  entanto não teria mais de 6 mil anos de idade, ao contrário da data  estipulada pela &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_33"&gt;geocronologia&lt;/span&gt;, que é de 3 milhões de anos atrás. Mas o consenso limita-se á esse fato: a definição para o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_34"&gt;Australopithecus&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; foi extremamente variada no decorrer da história do Criacionismo da Terra Jovem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;UM&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; PUNHADO DE OSSOS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.cerebromente.org.br/n12/mente/evolution/lucy.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 163px; height: 403px;" src="http://www.cerebromente.org.br/n12/mente/evolution/lucy.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A descoberta dos esqueletos de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_35"&gt;Australopithe&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;cus &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_36"&gt;afarensis&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, em 1974, criou muita &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_37"&gt;polêmica&lt;/span&gt; a princípio, a começar pelo tamanho &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_38"&gt;desproporcional&lt;/span&gt; entre o macho e a fêmea da espécie e também os próprios ossos, que apresentam literalmente uma mescla de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_39"&gt;características&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_40"&gt;simiescas&lt;/span&gt; e humanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas só o fato da diferença entre as alturas entre o macho e a fêmea foi suficiente para se argumentar que os fósseis reunidos com esse nome podiam muito bem ser partes dispersas de vários animais. Estava armado o dilema, já que seria impossível discutir a evolução de uma criatura indefinida — sobre a qual nada se podia dizer de concreto, ou confiável. No entanto essa argumentação já caiu por terra apenas duas décadas depois do anúncio da descoberta do fóssil, pois comprovou-se que de fato os ossos eram do mesmo animal. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_41"&gt;Atualmente&lt;/span&gt; nenhum &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_42"&gt;criacionista&lt;/span&gt; duvida disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, restou partir para o "plano B". E é aí que as fraudes se iniciam...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;"TEM QUE SER UM CHIMPANZÉ!"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Uma vez comprovada a autenticidade desse &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_43"&gt;primata&lt;/span&gt;, teria que existir alguma evidência que fizesse cair por terra a alegação de que a criatura era um hominídeo, como apontavam os &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_44"&gt;evolucionistas&lt;/span&gt;. Foi aí que surgiu a tese de que o &lt;span style="font-style: italic;" class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_45"&gt;Australopithecus&lt;/span&gt; seria um tipo de chimpanzé e não um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_46"&gt;humanóide&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As tentativas de validar o fato foram feitas por dois cientistas: &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_47"&gt;Solly&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_48"&gt;Zuckerman&lt;/span&gt; e Charles &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_49"&gt;Oxnard&lt;/span&gt;. O problema é que ao contrário do que os &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_50"&gt;criacionistas&lt;/span&gt; ainda afirmam, os estudos realizados por esses cientistas &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;não foram feitos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_51"&gt;corretamente&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inicialmente, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_52"&gt;Solly&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_53"&gt;Zuckerman&lt;/span&gt; tentou provar com estudos biométricos (com base em medições) que os &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_54"&gt;australopithecus&lt;/span&gt; foram macacos, porém, seus estudos foram &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_55"&gt;considerados&lt;/span&gt; obsoletos em 1950.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já Charles &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_56"&gt;Oxnard&lt;/span&gt; (1975), afirmou, baseado em suas análises &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_57"&gt;multivariadas&lt;/span&gt;, que o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_58"&gt;Australopithecus&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; não são mais intimamente relacionados, ou mais semelhante aos humanos do que os macacos modernos. O cientista &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_59"&gt;Howell&lt;/span&gt; (1978), no entanto, criticou esta conclusão por uma série de motivos, dentre os quais:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Os resultados obtidos por &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_60"&gt;Oxnard&lt;/span&gt;  foram&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; baseados em medições de alguns ossos do esqueleto, que eram normalmente fragmentadas e muitas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_61"&gt;ve&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_62"&gt;zes&lt;/span&gt; mal conservados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; As medições não descrevem a forma complexa de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_63"&gt;alg&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;uns ossos, e não distinguem entre os aspectos que são i&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_64"&gt;mportantes&lt;/span&gt; para a compreensão de locomoção do fóssil.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como se isso não bastasse, há "uma enorme quantidade de evidências", baseado na obra de cerca de 30 cientistas, o que contraria o trabalho de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_65"&gt;Oxnard&lt;/span&gt;. Estes estudos utilizaram uma variedade de técnicas, incluindo aqueles utilizados por &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_66"&gt;Oxnard&lt;/span&gt;, e foram baseados em muitas diferentes partes do corpo do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_67"&gt;fóssil&lt;/span&gt;. Eles indicam que a esmagadora maioria dos &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_68"&gt;Austr&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_69"&gt;alopithecus&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; se assemelham a seres humanos de forma mais estreita do que os chimpanzés.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, o pior não é isso: o fato é que &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;a "&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_70"&gt;Lucy&lt;/span&gt;" foi descoberta DEPOIS d&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;os estudo de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_71"&gt;Oxnard&lt;/span&gt;!!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É certo que, se tais estudos não foram bem feitos, a culpa não é do criacionismo. O problema é que os &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_72"&gt;criacionistas&lt;/span&gt; ainda mencionam tais estudos como &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_73"&gt;fieldignos&lt;/span&gt;, o que não são, e os atribuem como sendo sobre a "&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_74"&gt;Lucy&lt;/span&gt;", o que também é mentira. Mas poderia haver alguma farsa criada pelos próprios &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_75"&gt;criacionistas&lt;/span&gt; em favor da tese sobre os &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_76"&gt;Au&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_77"&gt;stralopithecus&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; serem chimpanzés?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A ANATOMIA NÃO MENTE, P&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_78"&gt;RÉM&lt;/span&gt; HÁ QUEM MINTA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É muito comum ouvirmos ou lermos a afirmação dos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_79"&gt;criacionistas&lt;/span&gt; que o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_80"&gt;Australopithecus&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; não tinha nada de humano. Para isso são usados diversos argumentos. Ou até farsas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma fraude quase nunca mencionada que foi feita em favor do criacionismo é de autoria da Sociedade Torre de Vigia, ou seja, das Testemunhas de Jeová (embora eles sejam &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_81"&gt;indúbitavelmente&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_82"&gt;criacionistas&lt;/span&gt; da Terra Antiga, usam também de argumentos contra a evolução biológica). Trata-se de um conjunto de gravuras apresentadas no capítulo sete  &lt;span&gt;do livro&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; "A vida&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; - qual sua origem: Criação ou &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_83"&gt;Evoluçã&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;o?"&lt;/span&gt;. Na página 94, vemos a representação de três crânios justapostos - identificados como pertencendo a um homem moderno, a um chimpanzé e a um &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_84"&gt;Aus&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_85"&gt;tralopithecus&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;. A gravura visa a produzir no leitor a impressão de que o fóssil guarda relação estreita com o chimpanzé e não com o ser humano, justamente como o criacionismo quer que seja. Mas a que critério levaria a esta conclusão? Para os escritores da Sociedade Torre de Vigia, uma comparação morfológica dos crânios pareceu fazer sentido . Eis a figura:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-MlWOK3Ix8jQ/TWmI1MxVm1I/AAAAAAAAAEU/QtaLNVQXQ9s/s1600/cran1.bmp"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 409px; height: 180px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-MlWOK3Ix8jQ/TWmI1MxVm1I/AAAAAAAAAEU/QtaLNVQXQ9s/s320/cran1.bmp" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5578140061017676626" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O autor do livro salienta que as &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_86"&gt;características&lt;/span&gt; do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_87"&gt;Australopithecus&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (à esquerda) eram "&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_88"&gt;sobrepujantemente&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_89"&gt;simiescas&lt;/span&gt;". Na forma como os crânios são colocados acima, um ao lado do outro, realmente é forte a impressão causada no leitor de que o fóssil tem parentesco com o chimpanzé (ao centro), &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_90"&gt;dificilmente&lt;/span&gt; tendo alguma vinculação com o ser humano &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_91"&gt;atual&lt;/span&gt; (à direita). Todavia, a gravura acima apresenta uma peculiaridade que facilmente escapa aos olhos do leigo... Observe a gravura abaixo, extraída do livro antecessor ao vigente (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Veio o Homem a Existir por &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Evolução ou Criação?&lt;/span&gt;), na pág. 85:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-FkvPjqI5d-U/TWmJN-vbWqI/AAAAAAAAAEc/jnbylheHL18/s1600/cran2.bmp"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 385px; height: 356px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-FkvPjqI5d-U/TWmJN-vbWqI/AAAAAAAAAEc/jnbylheHL18/s320/cran2.bmp" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5578140486748297890" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece-lhe familiar a representação acima? Na verdade, trata-se essencialmente da mesma figura publicada no livro antecessor. O &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_92"&gt;layout&lt;/span&gt; gráfico foi melhorado, mas a figura é  &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_93"&gt;indiscutivelmente&lt;/span&gt; a mesma. Observe o crânio no alto, à esquerda - identificado como "macaco extinto" e compare-o ao da gravura anterior, identificado como "crânio de chimpanzé". A semelhança não é &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_94"&gt;coincidência&lt;/span&gt;: os crânios são idênticos. Neste caso, podemos nos perguntar: afinal, o crânio é de um chimpanzé ou de um macaco extinto? Bem, há duas possibilidades: ou autor não conhecia o aspecto de um crânio de chimpanzé ou apoiou-se na ignorância do leitor, o qual &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_95"&gt;dificilmente&lt;/span&gt; perceberia a alteração na identificação... Na verdade, o crânio em questão &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;não é de um chimpanzé&lt;/span&gt;. Aí está a fraude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, que interesse teriam os editores do livro em adulterar o texto? Sobre isso pode-se apenas &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_96"&gt;conjecturar&lt;/span&gt;... Contudo, tem-se uma hipótese: a exposição de um genuíno crânio de chimpanzé poderia levar a dificuldades... Vejamos: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;os chimpanzés possuem grandes caninos, os &lt;span style="font-style: italic;" class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_97"&gt;Australopithecus&lt;/span&gt;,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; não&lt;/span&gt;. Pode parecer um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_98"&gt;insignificante&lt;/span&gt; detalhe, porém a arcada dentária dos &lt;span style="font-style: italic;" class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_99"&gt;Australopithecus&lt;/span&gt; - notavelmente semelhante à dentição humana - é um dos aspectos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_100"&gt;anatômicos&lt;/span&gt; que os coloca como candidatos a membros na linhagem de seres que conduziram ao homem. Comparemos agora um verdadeiro crânio de chimpanzé com os outros dois, conforme a figura abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-bnxluHbJUIs/TWmJpXUNajI/AAAAAAAAAEk/sEtlgh_AUQU/s1600/cran3.bmp"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 484px; height: 175px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-bnxluHbJUIs/TWmJpXUNajI/AAAAAAAAAEk/sEtlgh_AUQU/s320/cran3.bmp" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5578140957201492530" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que o &lt;span style="font-style: italic;" class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_101"&gt;Australopithecus&lt;/span&gt; é um chimpanzé?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar disso, isso não é o suficiente para &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_102"&gt;derribar&lt;/span&gt; de uma vez a tese de que o &lt;span style="font-style: italic;" class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_103"&gt;Australopithecus&lt;/span&gt; tem de ser classificado como um chimpanzé. Uma alegação apresentada &lt;a href="http://sociedadecriacionistapiauiense.blogspot.com/2009/05/como-montar-um-hominideo-parte-4.html"&gt;nesse link&lt;/a&gt;, por exemplo, afirma que o &lt;span style="font-style: italic;" class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_104"&gt;Australopithecus&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; &lt;/span&gt;era um chimpanzé porque andava encurvado e possuía hábitos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_105"&gt;arborícolas&lt;/span&gt;. No entanto, para ser verdade de que ele andava encurvado ele teria que ter o quadril adaptado para tal, ou seja, igual ao dos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_106"&gt;símios&lt;/span&gt; e diferente da do homem. Mas será que isso acontece?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_4meA0qVkFsM/TCElKKGmr5I/AAAAAAAAAcY/IddOFqjp0DY/s1600/Australopithecus+Afarensis.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 244px; height: 246px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_4meA0qVkFsM/TCElKKGmr5I/AAAAAAAAAcY/IddOFqjp0DY/s1600/Australopithecus+Afarensis.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Em primeiro lugar, deve-se ter em mente que ocorre por parte dos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_107"&gt;criacionistas&lt;/span&gt; uma generalização a respeito do que seria o &lt;span style="font-style: italic;" class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_108"&gt;Australopithecus&lt;/span&gt;, como se todas as espécies de &lt;span style="font-style: italic;" class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_109"&gt;Australopithecus&lt;/span&gt; fossem iguais. Observe:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- O &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_110"&gt;Australopithecus&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_111"&gt;africanus&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; tinha uma feição mais puxada para o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_112"&gt;gênero&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_113"&gt;Homo&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- O &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_114"&gt;Australopithecus&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_115"&gt;robustus&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;, hoje reclassificado como &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_116"&gt;Paranthropus&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_117"&gt;robustus&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;, tinha algumas semelhanças entre o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_118"&gt;gênero&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_119"&gt;homo&lt;/span&gt;, mas era bem mais robusto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- O &lt;span style="font-style: italic;" class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_120"&gt;Australopithecus&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;" class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_121"&gt;afarensis&lt;/span&gt;, a espécie de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_122"&gt;Lucy&lt;/span&gt;, possuía uma mescla perfeita entre antropóides e hominídeos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- O &lt;span style="font-style: italic;" class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_123"&gt;Australopithecus&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;" class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_124"&gt;ramidus&lt;/span&gt;, por outro lado, era realmente mais &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_125"&gt;simiesco&lt;/span&gt;. Esse sim era &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_126"&gt;arborícola&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tendo tantas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_127"&gt;características&lt;/span&gt; diferentes, é muito precipitado afirmar que o &lt;span style="font-style: italic;" class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_128"&gt;Australopithecus&lt;/span&gt; é um chimpanzé, já que existem variações notáveis entre as espécies.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas mesmo assim, vamos considerar uma afirmação daquele site &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_129"&gt;criacionista&lt;/span&gt;, a de que o &lt;span style="font-style: italic;" class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_130"&gt;Australopithecus&lt;/span&gt; andava arcado.&lt;br /&gt;Uma imagem vale mais que mil palavras. À &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_131"&gt;direira&lt;/span&gt;, o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_132"&gt;Australopithecus&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_133"&gt;afarensis&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;; à esquerda, o Chimpanzé (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_134"&gt;Pan&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_135"&gt;troglodytes&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.reocities.com/gilson_medufpr/chimplucy.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 395px; height: 335px;" src="http://www.reocities.com/gilson_medufpr/chimplucy.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na imagem abaixo, podemos ver a real postura do &lt;span style="font-style: italic;" class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_136"&gt;Australopithecus&lt;/span&gt; e a do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_137"&gt;Cimpanzé&lt;/span&gt;, contrária a afirmação sem base lançada pelos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_138"&gt;criacionistas&lt;/span&gt; fundamentalistas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://cnx.org/content/m23222/latest/Picture%2010.png"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 404px; height: 347px;" src="http://cnx.org/content/m23222/latest/Picture%2010.png" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ademais, o &lt;span style="font-style: italic;" class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_139"&gt;Australopithecus&lt;/span&gt; era tão diferente do chimpanzé que um site &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_140"&gt;criacionista&lt;/span&gt; acabou fazendo uma estranha menção a respeito dos fósseis da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_141"&gt;Lucy&lt;/span&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Outros exemplos de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_142"&gt;Australopithecus&lt;/span&gt;, os achados na África do Sul (&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_143"&gt;Australopitecus&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_144"&gt;Afarensis&lt;/span&gt;), tidos como exemplo de macacos sul-&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_145"&gt;afr&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_146"&gt;icanos&lt;/span&gt;, (onde se enquadra o famoso fóssil de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_147"&gt;Lucy&lt;/span&gt;), por terem uma cultura humana ainda muito primitiva, foram reclassificados como sendo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_148"&gt;pigmeus&lt;/span&gt;."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;(&lt;a href="http://nspriscila.spaces.live.com/blog/cns%21BC358A7111B369F1%21813.entry?sa=877976209"&gt;Fonte da alegação&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pigmeu?? Ora, se o criacionismo classifica o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_149"&gt;Australopithecus&lt;/span&gt; como chimpanzé, por que vemos a alegação de que ele era um pigmeu?? Como podemos ver nas imagens acima, o seu crânio tem traços de pertencer á mesma família do Homo sapiens, mas de forma alguma era de Homo sapiens...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo isso significa que encaixar o Australopithecus como sendo chimpanzé é um erro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;É UM HOMINÍDEO OU NÃO É?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Em vista a todas essas informações, os argumentos mais recentea ação mais recente dos criacionistas é o de classificar os Australopithecus como um grupo á parte de símios, os Australopitecídeos. Essa ação leva em conta que o Australopithecus não era chimpanzé, mas também não era um hominídeo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para tal argumento ser derribado, bastava termos evidencias anatomicas de que o Australopithecus possui características que o classificam na família dos Hominídeos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, o que acontece se compararmos a bacia e as pernas do Homem com a do Australopithecus e do Chimpanzé? Quais se parecem mais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://media.web.britannica.com/eb-media/57/52957-050-0C501D65.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 442px; height: 665px;" src="http://media.web.britannica.com/eb-media/57/52957-050-0C501D65.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atente também para os pés do Chimpanzé, adaptados para a vida arborícola, e os do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Australopithecus&lt;/span&gt;, que são mais semelhantes ao do homem. Isso também rebate, por tabela o argumento criacionista de que o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Australopithecus&lt;/span&gt; era arborícola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E que tal analisarmos as maxilas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.sott.net/image/image/s2/41880/full/dentition_custom.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 430px; height: 231px;" src="http://www.sott.net/image/image/s2/41880/full/dentition_custom.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maxila do canto esquerdo é a do Chimpanzé, a do meio é do nosso amigo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Australopithecus&lt;/span&gt; e a do canto direito é a de um Homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma característica que colocaria o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Australopithecus&lt;/span&gt; como Hominídeo seria a postura. Sabemos que os símios não andam eretos mas bastante encurvados; se o Australopithecus andou com uma postura próxima a do Homo sapiens teríamos mais uma contra-evidência para o argumento criacionista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejamos? para analisarmos isso basta compararmos a posição do orifício chamado "foramen magno", de onde "nasce" a coluna vertebral. A do ser humano se encontra na base do crânio, o que permite que ele ande ereto. Observe o foramen magno do ser humano:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://media.web.britannica.com/eb-media/97/55497-004-11C5F53E.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 295px; height: 189px;" src="http://media.web.britannica.com/eb-media/97/55497-004-11C5F53E.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, abaixo podemos ver o foramen magnum do crânio de quatro primatas: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Australopithecus&lt;/span&gt;, Cimpanzé, Gorila e Orangotango:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://scienceblogs.com/afarensis/upload/2006/12/basilar%20view.JPG"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 279px; height: 351px;" src="http://scienceblogs.com/afarensis/upload/2006/12/basilar%20view.JPG" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual se parece mais com o foramen magnum do Homo sapiens? Obviamente que é o crânio laranja. E o crânio laranja é de qual primata? Resposta: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Australopithecus afarensis. &lt;/span&gt;Note que o foramen magno não está tão embaixo, mas isso é porque ele possuía uma curvatura "leve" na espinha. De acordo com os fósseis o andar ereto total foi a partir do Homo ergaster. Mas isso não é relevante: o que conclui-se é que a posição da espinha e o seu formato (veja que o foramen magno do Australopithecus é grande como o do Homo sapiens) eram mais próximas a do Homem que dos demais primatas, o que permitiria ao &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Australopithecus&lt;/span&gt; caminhar praticamente ereto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra evidência que colocaria o Australopithecus como sendo hominídeo seria o pé. Isso mesmo, o pé. É que o pé do ser humano é único, prontamente adaptado á caminhada em terra, e totalmente inapto á escalada em árvores, ao contrário do dos demais símios. Se existissem evidências de similaridades entre o pé do Australopithecus e do Homem, a questão estaria finalizada e teríamos realmente o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Australopithecus&lt;/span&gt; como pertencente á família dos hominídeos... Mas como analisar, por exemplo, a planta do pé de uma criatura fóssil?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;DA CABEÇA AOS PÉS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.pbs.org/wgbh/nova/link/images/hist_img_11_tert.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 284px; height: 181px;" src="http://www.pbs.org/wgbh/nova/link/images/hist_img_11_tert.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Laetoli é um local na Tanzânia á 40 km a sul do desfiladeiro de Olduvai. Várias pesquisas relacionadas á evolução humana foram feitos nesse local. Em 1976 foram encontradas pegadas de animais e em 1977 foram encontradas pegadas que se dizem ter sido feitas por uma criatura que andava de pé, porém de uma maneira humana.  No livro de Johanson e Edey &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Lucy, the Beginnings of Mankind"&lt;/span&gt;, White diz: "Não há dúvidas, ... São iguais a pegadas do homem atual.  Se aparecesse uma na areia de uma praia californiana e perguntassem a um rapazinho de 4 anos, ele diria imediatamente que alguém tinha andado ali.  Nem ele nem você conseguiriam distinguí-la de uma centena de outras pegadas na praia (p.250)."  Num artigo publicado na Science white escreve: "As pegadas não erodidas tem um padrão morfológico idêntico ao existente no homem moderno..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, essas pegadas em tamanho eram pequenas, e foram feitas por dois indivíduos: um grande e o outro pequeno, e o tamanho das pegadas é exatamente do tamanho dos pés de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Australopithecus afarensis&lt;/span&gt; macho e fêmea, respectivamente. Ainda por cima,  a idade do substrato remete, exatamente, a época do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Australopithecus afarensis&lt;/span&gt;. Por isso a maior parte dos cientistas conclui que essas pegadas foram feitas por essa espécie.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a respeito desse argumento, os criacionistas rebatem afirmando que essas pegadas seriam de humanos modernos e não Australopithecus, justamente por apresentarem anatomia de uma pegada humana (lembre-se que os criacionistas não acreditam nos métodos de datação). Realmente, só por pegadas fica difícil de determinar quem as deixou. Poderia ser um &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Australopithecus&lt;/span&gt;, poderia não ser...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mas eis que temos a prova definitiva...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um osso fossilizado do arco do pé do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Australopithecus afarensis&lt;/span&gt; foi encontrado na Etiópia, e ainda datado da mesma época das pegadas de Laetoli. A descoberta foi anunciada esse ano, ou seja, é recente. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Este quarto metatarso é o único conhecido do 'A. afarensis' e é uma peça chave da evolução remota da forma única com que os humanos caminham"&lt;/span&gt;, disse William Kimbel, coautor do estudo na Universidade do Estado do Arizona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O arco do pé serviria como alavanca para sair do chão no início de uma caminhada e para absorver o impacto quando o pé volta a pisar, sugerindo que o pé do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Australopithecus&lt;/span&gt; era &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;parecido com o nosso&lt;/span&gt;. Os símios, porém, têm a planta do pé mais plana, o pé é mais flexível e os dedos grandes que lhes permitem se agarrar às árvores, atributos que não estão presentes no &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Australopithecus afarensis&lt;/span&gt;. Em outras palavras, o pé do Australopithecus era igual ao nosso e produziria pegadas iguais á nossa, e sim, devem ter realmente produzido as pegadas de Laetoli.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;CONCLUSÃO&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Quem é Lucy?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lucy era um hominídeo. Um dos mais antigos antepassados da espécie Humana (perto do final da formação do pó da terra até o primeiro humano, que receberia o Sopro Divino, se levarmos em conta Gênesis 2,7). E todas as inúmeras tentativas de negar a classificação do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Australopithecus&lt;/span&gt; como hominídeo foram em vão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, novamente, com isso vemos mais uma série de mentiras ocultas no Criacionismo, e dessa vez está no meio até a tese criacionista das Testemunhas de Jeová que, embora seja "da Terra Antiga", rejeita a teoria da evolução da mesma forma que o Criacionismo da Terra Jovem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhando para tudo isso, nos deparamos com uma situação ruim. As evidências de que existiram "homens-macacos" como o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Australopithecus&lt;/span&gt; não é contrária à Bíblia, mas sim á Teoria da Criação Especial, que já foi discutida &lt;a href="http://genesisum.blogspot.com/2010/07/criacao-especial-ou-criacao-gradual.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;. Ora, se as informações a respeito de determinado assunto não se encaixam com paradgmas pré-estabelecidos, como essa tese, o que é correto fazer? Distorcer a verdade par encaixá-la no paradgma, como os criacionistas tentaram fazer com a Lucy, ou aceitar a realidade dos fatos e abandonar o antigo paradgma, mas sem se distanciar da Palavra de Deus?...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há algo a se  pensar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;FONTE:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-weight: bold;" align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5jqc0hO2LU4lvvJcFjd6cy2M8t2_A?docId=CNG.298f91314b9ef63580c8ade91aa25e0c.111"&gt;http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5jqc0hO2LU4lvvJcFjd6cy2M8t2_A?docId=CNG.298f91314b9ef63580c8ade91aa25e0c.111&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://members.fortunecity.com/torredevigia/chimp.htm"&gt;http://members.fortunecity.com/torredevigia/chimp.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20100410054609AADxpI9"&gt;http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20100410054609AADxpI9&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20090213085807AA4Bs5W"&gt;http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20090213085807AA4Bs5W&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://cve.acordem.com/menu/1/31031//"&gt;http://cve.acordem.com/menu/1/31031//&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://cve.acordem.com/menu/1/31031//"&gt;http://super.abril.com.br/cotidiano/australopithecus-afarensis-retrato-passado-441009.shtml&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://arqueologiabiblica13.blogspot.com/2010_02_01_archive.html"&gt;&lt;br /&gt;http://arqueologiabiblica13.blogspot.com/2010_02_01_archive.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://nspriscila.spaces.live.com/blog/cns%21BC358A7111B369F1%21813.entry?sa=476130923"&gt;&lt;br /&gt;http://nspriscila.spaces.live.com/blog/cns!BC358A7111B369F1!813.entry?sa=476130923&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://adven.webnode.com.br/news/a-farsa-do-evolucionismo/"&gt;&lt;br /&gt;http://adven.webnode.com.br/news/a-farsa-do-evolucionismo/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.talkorigins.org/faqs/homs/a_piths.html"&gt;http://www.talkorigins.org/faqs/homs/a_piths.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://sociedadecriacionistapiauiense.blogspot.com/2009/05/como-montar-um-hominideo-parte-4.html"&gt;&lt;br /&gt;http://sociedadecriacionistapiauiense.blogspot.com/2009/05/como-montar-um-hominideo-parte-4.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://ceticismo.net/comportamento/tipicos-erros-criacionistas/parte-07-%E2%80%93-paleontologia-ii/"&gt;http://ceticismo.net/comportamento/tipicos-erros-criacionistas/parte-07-%E2%80%93-paleontologia-ii/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u709707.shtml"&gt;http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u709707.shtml&lt;/a&gt;&lt;img src="data:image/png;base64,iVBORw0KGgoAAAANSUhEUgAAABYAAAAUCAYAAACJfM0wAAAABHNCSVQICAgIfAhkiAAAAAlwSFlzAAAK8AAACvABQqw0mAAAAB90RVh0U29mdHdhcmUATWFjcm9tZWRpYSBGaXJld29ya3MgOLVo0ngAAAAWdEVYdENyZWF0aW9uIFRpbWUAMDQvMDQvMDhrK9wWAAACLklEQVQ4jbXUP0wTcRQH8O/9ekdjkT8CUqpee00bRyNNmSRSV0PcJJoQg2i6ODTExEUHg04OaNSppqtCjQ4ukDSKSuLUwcm4NNZcQYsIGtD+u/f7MZSWXltqo/Ul7/JL7u7z3r3fLye53e5xj8ejoYWRSCSSstfr1YLBYHcr4XA4rMmMMciy3EoXjDHIjDEoivL/4fefrP1P3nYEvqzLajOIo8fQz5/cfH3cnVttCM8udQaODBxQFx44Ye9h4HxvdGWtgMlbSXV2SQoMHf0RNcGSJJlmvPLdos7fdyIWL+D5myx+ZwwUDAIRh2EU1wYRFItA6FwvIjdcGJr4qFYakiSBlTavlABwsJth7mUWmSyBOAfnAkQE4gKccxBx/MoYmHmcxuH+NgAwGQ03j3NeRjjnoGqcC/zcIgghAMBkNISJuKlbEy4EaKdoKerC5nNMxQdlgVx+t0siKhYQovwV1rbdtyoNxlhxxoqilBMA0uuES6Pt6NqP2hHsoDarhJuXD2F5NV/uuJR1T4XLzvTJ25/VyHUnzgzba0YkKq6pdB4T00m47EyvPhU1M54asy3ee5o55bvwQQWAr/PHMBfbQGhGrykCANqARZ8asy3+ccYjg/K3kcF9UQAYvrJ29dmrDUxHlnOxu72P+rpYrq5eFU39K649TCF0tnPB0WdtCt2z48rQHIp+8XTHu9ET7alm0aY6fnFHjda98a/w3wZjDJLP5xv3+/1aK+F4PJ7cBm32CUNiyI2GAAAAAElFTkSuQmCC" style="position: absolute; visibility: visible; color: transparent; margin: 0px; border: medium none; z-index: 2147483647; left: 551px; top: 8645px;" id="sm-target-image" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4928088434411239410-3175025464241037650?l=genesisum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://genesisum.blogspot.com/feeds/3175025464241037650/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://genesisum.blogspot.com/2011/02/mentira-por-tras-do-criacionismo-7-quem.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4928088434411239410/posts/default/3175025464241037650'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4928088434411239410/posts/default/3175025464241037650'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://genesisum.blogspot.com/2011/02/mentira-por-tras-do-criacionismo-7-quem.html' title='A Mentira Por Trás do Criacionismo 7: Quem é Lucy?'/><author><name>gênesis 1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12125497197670078993</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-MlWOK3Ix8jQ/TWmI1MxVm1I/AAAAAAAAAEU/QtaLNVQXQ9s/s72-c/cran1.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4928088434411239410.post-3808184086579063917</id><published>2011-02-15T07:10:00.000-08:00</published><updated>2011-02-19T11:47:21.475-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gênesis'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='antropologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='teologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='bíblia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jesus'/><title type='text'>O episódio significativo da Torre de Babel</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://static.infoescola.com/wp-content/uploads/2010/03/torre-de-babel.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 265px; height: 220px;" src="http://static.infoescola.com/wp-content/uploads/2010/03/torre-de-babel.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Em Gênesis capítulo 11 nós vemos a menção do episódio da &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Torre de Babel&lt;/span&gt;. Segundo a narrativa, a Torre de Babel foi uma torre construída por um povo com o objetivo de que o cume chegasse ao céu, para chegarem a Deus. Isto era uma afronta dos homens para Deus, pois eles queriam se igualar a Deus. Ele, etão, parou o projeto e fez com que a torre ruisse, depois castigou os homens de maneira que estes falassem varias línguas para que os homens nunca mais se entendessem e não pudessem voltar a construir uma torre. Confira a narrativa:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Em toda a Terra, havia somente uma língua&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;, e empregavam-se as mesmas palavras.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Emigrando  do Oriente, os homens encontraram uma planície na terra de Sinar e nela  se fixaram. Disseram uns para os outros: 'Vamos fazer tijolos, e  cozamo-los ao fogo.' Utilizaram o tijolo em vez da pedra, e o betume  serviu-lhes de argamassa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Depois disseram: 'Vamos construir uma  cidade e uma torre, cujo cimo atinja os céus. Assim, havemos de  tornar-os famosos para evitar que nos dispersemos por toda a superfície  da terra.'&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;O SENHOR, porém, desceu, a fim de ver a cidade e a torre que os homens estavam a edificar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;E  o SENHOR disse: 'Eles constituem apenas um povo e falam uma única  língua. Se principiaram desta maneira, coisa nenhuma os impedirá, de  futuro, de realizarem todos os seus projetos. Vamos, pois, descer e  confundir de tal modo a linguagem deles que não consigam compreender-se  uns aos outros'. E o SENHOR dispersou-os dali por toda a superfície da  Terra, e suspenderam a construção da cidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Por isso, lhe foi dado o  nome de Babel, visto ter sido lá que Deus confundiu a linguagem de  todos os habitantes da Terra, e foi també&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;m dali que os dispersou por  toda a Terra."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Gênesis 11, 1 - 9.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa história explicaria, então, o motivo de existir toda essa diversidade de idiomas que conhecemos. Mas aí surge a pergunta: a história da Torre de Babel é, de fato, um relato histórico ou um mito? Teriam todas as linguas derivadas de uma "língua mãe"?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curiosamente, existem motivos fortes para se acreditar na veracidade do relato Torre de Babel. Isso significa que, mais uma vez, uma história bíblica julgada por muitos como ilusória pode ganhar um bom valor histórico...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;DE UMA VIERAM TODAS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira evidência, no entanto, não provém da arqueologia, mas sim da Linguística, a ciência que estuda a evolução das línguas, suas estruturas e possíveis inter-relações no quadro histórico e social. Nós temos hoje uma quantidade significativa de idiomas - cerca de 3 mil diferentes, sem contar as já extintas - e apesar disso, os pesquisadores têm detectado muitas semelhanças entre os diferentes idiomas, e essas semelhanças são tão incríveis que é difícil que seja tudo coincidência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o lingüista &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Cidmar Teodoro Pais&lt;/span&gt;, da Universidade de São Paulo, a comparação entre as várias línguas do planeta, tanto as ainda faladas quanto as já desaparecidas, revela efetivamente algumas características comuns que apontam para a possível existência de uma língua primeira, mãe de todas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, para os pesquisadores identificar a origem dos idiomas é um verdadeiro desafio, pois as diferentes línguas, agrupadas em doze "famílias", aparentemente nada têm em comum, ou seja, os pesquisadores têm de detectar semelhanças onde o que salta aos olhos são justamente as diferenças. As buscas, contudo, têm o estímulo das barreiras já derrubadas. Quem diria, por exemplo, que há algum parentesco, embora remoto, entre o português e o sânscrito, uma língua falada na Índia há milhares de anos, e ainda a sua versão moderna, o hindi? E, no entanto, o parentesco existe!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger2/2509/453911352790741/1600/indoeuro.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 222px; height: 141px;" src="http://photos1.blogger.com/blogger2/2509/453911352790741/1600/indoeuro.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Na persistência em estudar a origem das linguas, os pesquisadores descobriram que esses idiomas descendem de um mesmo e único tronco, o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;indo-europeu&lt;/span&gt;, pertencendo portanto à grande família das línguas indo-européias que inclui também o grego, o armênio, o russo, o alemão, entre muitas outras. Hoje, aproximadamente a metade da população mundial tem como língua nativa um idioma dessa família. Foi justamente a descoberta do parentesco entre o sânscrito e as línguas européias, no século XVIII, que fez nascer a Lingüística histórica, dedicada a investigar essas similaridades. A tese da origem comum foi proposta em 1786 por Sir William Jones, um jurista inglês cujo passatempo era estudar as culturas orientais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que todo esse estudo, para se chegar á tal conclusão, não foi feito de qualquer jeito. Essa pesquisa percorre o caminho aberto pelas leis lingüísticas, resultantes de outros estudos, que mostram como os sons e os sentidos das palavras evoluem com o tempo, promovendo a transformação das línguas. Essas leis são estabelecidas a partir de comparações entre palavras. Por exemplo, do latim &lt;span style="font-style: italic;"&gt;lacte&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;nocte&lt;/span&gt; vieram as formas leite e noite. Comparando-se os termos, percebe-se que o "c" das palavras em latim virou "i" nos vocábulos em português. No século passado, o trabalho dos lingüistas se apoiou fortemente numa lei formulada em 1822 pelo alemão &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Jacob Grimm&lt;/span&gt; (1785-1863), mais conhecido pelos contos de fadas que escreveu com seu irmão Wilhelm, entre os quais &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Branca de Neve e os sete anões&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lei de Grimm afirmava ser possível prever como alguns grupos de consoantes se modificariam com o tempo nas línguas indo-européias. Entre outras coisas, ele dizia que uma consoante forte ou sonora (pronunciada fazendo-se vibrar as cordas vocais) tendia a ser substituída por sua equivalente fraca ou surda (pronunciada sem vibração das cordas vocais). O "b" e o "p"constituem um par desse tipo, assim como o "d" e o "t". "B" e "d " são fortes, "p" e "t" são fracas, como se pode comprovar, pronunciando-os com a mão na garganta. Com base nessas leis, foi possível mostrar, por exemplo, que a forma dhar em sânscrito, que significa puxar, trazer, originou o inglês draw, o alemão tragen, o latim trahere e o português trazer, todos com significado semelhante. O "d" da palavra em sânscrito virou "t" nas outras línguas. Pode-se concluir ainda que a palavra em inglês evoluiu menos que nas demais, pois se manteve fiel ao som original do sânscrito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os lingüistas puderam assim "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;estabelecer um modelo confiável das relações familiares entre as línguas&lt;/span&gt;", conta o paulista &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;di Giorgi&lt;/span&gt;, "construindo um modelo bastante aceitável do que teria sido a língua ancestral, o proto-indoeuropeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda língua produz e reflete cultura, e não é à toa que, fundamentados nas palavras reconstituídas da protolíngua, os pesquisadores podem inferir com razoável margem de confiança os hábitos do povo que a falava. Com esses dados é possível construir pontes até outros grupos aparentemente não relacionados. Por exemplo, tanto nas línguas indo-européias quanto no grupo semítico, as palavras homem e pó da terra originalmente se confundem. Em hebraico, são respectivamente &lt;span style="font-style: italic;"&gt;adam&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;adamah&lt;/span&gt;, ambas derivadas de uma raiz comum em proto-semítico. Já em proto-indo-europeu, a palavra dheghom tem os dois significados. A parte final originou o latim &lt;span style="font-style: italic;"&gt;homo&lt;/span&gt; (homem) e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;humus&lt;/span&gt; (terra, solo). Assim, embora não haja parentesco etimológico algum entre as palavras semíticas e indo-européias, é clara a semelhança quanto à maneira de pensar e classificar o mundo entre as populações de ambos os grupos lingüísticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo assim, um ponto da história da Torre de Babel já sabemos que é verdade: todas as línguas descendem de uma só. Agora, quando isso aconteceu?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;QUANDO A DISPERSÂO ACONTECEU?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Quando tratamos da questão da dispersão o surgimento da linguagem temos que ter em mente que estamos falando dos idiomas pós-diluvianos, ou seja, o fato de toda a variedade de idiomas que temos ter surgido supostamente do episódio da Torre de Babel, não estamos levando em consideração os idiomas falados pelas gerações anteriores a Noé, que foram liquidadas no Final do Pleistoceno (no Dilúvio). Sendo assim, é correto dizer que a linguagem antecede o aparecimento do Homo sapiens (entre 160 mil e 200 mil anos). Provavelmente, entre os primeiros &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Homo heidelbergensis&lt;/span&gt;, já existiam idiomas rudimentares graças às semelhanças anatômicas entre os hominídeos bípedes e nós. Na verdade, ter o corpo apoiado sobre duas pernas – e as conseqüências morfológicas decorrentes, como o descenso da laringe – foi fundamental para desenvolver as capacidades de emitir sons variados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As palavras emitidas nos tempos pré-históricos teriam se perdido no dilúvio. A história mudou – ou melhor, começou – mais ou menos 5 mil anos antes de Cristo, com a invenção da escrita. Pelo estudo de registros que remontam àquela época, os filólogos puderam fazer uma espécie de “árvore genealógica das línguas”. Sendo assim, o episódio da Torre de Babel e a dispersão das línguas começou provavelmente entre 10 e 6 mil anos, se formos retrocedendo nessa "árvore genealógica". É desse tempo, curiosamente, que se data a travessia dos homens pré-históricos pelo estreito de Bering até as Américas, o que teoricamente se encaixa com Gênesis 10:5 &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Estes repartiram entre si as ilhas das nações nas suas terras, cada qual segundo a sua língua, segundo as suas famílias, em suas nações."&lt;/span&gt; (&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;OBS: &lt;/span&gt;Embora essa citação seja de um capítulo anterior ao capítulo 11, que fala da Torre de Babel, temos que levar em mente que o Gênesis não tem um sentido cronológico exato, tal qual Gênesis 1 e 2, onde temos supostamente dois relatos da Criação).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante ressaltar também que não estamos levando em conta, aqui, a escala de tempo proposta pelo Criacionismo da Terra Jovem, que transfere a idade da Torre de Babel para uma época muito mais recente, isso porque eles se baseiam na soma das idades dos patriarcas mencionados na genealogia de Gênesis; porém fazer isso pode gerar dados extremamente imprecisos, como pode ser visto &lt;a href="http://genesisum.blogspot.com/2011/02/questao-da-genealogia-de-genesis.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;. Tanto é que o único ponto em que as divergências de datações chegam em um ponto comum entre os teólogos é só a partir do patriarca Abraão, que viveu provavelmente entre os séculos XXI e XVIII a.C. E o que podemos dizer, então, das evidências arqueológicas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;UMA HISTÓRIA POPULAR NA ANTIGUIDADE&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um fato interessante que acontece com muitas narrativas da Bíblia, especialmente as contidas em Gênesis, é que podemos encontrar as mesmas histórias contendo alguma variação mínima, mas sendo as mesmas histórias. Como exemplo de casos como esse temos o do Jardim do Éden, o Dilúvio e nada mais nada menos do que a Torre de Babel. Esses dados provenientes de outras culturas são muito importantes, pois eles podem nos contar detalhes adicionais, ou até fundamentais, para as histórias e ainda aumenta a chance de terem ocorrido de verdade, uma vez que uma mesma história é contada por muitos povos diferentes. E não é de se admirar encontrarmos registros da história da Torre de Babel em outros povos, afinal de contas trata-se de um evento significativo: o momento em que o idioma do ser humano se dispersou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Jubileus&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Livro dos Jubileus, que se sabe ter sido usado entre pelo menos 200 a.C. e 90 d.C., contém um dos relatos mais detalhados alguma vez encontrados sobre a Torre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;E eles começaram a construir, e na quarta semana fizeram tijolos com fogo, e os tijolos serviram-lhes para pedra, e o barro com que os cimentaram juntos era asfalto que vem do mar, e das fontes de água na terra de Sinar. E eles construíram-no; a sua largura era de 203 tijolos, e a altura [de um tijolo] era o terço de um; a sua altura era de 5433 cúbitos e 2 palmos, e [a extensão de uma parede era] treze estádios [e da outra trinta estádios]. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Jubileus 10:20-21, tradução de Charles em 1913)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observe que um estádio equivale a 185,4 metros e um cúbito a pouco mais de 0,5 metros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Midrash&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Literatura Rabínica oferece muitos relatos diferentes sobre outras causas para a Torre de Babel ter sido construída, e sobre as intenções dos seus construtores. Na Mishná, por exemplo, era vista como uma rebelião contra Deus. Uns midrash mais tardios registam que os construtores da Torre, chamados "a geração da secessão" nas fontes Judaicas, disseram: "Deus não tem o direito de escolher o mundo superior para Si próprio, e de deixar o mundo inferior para nós; por isso iremos construir uma torre, com um ídolo no topo segurando uma espada, para que pareça como se pretendesse guerrear com Deus" (Gen. R. xxxviii. 7; Tan., ed. Buber, Noah, xxvii. et seq.).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Josefo e Midrash Pirke R. El. xxiv., foi principalmente Nimrod quem persuadiu os seus contemporâneos a construir a Torre, enquanto que outras fontes rabínicas afirmam, pelo contrário, que Nimrod estava separado dos construtores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Apocalipse de Baruque&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O terceiro livro de Baruque, ou Apocalipse de Baruque (3 Baruque), conhecido apenas de cópias Gregas e Eslavas, parece aludir à Torre, e pode ser consistente com a tradição Judaica. Nele, Baruque é primeiro levado (numa visão) a ver o local de repouso das almas "daqueles que construíram a torre da discórdia contra Deus, e o Senhor baniu-os." A seguir é-lhe mostrado outro lugar, e lá, ocupando a forma de cães.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;    "Aqueles que deram a sugestão de construir a torre, por aqueles que vós vistes conduzirem multidões de ambos homens e mulheres, a fazerem tijolos; entre quem, uma mulher que fazia tijolos não era autorizada a ser libertada na hora do parto, mas trazida à frente enquanto estava a fazer tijolos, e carregava o seu filho no seu avental, e continuava a fazer tijolos. E o Senhor apareceu-lhes e confundiu a sua fala, quando eles tinham construído a torre à altura de quatrocentos e sessenta e três cúbitos. E eles pegaram numa broca, e procuraram perfurar os céus, dizendo, Veja-mos se o céu é feito de barro, ou de latão, ou de ferro. Quando Deus viu isto Ele não os permitiu, e castigou-os com cegueira e confusão da fala, e tornou-os no que vistes."&lt;/span&gt;(Apocalipse grego de Baruque, 3:5-8)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Alcorão e Tradições Islâmicas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora não mencionada pelo nome, o Alcorão tem uma história com parecenças com a história Bíblica da Torre de Babel, embora localizada no Egipto de Moisés. Em Sura 28:38 e 40:36-37 o Faraó pede a Haman para lhe construir uma torre de barro para que ele possa subir até ao céu e confrontar o Deus de Moisés.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra história em Sura 2:96 menciona o nome de Babil, mas dá poucos detalhes adicionais sobre isso. Contudo, o conto aparece mais completo em escritos Islâmicos de Yaqut (i, 448 f.) e de Lisan el-'Arab (xiii. 72), mas sem a torre: os povos foram varridos por ventos até à planície que foi depois chamada "Babil", onde lhes foram designadas as suas línguas separadas por Alá, e foram depois espalhados da mesma forma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na História dos Profetas e Reis pelo historiador Muçulmano Tabari do século XIX, é dada uma versão mais completa: Nimrod faz a torre ser construída em Babil, Alá destrói-a, e a língua da humanidade, previamente o Siríaco, é então confundida em 72 linguagens. Abu al-Fida, outro historiador Muçulmano do século XIII, relata a mesma história, adicionando que o patriarca Éber (um antepassado de Abraão) tinha sido autorizado a manter a língua original, neste caso o Hebraico, porque ele não participava na construção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o mais interessante são os relatos que temos em registros babilônios. Sim, babilônios. Inclusive, por meio deles, podemos ter inclusive a evidência arqueológica mais consistente da Torre de Babel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;BABEL = ZIGURATTE&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 440 a.C. Heródoto escreveu:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"A parede exterior da Babilónia é a principal defesa da cidade. Há, contudo, uma segunda parede interior, de menor espessura que a primeira, mas não muito inferior a ela (parede exterior) em força. O centro de cada divisão da cidade era ocupado por uma fortaleza. Numa ficava o palácio dos reis, rodeado por um muro de grande força e tamanho: na outra estava o sagrado recinto de Júpiter (Zeus) Belus, um cerco quadrado de 201 m de cada lado, com portões de latão sólido; que também lá estavam no meu tempo. No meio do recinto estava uma torre de mampostería sólida, de 201 m em comprimento e largura, sobre a qual estava erguida uma segunda torre, e nessa uma terceira, e assim até oito. A ascensão até ao topo está do lado de fora, por um caminho que rodeia todas as torres. Quando se está a meio do caminho, há um lugar para descansar e assentos, onde as pessoas se podem sentar por algum tempo no seu caminho até ao topo. Na torre do topo há um templo espaçoso, e dentro do templo está um sofá de tamanho invulgar, ricamente adornado, com uma mesa dourada ao seu lado. Não há estátua de espécie alguma nesse sítio, nem é a câmara ocupada de noite por alguém a não ser por uma mulher nativa, que, como os Caldeus, os sacerdotes deste deus, afirmam, é escolhida para si próprio pela divindade, de todas as mulheres da terra."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredita-se que esta Torre de Júpiter Belus se refere ao deus acadiano Bel, cujo nome foi helenizado por Heródoto para &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Zeus Belus&lt;/span&gt;. É provável que corresponda ao gigantesco zigurate a Marduk (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Etemenanki&lt;/span&gt;), um antigo zigurate que foi abandonado, caindo em ruínas devido a abalos sísmicos, e relâmpagos a danificar o barro. Este enorme zigurate, e a sua queda, são vistos por muitos académicos como sendo uma evidência da história da Torre de Babel. Mais provas disso ainda podem ser recolhidas daquilo que o Rei Nabucodonosor (o mesmo imperador do Livro de Daniel) inscreveu nas ruínas do seu zigurate. Ele, procurando restaurar o zigurate, escreveu sobre o seu estado arruinado, isso há 570 a.C. Confira:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Um antigo rei construiu o Templo das Sete Luzes da Terra, mas ele não completou a sua cabeça. Desde um tempo remoto, as pessoas tinham-no abandonado, sem a ordem a expressar as suas palavras. Desde aquele tempo terramotos e relâmpagos tinham dispersado o seu barro secado pelo sol; os tijolos da cobertura tinham-se rachado, e a terra do interior tinha sido dispersada em montes. Merodach, o grande senhor, excitou a minha mente para reparar este edifício. Eu não mudei o local, nem retirei eu a pedra da fundação como tinha sido feito em tempos anteriores. Por nisso eu fundei-a, eu fi-la; como tinha sido em dias antigos, assim eu exaltei o topo."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outras palavras, entende-se então que Nabucodonosor reconstruiu, ainda que parcialmente, o Zigurate ou Torre de Babel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas como podemos saber que a torre foi destruída, se a Bíblia não o menciona. Na verdade, os relatos no Livro dos Jubileus, em Cornelius Alexandre (frag. 10), Abydenus (frags. 5 and 6), Flávio Josefo (Antiguidades Judaicas 1.4.3), e os Oráculos Sibilinos (iii. 117-129) atestam a tradição de que Deus derrubou a torre com um grande vento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;OUTROS POVOS FALANDO DE BABEL&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando mencionamos inicialmente que vários povos possuem um registro da história da Torre de Babel, na verdade, não estávamos exagerando: realmente outros povos, além dos hebreus, muçulmanos e babilônios, possuem registros bastante parecidos com o relato de Gênesis sobre a Torre de Babel e a confusão das línguas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Várias tradições similares à da Torre de Babel são encontradas na América Central. Uma diz que Xelhua, um dos sete gigantes salvos do dilúvio, construiu a Grande Pirâmide de Cholula para desafiar o Céu. Os deuses destruíram-no com fogo e confundiram a linguagem dos construtores. O Dominicano Diego Duran (1537-1588) disse ter ouvido este relato de um sacerdote com 100 anos em Cholula, pouco depois da conquista do México.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra lenda, atribuída pelo historiador nativo Don Ferdinand d'Alva Ixtilxochitl (c. 1565-1648) aos antigos Toltecas, diz que depois dos homens se terem multiplicado após um grande dilúvio, eles erigiram um alto zacuali ou torre, para se preservarem no caso de um segundo dilúvio. Contudo, as suas línguas foram confundidas e eles foram para diferentes partes da terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra lenda ainda, atribuída aos Índios Tohono O'odham ou Papago, afirma que Montezuma escapou a uma grande inundação, depois tornou-se mau e tentou construir uma casa que chegasse ao céu, mas o Grande Espírito destruiu-a com relâmpagos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rastos de uma história um pouco parecida também têm sido citados entre os Tarus do Nepal e do Norte da Índia (Relatório do Census de Bengal, 1872, p. 160); e de acordo com David Livingstone, os Africanos que ele conhecera e que viviam junto ao Lago Ngami em 1879 tinham uma tradição assim, mas com as cabeças dos construtores a serem "partidas pela queda do scaffolding" (Missionary Travels, cap. 26)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mito Estónio " do Cozinhado das Línguas " (Kohl, Reisen in die 'Ostseeprovinzen, ii. 251-255) também tem sido comparado, assim como a lenda Australiana da origem da diversidade das falas (Gerstacker, Reisen, vol. iv. pp. 381 seq.).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seria coincidência vários povos preservarem histórias tão parecidas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;QUAL SERIA O TAMANHO DA TORRE?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;A Torre histórica reerguida por Nabucodonosor a cerca de 560 a.C. na forma de um zigurate de oito níveis é vista pelos historiadores como tendo cerca de 2089 metros de altura e 100 de largura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A narrativa no livro do Gênesis não menciona a altura da torre, e por isso não tem sido um grande tema de debate entre Cristãos. Há, porém, pelo menos duas fontes extra-canonicais que mencionam a altura da torre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Livro dos Jubileus menciona a altura da torre como sendo de 5433 cúbitos e 2 palmos (2484 metros de altura). Isto seria aproximadamente quatro vezes mais alto do que as estruturas mais altas do mundo de hoje e em toda a história humana. Tal afirmação seria considerada mítica para a maioria dos estudiosos, visto que construtores em tais tempos antigos seriam considerados incapazes de construir uma estrutura de quase 2,5 quilómetros de altura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A outra fonte extra-canonical é encontrada no Terceiro Apocalipse de Baruch; menciona que a 'torre da discórdia' alcançava uma altura de 463 cúbitos (212 metros de altura). Isto seria mais alto do que qualquer outra estrutura construída no mundo antigo, como a Pirâmide de Quéops em Gizé, Egito e mais alta do que qualquer estrutura construída na história humana até à construção da Torre Eiffel em 1889. Uma torre de tal altura no mundo antigo teria sido tão incrível ao ponto de merecer a sua reputação e menção na Bíblia e outros textos históricos (tal como realmente ocorre...)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O CONTEXTO DA HISTÓRIA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Acredita-se que a dispersão do povo em diversos idiomas, por Deus, tornou necessário por que o propósito do Criador era que a humanidade se espalhasse por toda a terra, essa idéia de construir tal torre tinha o objetivo de manter todas as pessoas num só lugar. Ou seja, o povo estava indo contra uma ordem de Deus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Porém, existem várias idéias adicionais sobre a motivação que levou a construção da torre de Babel. Há a idéia de que a finalidade era construir uma torre muito alta, e postar acima dela um objeto de idolatria. Sendo assim, todos que olhariam para os céus, mesmo a distância, avistariam a idolatria. E assim, as pessoas acabariam assimilando a idéia de que era a idolatria que controlava o que acontecia lá em baixo. Esta era uma guerra contra o verdadeiro Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra opinião é de que os construtores queriam se prevenir no caso de mais um dilúvio, similar ao de Noé, acontecer. O medo de outro dilúvio, então, fez com que construíssem uma alta torre que pudesse chegar até os céus, e "sustentá-lo", como colunas no céu, para que o dilúvio não ocorresse novamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Independente de qual tenha sido o verdadeiro motivo, observamos através deste fato que estas pessoas certamente não acreditavam na palavra de Deus, que havia prometido, logo após o dilúvio, que nunca mais o faria novamente. Deus até colocou um arco-íris como sinal de que tal catástrofe jamais ocorreria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como castigo da construção da torre, Deus fez com que cada pessoa entendesse e falasse outra língua formando e dispersando-as em várias nações. Sendo assim, quando um pedia um tijolo, o outro lhe dava barro, e assim por diante, até que o desentendimento geral fez com que todos se separassem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vemos que Deus dá o castigo de acordo com o erro: estas pessoas se uniram com a finalidade de fazer o mal, então receberam o castigo de não poderem mais suportar permanecerem unidos. Podemos entender que independente do que o homem queria, somente a vontade de Deus é que prevalece.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;CONCLUSÃO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Após toda essa análise, a conclusão que chegamos é de que:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Todas as línguas vieram de uma língua-mãe&lt;/span&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Várias culturas preservaram o relato da Torre de Babel&lt;/span&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Provavelmente parte dela foi "reerguida" por Nabucodonosor&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece que, mais uma vez, uma história bíblica julgada por muitos como ilusória ganhou um bom valor histórico. E em se tratando da Torre de Babel, podemos dizer que trata-se de um marco na história da humanidade: a origem dos vários idiomas, além de, é claro, seu contexto espiritual, de que a Vontade de Deus é Soberana.&lt;span style="display: block;" id="formatbar_Buttons"&gt;&lt;span class=" down" style="display: block;" id="formatbar_CreateLink" title="Link" onmouseover="ButtonHoverOn(this);" onmouseout="ButtonHoverOff(this);" onmouseup="" onmousedown="CheckFormatting(event);FormatbarButton('richeditorframe', this, 8);ButtonMouseDown(this);"&gt;&lt;img src="http://www.blogger.com/img/blank.gif" alt="Link" class="gl_link" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;FONTE:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1990/conteudo_112118.shtml"&gt;http://super.abril.com.br/superarquivo/1990/conteudo_112118.shtml&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1990/conteudo_112118.shtml"&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Torre_de_Babel&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.chabad.org.br/interativo/faq/torreDeBabel"&gt;http://www.chabad.org.br/interativo/faq/torreDeBabel&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.infoescola.com/civilizacao-da-babilonia/torre-de-babel/"&gt;http://www.infoescola.com/civilizacao-da-babilonia/torre-de-babel/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4928088434411239410-3808184086579063917?l=genesisum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://genesisum.blogspot.com/feeds/3808184086579063917/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://genesisum.blogspot.com/2011/02/o-episodio-significativo-da-torre-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4928088434411239410/posts/default/3808184086579063917'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4928088434411239410/posts/default/3808184086579063917'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://genesisum.blogspot.com/2011/02/o-episodio-significativo-da-torre-de.html' title='O episódio significativo da Torre de Babel'/><author><name>gênesis 1</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12125497197670078993</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4928088434411239410.post-70105442489827446</id><published>2011-02-09T06:55:00.000-08:00</published><updated>2011-02-09T07:03:39.397-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='teologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='bíblia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jesus'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='juízes'/><title type='text'>Os Micos de Mica</title><content type='html'>O livro de Juízes conta a saga de vários heróis. Líderes como Gideão, &lt;a href="http://genesisum.blogspot.com/2011/01/evidencias-arqueologicas-de-sansao.html"&gt;Sansão&lt;/a&gt; e Débora. Mas os capítulos 17 e 18 contam uma história nada inspiradora. Seus personagens: um filho que rouba da própria mãe; uma mãe idólatra e leniente e um sacerdote fajuto e mercenário. Personagens que são antítese daqueles que Deus levantava como juízes para livrar Israel. Mesmo assim, há muito que aprender (a não fazer) com eles. Suas histórias mostram como nos prevenirmos de alguns perigos bastante comuns.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mica&lt;/span&gt; roubava da própria mãe. Um dia ele a ouve rogando pragas sobre o ladrão que lhe havia surrupiado treze quilos de prata (1.100 siclos na medida da época). Mica, o filho-ladrãoamaldiçoado, fica com medo e confessa à mãe que a prata estava com ele (Jz 17:1).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;1º. PERIGO: Tentar recompensar a Deus por uma benção recebida&lt;/span&gt; - A mãe o perdoa de imediato. Agradece à Deus e até abençoa o filho ladrão arrependido: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Bendito do Senhor seja meu filho”&lt;/span&gt; (v.2). Mica, então, devolve para a mãe, mas esta não aceita e resolve consagrar toda aquela prata à Deus. Só que escolhe um jeito estranho de fazer isso: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Dedico solenemente esse dinheiro ao Senhor, para fazer uma imagem esculpida...”&lt;/span&gt; (v.3). Sua alegria foi genuína, mas as conseqüências, desastrosas. Ela devolve todo o dinheiro a Mica, incumbindo-o de fazer uma imagem. Depois arrepende-se, pega a prata de volta e separa apenas 200 das 1.100 moedas de prata e dá a um ourives que faz uma imagem (v.4). Às vezes, na alegria de uma vitória recente, caímos no erro de tentar recompensar a Deus. Consagramos o carro, a casa, o primeiro salário de um emprego que almejávamos. Depois da precipitação, queremos desconsagrar tudo ou uma parte. Pedimos perdão e esperamos que Deus entenda que agimos na empolgação. Essa seqüência: benção – alegria – empolgação – precipitação – arrependimento é bastante comum: Herodes e Herodias, Uzá e a Arca da Aliança, Jefté e seu voto. Parafraseando o apóstolo Paulo que nos orienta a “irar e não pecar”, eu diria: “Alegrai-vos e não pequeis”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;2º. PERIGO: Acumular aquilo que era para compartilhar&lt;/span&gt; – A mãe de Mica recebera a benção de ver restituída uma grande quantia em dinheiro. E o que ela faz como forma de gratidão? Transforma o dinheiro em um ídolo. Detalhe: Mica era um colecionador deles. Tinha tantos que até havia feito um pequeno santuário-depósito (v.5). Dinheiro pode ser benção. Mas a prosperidade bíblica é a prosperidade da partilha, não do acúmulo. Quando o dinheiro vira ídolo, a conta bancária, o bolso e o cofrinho se transformam em templos de Mica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;3º. PERIGO: Inventar fórmulas que “assegurem” as bênçãos de Deus&lt;/span&gt; – As pessoas não se contentam com o invisível, intangível e imensurável. Confiar em Deus apenas parece ser arriscado demais. É preciso se garantir. Para uma mente religiosa calcada em ritos e fórmulas se uma fórmula funciona é preciso então se construir algo que perpetue a vitória. É o que Mica faz. Não satisfeito co
